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Brasil

Costureira restaura bonecas do lixo e faz doação para crianças carentes

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Uma costureira de Cariacica, no Espírito Santo, transformou o natal de diversas crianças da região onde mora. Conheça a história e se inspire

Francisca Monteiro, de 67 anos, é conhecida como ‘Chiquita costureira’ e faz juz ao nome. Com a ajuda da máquina de costura, ela transforma bonecas velhas em presentes novos e, assim, leva alegria para o natal de diversas crianças carentes da região onde mora, em Cariacica, no Espírito Santo.  “Sempre senti vontade de ajudar as pessoas que passam necessidade”, contou.

Costureira há quase 50 anos, depois que se aposentou do trabalho como doméstica, Francisca continuou com as costuras para complementar a renda de casa. Em 2016 teve a ideia de restaurar bonecas velhas para presentear as crianças da igreja que frequenta. Na ocasião, juntou algumas que achou no lixo e com retalhos fez 18 bonecas. De lá pra cá pegou gosto e não parou mais.

Em 2017, Chiquita restaurou 43 bonecas. Já em 2018, foram 101. Neste ano de 2019, fez mais mais de 200 bonecas. “É uma alegria ver as crianças com as bonecas, elas ficam muito felizes”, disse a costureira 

Em 2017, Chiquita restaurou 43 bonecas. Já em 2018, foram 101. Neste ano de 2019, fez mais mais de 200 bonecas. “É uma alegria ver as crianças com as bonecas, elas ficam muito felizes”, disse a costureira.

A costureira já começou os preparativos para o próximo ano e não pretende parar. “Aqui em casa não tivemos isso, minha mãe criou sete filhos sozinha. No natal, mal tínhamos o que comer. Pescávamos peixes no rio para fazer a ceia e nunca ganhamos presentes, os meninos faziam os brinquedos com latas de óleo”, revela Francisca.

“Nesse ano, a maior parte foi para a igreja, 30 para projetos sociais, 12 para a Pastoral da Criança e uma parte para o Hospital Santa Rita, que atende crianças com câncer”, conta Chiquita.

Além das instituições, ela também ajudou a organizar uma festa de natal para as crianças do bairro Novo Horizonte, afetado por enchentes este ano. “Quase não dava, mas pensei ‘vamos dar um jeito, se deixar pra fazer a festa em janeiro perde o sentido’”. Assim, ela decidiu que colocaria algumas bonecas à venda para conhecidos e, com o dinheiro arrecadado, conseguiu comprar 40 caixas de bombom e 500 picolés.

Para tirar o mofo e os rabiscos de caneta, Francisca dá a dica: pomadas para acne são a solução 

Algumas bonecas são encontradas no lixo e estão em péssimo estado, sujas e mofadas. Francisca faz todo um processo de restauração, costura roupas novas, troca o enchimento e deixa tudo parecendo novo.

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Algumas bonecas são encontradas no lixo e estão em péssimo estado, sujas e mofadas. Francisca faz todo um processo de restauração, costura roupas novas, troca o enchimento e deixa tudo parecendo novo

 

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Brasil

Desemprego recua para 12,6% e atinge 13,5 milhões no 3º trimestre

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Taxa representa uma queda de 1,6 ponto percentual no volume de desocupados entre julho e setembro, aponta IBGE

O Brasil encerrou o terceiro trimestre de 2021 com 13,5 milhões de profissionais fora do mercado de trabalho, número que corresponde a 12,6% da população economicamente ativa. A taxa é 1,6 ponto percentual inferior à registrada entre os meses de abril e junho.

A informação, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (30), corresponde também a um recuo no nível de desemprego na comparação com o trimestre finalizado em setembro, quando 13,7 milhões (13,2% da população) estavam fora do mercado de trabalho.

O recuo do desemprego ocorre no mesmo momento em que a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) indica o crescimento de 4% do número de profissionais alocados no mercado de trabalho, atualmente em 93 milhões.

Adriana Beringuy, coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, avalia que “houve um processo significativo de crescimento da ocupação, permitindo, inclusive, a redução da população desocupada, que busca trabalho, como também da própria população que estava fora da força de trabalho”.

Diante do crescimento no número de profissionais no mercado de trabalho, o nível da ocupação, percentual de pessoas em idade de trabalhar que estão no mercado de trabalho, chegou a 54,1%. No segundo trimestre, esse percentual era de 52,1%.

O aumento na ocupação está relacionado, principalmente, com as atividades de comércio (7,5%), com 1,2 milhão de trabalhadores a mais, indústria (6,3%, ou 721 mil pessoas), construção (7,3%, ou 486 mil pessoas) e serviços domésticos (8,9%, com adição de 444 mil pessoas).

Informalidade

A pesquisa mostra ainda que a informalidade responde por 54% do crescimento da ocupação no período entre os meses de julho e setembro deste ano.

Entre as categorias de emprego que mais cresceram na comparação com o trimestre anterior aparecem os empregados do setor privado sem carteira assinada (10,2%), que somaram 11,7 milhões de pessoas.

No mesmo período, o número de trabalhadores domésticos avançou a 5,4 milhões, aumento de 9,2%. Trata-se da maior alta da série histórica do IBGE, iniciada em 2012. O contingente atual desses trabalhadores, no entanto, segue inferior ao do período pré-pandemia.

Se considerados apenas os trabalhadores sem carteira, houve aumento de 10,8% da população ocupada, o que representa 396 mil pessoas fora do grupo de desocupados.

Para Beringuy, os dados confirmam o processo de recuperação que já vinha ocorrendo desde junho. “A categoria dos empregados domésticos foi a mais afetada na ocupação no ano passado e nos últimos meses”, explica ela.

Salários

Apesar do avanço no número de pessoas ocupadas, o rendimento real recebido pelos trabalhadores no terceiro trimestre foi de R$ 2.459.

O valor representa uma queda de 4% em comparação aos três meses anteriores e de 11,1% em relação ao mesmo período do ano passado. A massa de rendimento (R$ 223,5 bilhões), por sua vez, ficou estável nas duas comparações.

De acordo com Beringuy, esses números mostram que o aumento da ocupação foi puxado por postos de trabalho com salários menores.

“Há um crescimento em ocupações com menores rendimentos e também há perda do poder de compra devido ao avanço da inflação”, avalia a coordenadora da pesquisa.

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Brasil

Miss é presa por dopar e roubar clientes durante programa

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Mikaelly da Costa Martinez é suspeita por diversos crimes em São Paulo, Santa Catarina e RJ. Miss transexual tem 17 anotações em Mato Grosso

A atual miss trans*x Brasil, Mikaelly da Costa Martinez, de 25 anos, considerada a transexual mais bonita do país em 2019, foi presa no Rio de Janeiro por suspeita de chefiar uma quadrilha que rouba clientes durante programas s*xuais.

De acordo com policiais da 16ª DP (Barra da Tijuca), uma das vítimas do crime relatou ter saído de um bar na Avenida Érico Veríssimo, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, em julho deste ano, por volta da meia-noite, rumo a um motel nas proximidades.

As informações são do Extra.

No estabelecimento, Mikaelly teria dado uma cerveja ao homem que a acompanhava junto com alguma substância. No depoimento, ele afirma ainda que Alexandre Porto Furtado Júnior, um comparsa da miss, teria aparecido no quarto junto com ela momentos depois.

Ao pagar a conta do motel, a vítima percebeu que teve três cartões de crédito e débito roubados, além de bens como celular e relógio.

Na ocasião, a miss transex teria saído correndo do local após furtar o homem. Dias depois, foram feitas três transações financeiras de R$ 6 mil e uma tentativa de empréstimo de R$ 5 mil.

Nomes diferentes

Em um segundo relato, a jovem também é suspeita por crime semelhante. Neste caso, com transações bancárias através do PIX para a conta de outros criminosos.

Segundo as investigações, Mikaelly da Costa usa diversos nomes na hora dos crimes, o que dificulta sua identificação. Apenas em Mato Grosso do Sul, seu estado natal, ela possui 17 anotações criminais por furto, além de dano e receptação.

Em 2015, foi presa em flagrante por matar a travesti Douglas dos Santos Pinheiro, conhecida pelo nome Verônica Bismark, com um golpe de canivete em Coxim (MS). A jovem também é suspeita por crimes em São Paulo e Santa Catarina.

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