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Conmebol confirma que final da Libertadores, no Maracanã, será disputada sem público

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Decisão será no dia 30 de janeiro, no Rio de Janeiro, com portões fechados

A Conmebol confirmou, nesta terça-feira, que a final da Libertadores será sem público. A partida será disputada no próximo dia 30 de janeiro, no Maracanã, no Rio de Janeiro. Segundo a entidade, a decisão foi tomada em conjunto com a CBF, como medida preventiva devido à pandemia do novo coronavírus.

– A atual situação de pandemia Covid-19, ainda em expansão na América do Sul, não permite a realização de um evento desta magnitude e importância com presença de público, ainda que seja com capacidade reduzida. A resolução é coerente com a posição declarada pela Conmebol desde o início da pandemia no sentido de trabalhar pelo retorno das competições no continente, porém tomando os máximos cuidados para preservar a saúde de todos os membros da família do futebol sul-americano – diz a Conmebol, em seu comunicado.

Também na tarde desta terça, a Conmebol divulgou que a final da Sul-Americana, no dia 23 deste mês, em Córdoba, na Argentina, será sem público.

A entidade retomou suas competições em setembro, com a Libertadores. A Copa Sul-Americana reiniciou em outubro. Desde então, ambos os torneios não recebem torcedores. Os jogos no Brasil e na Argentina, que sediarão as decisões dos dois torneios, também não têm torcida desde a volta do futebol.

Embora tenha realizado a maior parte das duas competições com portões fechados, a Conmebol mantinha cautela para confirmar a decisão. A entidade aguardava a análise das autoridades de saúde locais nos dois países para bater o martelo.

O Maracanã foi escolhido como sede da final da Libertadores de 2020 em outubro de 2019. Após a paralisação do futebol e a pandemia do novo coronavírus, a Conmebol chegou a cogitar a troca do local. No entanto, no início de novembro o estádio foi confirmado, como palco da decisão.

As semifinais da Libertadores começam nesta terça, com River Plate x Palmeiras. A outra partida é entre Boca Juniors e Santos. Os quatro times disputam vaga na final única do Maracanã, no dia 30 de janeiro.

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Novo uniforme do Fluminense homenageará os 115 anos do primeiro título oficial do clube

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Linha, que marca a segunda produzida pela Umbro, tem previsão de lançamento para maio; camisas de treino dos jogadores vazaram anteriormente

Os campeões de 1906 serão lembrados. A nova linha de uniformes do Fluminense, produzida pela Umbro, irá homenagear os 115 anos do primeiro título oficial do clube — o Campeonato Carioca de 1906. A previsão de lançamento é para maio, ainda sem data definida.

Importante: os novos uniformes não serão réplicas. Por exemplo, o Fluminense atuou com meiões pretos em 1906, o que nao é permitido pelo estatuto atualmente. O estilo será “clássico”, segundo pessoas que o viram, mas não terá o modelo antigo como base. 

O padrão segue o mesmo: o principal é o tradicional tricolor e a segunda é predominantemente branca, tendo detalhes em grená e verde.

No uniforme tricolor, as listras serão mais finas do que as da atual versão, também da Umbro. Na camisa dois, os detalhes em verde e grená estarão na manga e na gola. Também haverá um emblema em comemoração aos 115 anos do primeiro título oficial do Fluminense. 

Outros dois uniformes que vazaram fazem parte da linha a ser lançada oficialmente pela Umbro. Trata-se das camisas de treino dos jogadores, com uma predominantemente azul e a outra verde e cinza.

Camisa verde e cinza faz parte da linha de treinos da nova coleção Foto: Divulgação

Camisa azul também faz parte da linha de treinos da nova coleção Foto: Divulgação

Essa é a segunda vez que o Fluminense terá a Umbro como responsável por confeccionar toda a sua linha de material esportivo. O Fluminense aposta muito nesta parceria após o insucesso de suas últimas duas fornecedoras (Under Armour e Dry World).

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Empresários abocanham US$ 500 milhões com venda de jogadores de futebol

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Houve queda em relação a 2019, a Pandemia impactou arrecadação. Inglaterra é país mais lucrativo

Os empresários que atuam em negociações internacionais de jogadores de futebol masculino e feminino ganharam US$ 496 milhões em comissões em 2020, de acordo com relatório publicado pela Fifa (Federação Internacional de Futebol). 

O valor representa a 3ª maior arrecadação desde 2014, início da série histórica. Houve decréscimo em relação a 2019 e 2018, quando o total recebido pelos agentes foi de US$ 655 milhões e US$ 548 milhões, respectivamente.

O regulamento da Fifa para transferências internacionais de jogadores exige que clubes revelem os nomes e comissões de intermediários. As informações são utilizadas pela entidade para compor o relatório, divulgado anualmente.

O valor pago em comissão aos antes nas negociações em 2020 é expressivo, considerando que estudo da consultoria britânica KPMG apontou que a pandemia fez o investimento dos clubes das 5 principais ligas do futebol europeu em contratações de jogadores na temporada 2020/2021 cair quase 50% em relação à média das últimas 3 temporadas.

A maior parte do valor levantado nas transferência teve origem no continente europeu (US$ 474 milhões). Cerca de 95% das comissões tiveram origem em negociações de jogadores de clubes vinculados à Uefa (União das Associações Europeias de Futebol).

A Inglaterra liderou o ranking de países mais lucrativos aos empresários em 2020 (US$ 110 milhões), seguida por Itália (US$ 88 milhões), Portugal (US$ 69,2 milhões), Alemanha (US$ 64 milhões), França (US$ 34 milhões), Espanha (US$ 31 milhões) e Rússia (US$ 21,5 milhões).

O Brasil ocupa a 8ª colocação na lista. As negociações de jogadores que atuam em clubes do país país renderam US$ 13,7 milhões a agentes. As transferências que envolvem times ligados à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) representam apenas 3% (US$ 14,4 milhões) do total.

O relatório da Fifa aponta ainda que um ou mais agentes atuaram para concretizar 20,4% dos negócios fechados no ano passado. Ao todo, foram 16.433 transferências registradas em 2020, sendo que 3.346 tiveram envolvimento de empresários representando jogadores ou clubes.

Nos acordos com valores superiores a US$ 5 milhões, o percentual de empresários representando clubes compradores é de 55,4%. A taxa é de 34,8% no caso de agentes de clubes vendedores e de 44,9% para representantes de jogadores.

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