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Brasil

Corpo de idosa é trocado com de homem com suspeita de covid-19

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Francisco Carlos da Silva, de 54 anos, foi enterrado na zona sul de São Paulo enquanto sua família aguardava chegada do corpo em Santo André

Uma idosa de 92 anos teve o corpo trocado com o de um homem com suspeita de covid-19 no Centro Hospitalar de Santo André, no Grande ABC, nesta quinta-feira (9). Francisco Carlos da Silva, de 54 anos, foi enterrado no cemitério São Luiz, na zona sul de São Paulo, no lugar da idosa. A prefeitura considerou o caso como “inconcebível”  e pediu apuração imediata. O caso está sendo investigado pelo 1º DP de Santo André. 

A família de Francisco aguardava a chegada do corpo dele ao Cemitério do Curuçá, em Santo André, quando foi avisada do erro por um agente funerário. “A gente já estava ali na dor, no sofrimento do falecimento dele. E assim, do nada, o corpo sumiu. Pra onde foi? O que aconteceu? Logo em seguida ele já tinha sido sepultado”, conta uma das filhas de Francisco, Ingrid Suelen Vieira da Silva, de 29 anos.

Francisco era asmático e já havia passado por um transplante de rim. Foi internado com falta de ar na madrugada de domingo (5) e faleceu na quarta-feira (8). Como os sintomas são similares com os da covid-19, o caso foi registrado como suspeito, disse Ingrid.  A família agora vai pedir autorização judicial para exumar o corpo. Ainda não há previsão para o novo enterro. 

Investigação

De acordo com a secretaria de Segurança Pública, a polícia vai ouvir familiares dos falecidos e funcionários da unidade de saúde responsáveis pelo processo de liberação dos corpos serão ouvidos. Uma série de diligências está em andamento para esclarecer os fatos.

“Lamentavelmente as informações procedem”, afirma em nota a prefeitura de Santo André. Segundo o órgão, a diretoria do hospital acolheu as duas famílias envolvidas no episódio. “Se não bastassem a dor da perda e a tristeza de nem poder se despedirem dos corpos de uma maneira digna, os familiares ainda tiveram que passar por um constrangimento dessa natureza”, diz o texto. 

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Bebê nasce com o cabelo totalmente branco e vira atração no Rio Grande do Sul

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A mãe disse que a médica falou que o bebê seria albino, mas até então ela não tinha visto

Lucas Valentim Martinelli nasceu com o cabelo totalmente branco. A mãe Dirce Soares, de 30 anos, que tem outros três filhos com os cabelos pretos, ficou muito surpresa, afinal é o primeiro filho que nasce com cabelo toatlmente branco.

A mãe disse que a médica falou que o bebê seria albino, mas até então ela não tinha visto.

Qual não foi sua surpresa ao olhar o filho pela primeira vez.

O menino nasceu no dia 20 de abril e ficou famoso no município de Erval Grande, no Rio Grande do Sul, onde a família mora.  

Albinismo 

A alteração genética que provoca a ausência completa ou parcial de pigmento na pele, cabelos e olhos é considerada rara, ocorre quando a pessoa recebe dois genes defeituosos, um de seu pai e outro de sua mãe.

A incidência de albinismo no mundo é de cerca de 1 caso para cada 20.000 nascimentos, de acordo com estimativa da ONU.

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Em um ano, PF abre 931 inquéritos sobre fraude do auxílio

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Desde o início do programa, em abril de 2020, foram realizadas 332 operações, 44 prisões e R$ 1 milhão de bens apreendidos

Após um ano, a Polícia Federal já instaurou 931 inquéritos policiais para investigar as fraudes no auxílio emergencial. Desde o início programa, em abril do ano passado, foram realizadas 332 operações policiais, com 44 prisões, 83 indiciados e R$ 1 milhão de bens apreendidos, em todos os estados e Distrito Federal.

A informação é de um levantamento da própria PF, com dados das operações realizadas de 6 de abril de 2020 até o dia 3 de maio deste ano. Entre os principais golpes registrados está o cadastramento no aplicativo Caixa Tem em nome de terceiros para recebimento do benefício de forma fraudulenta. Depois, os acusados transferem os valores para contas vinculadas ou emitem boletos bancários para retirada do dinheiro.

Só no último mês de abril, quando começou a segunda rodada do benefício, foram 24 operações contra grupos fraudadores. O número de ações este ano (199) ultrapassa o de 2020 (133).

O estado com maior número de inquéritos é o Rio Grande do Sul, que registrou 245 investigações instauradas. Em seguida vem São Paulo, com 180, seguido pelo Rio de Janeiro, com 129.

O maior número de prisões em uma única operação ocorreu em 31 de março deste ano, no Matro Grosso, quando 12 pessoas presas acusadas de 1.570 saques de benefícios, entre os meses de abril de 2020 e março de 2021, resultando em um prejuízo superior a R$ 1,3 milhão. 

A operação Segunda Parcela, em 10 de dezembro de 2020, também se destacou ao resultar no cumprimento de 42 mandados de busca e apreensão, sete mandados de prisão e 13 mandados de sequestro de bens. Além disso, contou com a participação de 152 policiais federais e a determinação de bloqueio de ativos da ordem de R$ 600 mil.

Cancelamentos

Criado para minimizar o impacto da crise do novo coronavírus na população de baixa renda e de trabalhadores informais, o benefício foi pago no ano passado em cinco parcelas de R$ 600 e quatro de R$ 300. Neste ano, a nova rodada do auxílio emergencial começou em abril, com quatro parcelas mensais em média de R$ 250.

Segundo o governo federal, já foram detectados e cancelados o cadastramento de mais de 3,82 milhões de pedidos irregulares e deixaram de sair indevidamente dos cofres públicos cerca de R$ 2,3 bilhões.

As medidas fazem parte da força-tarefa chamada Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial, da qual participam a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, o Ministério da Cidadania, a Caixa, a Receita Federal, a Controladoria-Geral da União e o Tribunal de Contas da União.

A Polícia Federal investiga os pagamentos indevidos e as tentativas de cadastramento irregulares com ferramentas que identificam a atuação de organizações criminosas e fraudes estruturadas. Os pagamentos indevidos são analisados pelas instituições da força-tarefa.

Após cruzamento de dados e aplicação de filtros, feitos pelo Ministério da Cidadania e pela Caixa, as informações com suspeitas de irregularidades são enviadas à Polícia Federal para que integrem a Base Nacional de Fraudes no Auxílio Emergencial. A ferramenta é utilizada pela PF para identificar a atuação de grupos criminosos.

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