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Medicina e Saúde

Covid-19: Estado abre mais 37 leitos de UTI ainda neste ano

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Até o momento, o Espírito Santo registra 239.036 casos confirmados da covid-19 no estado, além de 4.941 mortes causadas pela doença

O secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, concedeu, nesta segunda-feira (28), coletiva para atualizar informações sobre o enfrentamento à covid-19 no Espírito Santo. A primeira parte da entrevista abordou o censo sorológico dos professores e será comentado pelo gerente Estadual de Vigilância em Saúde, Orlei Cardoso, e pela médica infectologista da Subsecretaria de Estado de Vigilância em Saúde, Cristiana Costa Gomes.

O censo sorológico foi dividido por regiões. Na regional metropolitana, Vitória, Afonso Cláudio e Guarapari foram as cidades com maior número de amostras coletadas. Foram 15.639 ao todo, com 1.059 positivos. Ibatiba registrou o maior percentual de positividade, com 13,33% de casos positivos, em 60 amostras coletadas.

Por regional, São Mateus (Norte) ficou com 5,49% de positividade entre 1913 exames. Cachoeiro de Itapemirim (Sul), registrou 5,34% de 1555 coletas; Colatina (Central) teve registro de 5,60% em 1965 amostras; e a regional metropolitana, lidera com 6,77% de positividade.

O secretário Nésio Fernandes afirmou que até esta terça-feira (29), mais 37 leitos de UTI exclusivos para covid-19 serão abertos no Espírito Santo. Ele ainda relatou que pretende começar o ano de 2021 com um trabalho mais robusto para o enfrentamento da pandemia do estado.

“É necessário chamar a atenção da população que vivemos num contexto de alto risco da doença. O verão e as festas de final de ano tendem a ter um aumento de proliferação da doença. Muitas famílias capixabas compreenderam as orientações para o Natal. Então queremos reforçar que as festas de fim de ano seja também assim”.

O Subsecretário em Vigilância de Saúde, Luiz Carlos Reblin, destacou que cada cidade capixaba tem condições de acompanhar as atualizações do Painel Covid-19 para traçar estratégias para enfrentar a pandemia. “Se o município é litorâneo, pode ser feito uma restrição de acesso às praias, por exemplo. A prefeitura municipal pode adotar medidas complementares mais restritivas daquelas que são passadas pelo estado”, disse.

Reblin afirmou ainda que os municípios devem acompanhar a evolução da doença para traçar estratégias compatíveis com a realidade de cada local. “Cada cidade precisa acompanhar o desenvolvimento da doença em seu território e verificar as condições de funcionamento dos estabelecimentos que podem abrir neste período, além de adotar as medidas de fiscalização. Desde o início da pandemia não são permitidos grandes eventos com aglomeração, independente das festas deste período.

Sobre as cidades classificadas em risco alto, Nésio Fernandes destacou que as normas do estado passam a valer automaticamente quando o mapa entra em vigor. Ele também destacou que as cidades podem criar outras normas, desde que respeitem a hierarquia. “As medidas do governo do Estado já são válidas automaticamente com as mudanças da classificação do risco do município. A cidade pode criar normas, desde que não conflitem com a norma estadual. Está autorizado normas complementares”.

Sobre a vacinação, em que ainda não há previsão de início, o secretário afirmou que segue em diálogo com a indústria, mas destacou que há grande competitividade. “É muito difícil para os estados negociarem isoladamente, pela corrida que tem em todo mundo pela vacina. De fato, existe por parte do comportamento do governo brasileiro um atraso que tem assustado a todas autoridades sanitárias. Nossa perspectiva aponta que em fevereiro ou março estaremos iniciando a vacina de grupos prioritários. Não é possível aceitar o fato de não termos um calendário para a vacinação de todos os brasileiros. A vacinação é a principal medida capaz de vencer a pandemia”, destacou.

Casos

De acordo com a atualização mais recente do Painel Covid-19, da Secretaria de Saúde, até o momento, o Espírito Santo registra 239.036 casos confirmados da covid-19 no estado, além de 4.941 mortes causadas pela doença.

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Medicina e Saúde

Vacinados contra a covid-19 no ES não tiveram efeitos colaterais, diz subsecretário de Saúde

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Ele destacou que o Espírito Santo vive uma estabilidade tanto na taxa de contágio quanto na ocupação de leitos de UTI há algumas semanas

Mais de 5 mil capixabas já foram imunizados contra o novo coronavírus. As primeiras 101 mil doses da vacina CoronaVac chegaram ao Espírito Santo na segunda-feira (18) e começaram a ser distribuídas para os municípios na terça (19). Segundo subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, o balanço desta primeira etapa, até o momento, é positiva.

Reblin relatou que ainda não foi registrada nenhuma situação de efeito colateral com a vacina, que está sendo aplicada, prioritariamente, em idosos que vivem em asilos, profissionais da área da saúde que trabalham diretamente com pacientes infectados e em indígenas aldeados. “Tudo tem transcorrido de forma absolutamente tranquila em todas as cidades do Estado. Segundo nossos registros, até o início da tarde de quinta, tínhamos um pouco mais de 5 mil pessoas vacinadas”, contabiliza.

Ele acredita que, com a liberação de um sistema online de registro feito pelo Ministério da Saúde, esse número pode ser maior já que atualmente a contabilidade é manual e naturalmente demora a atualização mais frequente.

O subsecret´ário vê com esperança a chegada de dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, vindas da Índia, e que devem ser entregues ainda nesta sexta-feira no Brasil. Ele afirma que o diálogo com o Ministério da Saúde é constante. “As vacinas vindas da Índia irão para a Fiocruz e serão distribuídas para os Estados. Nós estamos aguardando qual será a quantidade destinada a cada Estado e quais os grupos que serão definidos para receber esta vacina”, informou, lembrando que o Ministério pode ser que modifique o público-alvo das vacinas nessa fase. 

O Espírito Santo, no momento, vive um quadro de estabilidade em relação à pandemia de covid-19. Com uma ocupação de leitos de UTI em 77%, o subsecretário acredita que não haverá mudança significativa no mapa de risco a ser apresentado no final da tarde desta sexta. “Nós temos alguma estabilidade nas internações há algumas semanas e continuamos monitorando, diariamente, esta situação. Se houver necessidade de ampliarmos os leitos de UTI, nós faremos essa ampliação para que a nossa taxa de ocupação não ultrapasse a faixa de 80%”, afirmou.

Pacientes de Manaus

Os 36 pacientes vindos de Manaus (AM) chegaram na noite de ontem ao Espírito Santo. Eles tiveram que ser transferidos a vários Estados devido ao sistema de saúde colapsado do Amazonas e da crise da falta de oxigênio. “Infelizmente, em Manaus, pacientes em enfermaria já precisavam de um cuidado mais intensivo. Eles foram avaliados ao chegar aqui. Alguns foram para UTI, foram entubados pois o quadro assim o exigia e outros permaneceram em leitos de enfermaria”, finalizou.

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Medicina e Saúde

Vacina contra a Covid-19 é aplicada em mais de 5 mil pessoas no Estado

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A primeira dose da vacina contra o novo Coronavírus (Covid-19) já foi aplicada em 5.110 pessoas no Espírito Santo. Os dados são do Programa Estadual de Imunizações, da Secretaria da Saúde (Sesa), referentes às vacinas aplicadas até as 15h desta quinta-feira (21). As doses da CoronaVac, do Instituto Butantan, começaram a ser distribuídas pela Secretaria da Saúde na terça-feira (19), para atender ao público-alvo definido pelo Plano Nacional de Vacinação (PNI) na primeira etapa da fase 1 da campanha de vacinação.

Os municípios da Região Metropolitana de Saúde realizaram, até o momento, a imunização de 1.223 pessoas; nos municípios da Região Sul foram 2.475; nos municípios da Região Central foram 644 vacinados; e os municípios da região Norte totalizaram 768 pessoas imunizadas.

A vacinação ocorrerá em duas doses, com um intervalo de tempo de quatro semanas. Para a aplicação da segunda dose, a Secretaria da Saúde realizará uma nova distribuição às Regionais, o que deve ocorrer na segunda semana do mês de fevereiro. 

Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19

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Para a primeira etapa da fase 1, a imunização se dará pelos trabalhadores da saúde (42.273); pessoas maiores de 60 anos residentes em instituições de longa permanência (2.970); pessoas maiores de 18 anos com deficiência residentes em Residências Inclusivas (210) e indígenas aldeados (2.793), em conformidade com os cenários de disponibilidade da vacina. O público idoso acima dos 75 anos não institucionalizados (155.760 capixabas) será contemplado com a disponibilidade de mais imunizantes, na segunda etapa da fase 1.

Ainda segundo determinações do Ministério da Saúde, a população-alvo da campanha nacional de vacinação contra a Covid-19 foi priorizada seguindo os critérios de exposição à infecção, além de maiores riscos para agravamento e óbito pela doença. O escalonamento desses grupos populacionais para vacinação se dará conforme a disponibilidade das doses de vacina.

Em relação à imunização dos profissionais da saúde, os critérios utilizados, segundo a Resolução CIB N° 007/2021, leva-se em consideração: os profissionais vacinadores; os das Instituições de Longa Permanência para Idosos; os trabalhadores de Unidades de Terapia Intensiva Covid-19, dos hospitais referências; trabalhadores da Urgência e Emergência; enfermaria dos hospitais Covid-19; e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU); profissionais da sala vermelha de Unidades de Pronto Atendimentos (UPAs e PAs); e profissionais dos Centros de Referência para a Covid-19, na Atenção Básica.

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