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Cidades

Conheça as principais mudanças do Novo Ensino Médio Capixaba

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A Lei nº 13.415/2017, conhecida como a Lei da Reforma do Ensino Médio, altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), Nº 9.394/1996, trazendo significativas mudanças na forma de oferta do Ensino Médio em todas as Unidades Federativas do Brasil e que dialogam com algumas das estratégias do Plano Nacional de Educação (PNE) voltadas para esta etapa de ensino.

A nova proposta pressupõe a oferta da Formação Geral Básica, a “parte comum” dos currículos, que deve ser pautada na Base Nacional Comum Curricular, documento normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver, e a oferta de Itinerários Formativos, a “parte flexível”, de livre escolha dos estudantes, que serão ofertados considerando os interesses desses atores e as ofertas disponíveis nas escolas e redes de ensino. 

Após a homologação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) da etapa Ensino Médio, em 14 de dezembro de 2018, todos os Estados e o Distrito Federal iniciaram a construção dos documentos curriculares, seguindo a necessidade de trabalhar as competências gerais da educação básica apresentadas neste documento referência, a fim de promover a educação integral, colocando os estudantes no centro da vida escolar. Assim, pretende-se estimular a autonomia, o protagonismo e a responsabilidade dos jovens sobre suas decisões para o presente e futuro: apoiar os estudantes a definirem seus Projetos de Vida, também será fundamental para que estejam preparados para escolher um ou mais Itinerários Formativos.

O currículo capixaba foi elaborado e encaminhado ao Conselho Estadual de Educação para aprovação e homologação. Os Itinerários Formativos estão disponíveis para consulta pública no site da Secretaria da Educação (Sedu) – www.sedu.es.gov.br. O objetivo é que o documento seja homologado ainda em 2020. As formações de professores sobre o novo currículo acontecerão no decorrer de 2021, para implementação, pelo menos, nas primeiras séries do Ensino Médio, em 2022. O curso para professores sobre o Projeto de Vida já está sendo realizado pela Secretaria.

Outra mudança é a ampliação da carga horária dos estudantes, que passará para, no mínimo, 1000 horas anuais, até 2022. 

A nova oferta do Ensino Médio propõe uma abordagem interdisciplinar, de forma flexível e diversificada, oferecendo conteúdos obrigatórios e eletivos, com o objetivo de tornar a escola mais interessante, com significado e efetiva para os jovens, além de promover a elevação da qualidade do ensino no País por meio de uma referência comum obrigatória para todas as escolas de educação básica, respeitando a autonomia assegurada pela Constituição aos entes federados e às escolas. 

A nova organização curricular define que dever ter, no máximo, 1800 horas do Ensino Médio voltadas para as aprendizagens das quatros áreas de conhecimento: Linguagens e suas tecnologias; Matemática e suas tecnologias; Ciências da Natureza e suas tecnologias; e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, e a complementação das 3000 horas com os Itinerários Formativos de aprofundamento das áreas do conhecimento com a(s) qual(is) se identificam ou, ainda, em curso(s) ou habilitações de formação técnica e profissional, contribuindo para a permanência e melhoria dos resultados da aprendizagem dos estudantes.

Por que a nova proposta?

O Novo Ensino Médio surge com a pretensão de vencer os grandes desafios que esta etapa de escolaridade apresenta em todo o País, oferecendo uma proposta de ensino que seja mais atraente e faça mais sentido para os estudantes. Um modelo flexível, que estimula o protagonismo juvenil:

  • Evasão: um em cada quatro jovens que ingressam no Ensino Médio abandona a escola ainda no primeiro ano, ou não é aprovado;
  • Somente seis em cada dez brasileiros de 19 anos terminam o Ensino Médio no Brasil, e mesmo assim, saem da Educação Básica com muitos problemas de aprendizagem. Os níveis satisfatórios de aprendizagem não são alcançados nem por 5% da população do Ensino Médio. 

A mudança tem como objetivos garantir a oferta de educação de qualidade a todos os jovens brasileiros e de aproximar as escolas da realidade dos estudantes de hoje, considerando as novas demandas e complexidades do mundo do trabalho e da vida em sociedade.

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Cidades

Projeto da prefeitura de Barra de São Francisco garante alimentação para mais de 8 mil pessoas

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Em 12 dias servindo alimentação as famílias carentes de Barra de São Francisco, desde de seu início em 29 de março de 2021, até esta sexta-feira (09), 8.213 pessoas se alimentaram no Centro de Apoio Alimentar da prefeitura de Barra de São Francisco.

A iniciativa de oferecer alimentação as famílias carentes, é da prefeitura de Barra de São Francisco. O alimento (marmitex), é fornecido de segunda a domingo, inclusive feriados.

É obrigatório o uso de máscaras ao chegar no local para pegar o alimento. É feito higienização nas mãos das pessoas que chegam para pegar o marmitex.

Pessoas atendidas até o presente momento:

Segunda feira (29/03/2021) 440 pessoas

Terça Feira (30/03/2021) 612 pessoas

Quarta Feira (31/03/2021) 750 pessoas 

Quinta feira (1º/04/2021) 750 pessoas 

Sexta feira (02/04/2021) 610 pessoas 

Sábado (03/04/2021) 760 pessoas 

Domingo (04/04/2021) 720 pessoas 

Segunda Feira (05/05/2021) 728 pessoas 

Terça feira (06/04/2021) 700 pessoas 

Quarta feira (07/04/2021) 764 pessoas

Quinta feira (08/04/2021) 819 pessoas  

Sexta feira (09/04/2021) 560 pessoas 

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Total: 8. 213

 

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Cidades

No ES família enterra corpo trocado de mulher vítima da Covid

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O caso ocorreu em São José do Calçado. Ana Maria de Souza Fonseca morreu de Covid-19 depois de ficar 20 dias internada. Família diz que vai processar os envolvidos.

Uma família de São José do Calçado, no Sul do Espírito Santo, tomou um susto ao enterrar uma familiar que foi vítima da Covid-19. Eles descobriram horas depois do sepultamento, que aconteceu nesta quarta-feira (7), que o corpo dela foi trocado e que eles enterraram o corpo de outra pessoa.

Ana Maria de Souza Fonseca, de 77 anos, vítima da Covid-19, teve corpo trocado com o de outra vítima — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Ana Maria de Souza Fonseca tinha 77 anos e ficou 20 dias internada no Hospital São Vicente de Paula, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste do Rio de Janeiro.

Os familiares fizeram um ato rápido, sem velório, na quarta. O caixão estava lacrado e enrolado em um plástico.

Só que, horas depois, na madrugada desta quinta (8), os parentes descobriram que aquele que tinha sido sepultado não era o corpo de Ana Maria.

Eles foram de novo ao cemitério. Ao chegar lá, tomaram outro susto. O jazigo da família estava aberto e sem nenhum caixão dentro.

“Fomos para o cemitério para recebê-la. Chegou aqui, o carro da funerária disse que não poderia abrir o caixão, por ser Covid. Fizemos a oração, nos despedimos, ela foi enterrada e fomos embora. De madrugada, minha prima recebeu uma ligação do hospital, de que os corpos foram trocados. Não era a tia Nana. Nós corremos para vir ver o que estava acontecendo. A família do corpo enganado, que é do Rio de Janeiro, já tinha vindo aqui, pego, e levado para seus familiares. O buraco ficou ali, aberto, e ficamos esperando a tia”, descreveu uma sobrinha da vítima, Luciana Dias.

Quando a Polícia Militar chegou ao local, além dos familiares, estavam ainda o procurador do município, o secretário de Obras e o advogado do Hospital São Vicente de Paula. O corpo da mulher foi, então, encaminhado para o hospital para fazer a troca de cadáveres.

No início da tarde do mesmo dia, o corpo de Ana Maria chegou ao cemitério. A família disse que o funcionário da funerária não usava equipamentos de proteção, o caixão não estava enrolado no plástico e a tampa de madeira que cobre o vidro da urna foi aberta. Assim como da primeira vez, foram os familiares que carregaram o caixão.

Agora, a família quer justiça. Eles dizem que vão entrar com um processo judicial contra os envolvidos na troca dos corpos.

Por telefone, a dona da funerária disse que eles não vão se pronunciar e que apenas o hospital vai responder.

A Prefeitura de São José do Calçado informou por meio de nota que a troca dos corpos ocorreu na cidade vizinha, em Bom Jesus do Itabapoana, e que o cemitério de Calçado apenas recebeu.

Ainda de acordo com a prefeitura, o responsável pelo cemitério local foi notificado para prestar esclarecimentos em relação a sua vestimenta, pois, segundo o município, a prefeitura disponibiliza todo o equipamento de proteção. Se houver necessidade, o mesmo será implicado nas diretrizes administrativas, informou a prefeitura.

O município disse ainda que registrou um boletim de ocorrência e acionou a Polícia Militar.

A direção do hospital disse em nota que instaurou uma sindicância para poder apurar o fato.

“Todos os familiares foram contactados pelo hospital, que ofereceu total auxílio as famílias de imediato. Lamentamos profundamente a dor dos familiares pela perda de seus entes queridos e apura o equívoco feito pela funerária. Tão logo sejam apuradas mais informações, poderemos seguir com uma nova nota de esclarecimento”, diz parte da nota.

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