conecte-se conosco


Internacional

Coronavírus ‘mutante’, Reino Unido endurece lockdown e cancela natal

Publicado

A partir deste domingo, mais de 20 milhões de pessoas estão proibidas de sair no Reino Unido; países da Europa cancelam voos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está em contato próximo com as autoridades britânicas sobre uma nova variante do coronavírus, disse o organismo neste domingo (20), aconselhando as pessoas a manter a guarda contra a propagação da doença.

“Estamos em contato próximo com as autoridades do Reino Unido. Eles continuarão a compartilhar informações e resultados de suas análises e pesquisas em andamento. Atualizaremos o público e os Estados-membros à medida que soubermos mais e tivermos uma imagem mais clara das características desta variante”, disse a OMS.

Vários países europeus impuseram restrições às viagens envolvendo o Reino Unido devido à preocupação com a nova cepa, que está se espalhando rapidamente pelo país.

A proibição veio depois que o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, e cientistas anunciaram no sábado (19), que a nova cepa de coronavírus identificada no país é até 70% mais transmissível do que as cepas existentes.

“Não há evidências que sugiram que [a nova cepa] seja mais letal ou cause doenças mais graves”, enfatizou o primeiro-ministro, ou que “as vacinas sejam menos eficazes contra ela”.

Johnson também disse que Londres e o sudeste da Inglaterra, que estão atualmente no nível mais alto de um sistema de regras de três camadas, agora serão colocados em um novo nível 4, com o encerramento de lojas não-essenciais, academias, cabeleireiros, bem como a proibição de deslocação para outras zonas do país.

O ministro da saúde britânico, Matt Hancock, sugeriu neste domingo que as novas restrições adotadas nessas regiões poderiam permanecer por algum tempo, dizendo que uma nova variante do coronavírus que surgiu é muito difícil de controlar. “Nós realmente precisamos colocar isso sob controle. Temos um longo caminho a percorrer para resolver isso.”

As novas restrições de bloqueio devem permanecer por vários meses até que as vacinas sejam aplicadas em todo o Reino Unido, acrescentou Hancock, segundo informações do jornal The Guardian.

“O que é realmente importante é que as pessoas não apenas sigam (as novas regras) mas todos em áreas de nível 4 ajam como se você tivesse o vírus para parar de espalhá-lo para outras pessoas”, disse ao programa Sophy Ridge da Sky News neste domingo. “Sabemos que você pode pegar mais facilmente esta nova variante com uma pequena quantidade do vírus presente”, afirmou o ministro.

Segundo Hancock, “precisamos de mais medidas para controlar a propagação da nova variante do que para controlar a propagação da variante antiga”. “Esse é o problema fundamental”, admitiu o ministro da saúde britânico.

A partir deste domingo, mais de 20 milhões de pessoas vão permanecer confinadas na Inglaterra, quando medidas restritivas entraram em vigor devido ao aumento alarmante de casos de covid-19, que o governo britânico relaciona a uma nova variante do vírus.

Com estas regras, os planos flexíveis que o governo tinha autorizado entre os dias 22 e 28 de dezembro também foram alterados para que familiares e amigos pudessem se reunir no Natal. Aqueles que vivem em áreas de nível 4 não poderão se juntar a outras pessoas que moram em níveis inferiores.

As regras estabelecidas na Inglaterra terão duração de duas semanas e serão revistas no dia 30 de dezembro.

Leia mais:  Premiê britânico Boris Johnson está com coronavírus
publicidade

Internacional

Morre o príncipe Philip, militar que se adaptou ao papel de coadjuvante da rainha da Inglaterra

Publicado

Morte aos 99 anos foi anunciada nesta sexta ‘com muito pesar’ pelo Palácio de Buckingham; ele e Elizabeth II, de 94, estavam casados havia 74 anos

Como consorte real, era incumbência do príncipe Philip acompanhar sua cônjuge, a rainha Elizabeth II, em suas tarefas como soberana: visitas oficiais a outros países, jantares e recepções de Estado, discursos de abertura do Parlamento, cerimônias e ritos honoríficos. 

Philip, que morreu nesta sexta-feira aos 99 anos, costumava ser discreto sobre o que pensava dessas atribuições. Embora tenha dito que, se pudesse escolher a qual profissão se dedicar, “preferiria ter continuado na Marinha, francamente”, afirmou também, na mesma entrevista ao Independent em 1992, que “tentou tirar o melhor” da vida como coadjuvante no casamento de 74 anos.

Sua morte foi anunciada por volta de meio-dia, horário de Londres (8h no Brasil), em um comunicado emitido pelo Palácio de Buckingham: “É com muito pesar que Sua Majestade, a rainha Elizabeth II, anuncia a morte de seu querido marido, Sua Alteza Real, o príncipe Philip, duque de Edinburgo”, disse o palácio em um comunicado. “[Philip] morreu tranquilamente nesta manhã no Palácio de Windsor. Anúncios subsequentes serão feitos em seu devido tempo. A família real se une ao povo ao redor do mundo no luto por sua perda.”

A morte de Philip não altera a linha de sucessão ao trono britânico, encabeçada pelo seu filho mais velho com a rainha, o príncipe Charles, de 72 anos, seguido do filho mais velho de Charles com a princesa Diana, o príncipe William, de 38. A saúde do duque de Edinburgo estava em declínio havia dois anos, quando ele teve que parar de dirigir depois de um acidente sem gravidade. Em março deste ano, ele foi operado do coração.

Philip e Elizabeth, de 94 anos, estavam casados desde 1947, cinco anos antes de ela ser alçada ao trono, com a morte do pai, o rei George VI. Tempo para se acostumar a ela não lhe faltou: desde então o duque de Edinburgo tornou-se o mais longevo consorte e o homem mais velho da História da monarquia britânica.

Leia mais:  OMS não classifica coronavírus como pandemia, mas é emergência
Continue lendo

Internacional

Mulher com as unhas mais longas do mundo as corta pela primeira vez em quase 30 anos

Publicado

Com mais de 73,355 centímetros de comprimento, unhas de Ayanna Williams serão expostas em museu dos Estados Unidos

Ayanna Williams, que entrou para o Livro dos Recordes com as unhas mais longas em um par de mãos femininas, finalmente cortou as garras.

A recordista conquistou o título em 2017 com as unhas na época medindo 73,355 centímetros de comprimento, precisando de dois frascos de esmalte para pintá-las, segundo o Guinness.

Antes de cortar as unhas neste mês, ela quebrou o recorde de 2017 e precisou de três ou quatro frascos de esmalte, embora a loja não tenha revelado a medida mais recente.

Procedimento realizado para cortar as unhas de Ayana Foto: GUINNESS WORLD RECORDS

Procedimento realizado para cortar as unhas de Ayana.

Williams foi a uma clínica para que suas unhas fossem cortadas com uma “ferramenta rotativa elétrica”.

“Estou confusa confusas sobre meus bebês”, disse ela sobre suas unhas, revelando que as está cultivando há “cerca de 28 ou 29 anos”.”Estou pronta para uma nova vida. Sei que vou sentir falta delas, mas é hora de elas irem. Estou cansada delas.”

Ayana com as unhas cortadas Foto: GUINNESS WORLD RECORDS

Ayana com as unhas cortadas.

“Com ou sem minhas unhas, ainda serei a rainha. Minhas unhas não me fazem, eu faço minhas unhas!”, ela afirmou.

Ela também revelou que sua decisão de cortar as unhas decorreu da dificuldade de realizar tarefas diárias.

“Com os meus movimentos, tenho que ser muito, muito cuidadosa. Normalmente, na minha mente, já estou me preparando para o próximo passo que tenho que fazer para ter certeza de que não vou me machucar com as unhas – ou quebrar elas “, revelou Williams. “Estou animada para cortar minhas unhas porque estou ansiosa por novos começos.”

As unhas de Williams serão preservadas num museu em Orlando, na Flórida.

“Vai ser incrível”, disse ela ao Guinness. “Vai ser como uma cera de mim mesma, embora sejam apenas minhas unhas. Mal posso esperar para ver isso, de verdade. Vou estar sorrindo de orelha a orelha”, comemorou.

Leia mais:  PF prende em Portugal suspeito de invasão ao site do TSE
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana