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Cidades

Comunidades de Linhares terão renda extra com cultivo integrado de peixes e hortaliças

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Parceria entre IFES e Fundação Renova ofereceu capacitação para mais de 160 pessoas em Areal, Povoação, Regência e Entre Rios

O projeto de aquaponia “Cultivando para Pescar” iniciou os testes de operações na comunidade de Areal, em Linhares (ES). A iniciativa possibilita o cultivo integrado de hortaliças e a criação de peixes. Além de Areal, as comunidades de Povoação, Regência e Entre Rios também estão em atendimento pelo projeto.

Desenvolvido pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) – campus de Piúma/FACTO e tendo a Fundação Renova como responsável pelo repasse dos recursos, o projeto possibilitará uma fonte alternativa de renda para a população impactada pelo rompimento da barragem de Fundão (MG).  

O sistema de aquaponia permite a integração da criação de organismos aquáticos (aquicultura) com o cultivo de hortaliças (hidroponia), por meio do aproveitamento da água e do efluente (resíduo) da aquicultura, utilizados como substrato para as plantas. Os peixes criados em tanques e alimentados com ração liberam dejetos ricos em nutrientes, que podem ser bombeados para outra parte do sistema, onde estão as hortaliças. Assim, as raízes das plantas, cultivadas em sistemas flutuantes, retiram os nutrientes e purificam a água, que retorna ao local onde são produzidos os peixes.

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Nove tanques de aquaponia serão instalados em cada comunidade, totalizando 36. Até o momento, o sistema de Areal está em fase de testes, tendo sido concluído o da parte hidráulica. Com a conclusão dos testes hidráulicos do sistema, um teste de povoamento de peixes foi realizado em 18 de abril e vem sendo acompanhado pela equipe.

A próxima comunidade a ser concluída a montagem do sistema de aquaponia é a de Povoação, em paralelo com o início da montagem nas demais, Regência e Entre Rios.

“As comunidades terão a oportunidade de desenvolverem uma nova atividade produtiva e sustentável. Além disso, o projeto contribuirá também para a geração de renda, a seguridade alimentar e o fomento à economia local”, diz Arthur Lima, analista do Programa de Retomada das Atividades Aquícolas e Pesqueiras da Fundação Renova.

Capacitações

A oferta de cursos de capacitação aos participantes faz parte do projeto. Até o momento, 162 pessoas já participaram das capacitações nas quatro comunidades. Foram realizados os cursos de Piscicultura Superintensiva (quatro comunidades), Hidroponia (Entre Rios, Areal e Povoação) e Beneficiamento de Pescados (Areal).

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Os cursos de Mecanização e automação do cultivo e Formação de custo e preço serão ministrados ainda neste ano pela equipe executora do Ifes/FACTO. 

Etapas

Em Areal, após o início da fase de testes dos equipamentos, no mês de abril, as próximas etapas serão compostas pela montagem das estufas (sistema de produção das hortaliças). Neste sistema de aquaponia serão cultivados a tilápia e a alface, pela grande aceitação por parte dos consumidores.  

Sobre a Fundação Renova

A Fundação Renova é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, constituída com o exclusivo propósito de gerir e executar os programas e ações de reparação e compensação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão.

A Fundação foi instituída por meio de um Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC), assinado entre Samarco, suas acionistas Vale e BHP, os governos federal e dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, além de uma série de autarquias, fundações e institutos (como Ibama, Instituto Chico Mendes, Agência Nacional de Águas, Instituto Estadual de Florestas, Funai, Secretarias de Meio Ambiente, dentre outros), em março de 2016.

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Cidades

Navios da Marinha são abertos para visitação de graça neste sábado e domingo

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Serão diversas embarcações e cerca de 1.700 militares atuando durante operação da Marinha do Brasil

Quem tem vontade de conhecer de perto alguns navios e o trabalho da Marinha do Brasil terá oportunidade neste fim de semana, no Porto de Vitória. Neste sábado (02) e domingo (03), embarcações serão abertas para visitação pública das 14h às 17hs.

Os navios chegaram ao Porto de Vitória nesta sexta-feira (1°) e permanecem até segunda (04). Meios da Marinha do Brasil estão no local para a realização da Operação ADEREX-ANF/22, com a participação de cerca de 1.700 militares atuando na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro e Vitória.

A visitação pública será realizada com o uso obrigatório de máscaras em toda a área operacional do Porto de Vitória e distanciamento mínimo de 1 metro entre os visitantes, em função da pandemia do novo coronavírus.

Como será a operação?

A operação é uma grande oportunidade de capacitação, em que a Força de Fuzileiros da Esquadra conduzirá uma incursão anfíbia, preparando os efetivos para a projeção do mar para terra, a fim de contribuir para elevar o grau de adestramento dos meios navais e aeronavais da Esquadra e do Corpo de Fuzileiros Navais, avaliando e controlando exercícios e táticas.

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O Grupo Tarefa será composto pelos seguintes meios operativos: NDM Navio-Doca Multipropósito Bahia – G40 (foto), NDCC Almirante Saboia – navio de desembarque de carros de combate – G25, Fragata Constituição – F42, Fragata Liberal – F43, Navio-Patrulha Oceânico Amazonas – NpaOC, Navio de Apoio Oceanográfico, subordinados ao Comando do 1º Distrito Naval e ao Comando da Força de Superfície (ComForSup), além de aeronaves subordinadas ao Comando da Força Aeronaval (ComForAerNav).

Além disso, haverá participação da Força Aérea Brasileira (FAB) para o apoio de Patrulha Marítima e Destacamentos de Mergulhadores de Combate subordinados ao Comando da Força de Submarinos (ComForS).

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Cidades

Banestes lança laboratório próprio de inovação com foco no mercado capixaba

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Na tarde dessa quarta-feira (29), foi oficialmente lançado o hub de inovação do Banestes, chamado de Baneshub. O laboratório terá uma sede física, com instalações na Enseada do Sua, em Vitória, com capacidade para cerca de 90 pessoas trabalharem em diferentes projetos de inovação e também com espaço para realização de eventos, treinamentos, pílulas de inovação, dinâmicas, dentre outras atividades.

Recentemente, a área passou a integrar a diretoria de Tecnologia da instituição, vinculada à gerência de dados e de inovação, sob o comando do diretor Tasso Lugon. Desde então, o projeto de concretizar a existência de um laboratório de inovação próprio do Banestes pôde se concretizar.

O diretor-presidente do Banestes, Amarildo Casagrande, reforçou que esse é mais um importante marco na história de 85 anos do Banestes. “Pela primeira vez, o banco dos capixabas passa não só a integrar o ecossistema de inovação como também a ser uma referência, com a existência do seu próprio hub e desenvolvimento de atividades próprias que irão proporcionar a expansão dos negócios, novas parcerias com startups e fintechs, amplitude aos processos de digitalização, entre outras oportunidades. Nós temos trabalhado internamente em prol do fortalecimento da cultura de inovação, e o lançamento do Baneshub é fruto do trabalho de diversas pessoas e equipes que se conectaram, desde 2019, ao desafio proposto. Uma grande vitória para todo o time Banestes”, ressaltou.

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O lançamento aconteceu com a realização de um evento de apresentação, na sede do hub de inovação de engenharia e construção capixaba, o Base27, que tem parceria firmada com o Banestes. Participaram do evento a diretoria do Sistema Financeiro Banestes, convidados e lideranças de áreas diversas do banco.

Durante a apresentação da nova iniciativa do banco, o diretor de Tecnologia, Tasso Lugon, destacou ainda que o objetivo não é exclusivo à digitalização, e sim, ao movimento de transformação digital com foco na melhoria da experiência do cliente. “A área de inovação, apesar de vinculada à diretoria de tecnologia do Banestes, não visa somente à transformação digital. Os meios digitais, com o avanço tecnológico, permitem que o Baneshub seja um ambiente que vai fomentar a inovação para toda a estrutura do banco, cooperando com o desenvolvimento e evolução de novos serviços e também com frentes de análise de dados, que irão garantir uma experiência ainda melhor aos clientes, que visam suas necessidades reais. A transformação digital faz parte desse processo, mas o centro da inovação permeia também o contato humano, as necessidades primordiais dos clientes, as facilidades e benefícios que podemos agregar ao dia a dia dos capixabas”, disse Lugon.

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Também realizaram apresentações a gerente de Dados e Inovação do Banestes, Camila Zacche, e Francisco Carvalho, um dos criadores do Base 27. Camila Zacche apresentou detalhes dos projetos e principais iniciativas que serão desenvolvidas com o início das atividades. “É importante olharmos para dentro, para incentivarmos a cultura de inovação, mas também é importante reforçarmos o nosso olhar para fora, para as necessidades dos clientes, com foco na transformação inovadora vinculada ao digital. A utilização de dados propicia tomadas de decisão que geram valor e, portanto, aperfeiçoamento do relacionamento com o cliente. Com isso, vamos desenvolver projetos como digitalização de documentos, desburocratização, faq inteligente, novos canais de comunicação interna com foco em inovação, e outros. Estamos inseridos no ecossistema de inovação e temos excelentes parceiros para o desenvolvimento das iniciativas”, enfatizou a gerente.

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