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Medicina e Saúde

Covid-19 pode causar queda de cabelo em infectados

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A dermatologista Lorena Barcelos explica que a queda associada ao novo coronavírus pode ser revertida com o tratamento adequado

A covid-19 pode causar queda de cabelo nos infectados, segundo a dermatologista Lorena Barcelos, que observou um aumento dos casos de eflúvio telógeno, queda aguda dos fios após uma infecção viral, entre os pacientes do seu consultório que já contraíram a doença.

O problema nos fios como consequência do contágio pelo novo coronavírus apareceu em um levantamento norte-americano realizado com 1500 pessoas pela Escola de Medicina da Universidade Indiana e pela Survivor Corps, que listou os sintomas que podem persistir mesmo após a recuperação da covid-19. 

Não há uma relação entre a gravidade do quadro desenvolvido pela covid-19 com o surgimento da queda de cabelo. “Ainda não se comprovou se existe um grupo de pacientes que têm mais predisposição. Pacientes que tiveram quadros graves podem não ter queda, e pacientes que tiveram quadros leves podem ter queda aguda”, afirma Barcelos.

A recomendação é a de que um dermatologista seja consultado aos primeiros sinais de queda e, assim, dar início ao tratamento adequado para cada pessoa, inclusive realizar um exame sorológico para identificar se não houve um contágio assintomático do novo coronavírus.

“Tem que tratar a queda na base, observar se há outra causa associada ou causa genética, e, a partir disso, se inicia com tratamento com loções, medicamentos, tratamentos a laser ou até mesmo injetáveis no couro cabeludo”, explica a dermatologista.

A especialista alerta para casos de negligência, em que se associa a queda a um evento passageiro após a covid e o tratamento não é feito a tempo de evitar danos mais graves aos fios. “A queda pode ser transitória e fácil de reverter, mas tem que sempre procurar uma consulta para que esse cabelo possa se recuperar por completo”.

Não há uma relação entre a gravidade do quadro desenvolvido pela covid-19 com o surgimento da queda de cabelo. “Ainda não se comprovou se existe um grupo de pacientes que têm mais predisposição. Pacientes que tiveram quadros graves podem não ter queda, e pacientes que tiveram quadros leves podem ter queda aguda”, afirma Barcelos.

A recomendação é a de que um dermatologista seja consultado aos primeiros sinais de queda e, assim, dar início ao tratamento adequado para cada pessoa, inclusive realizar um exame sorológico para identificar se não houve um contágio assintomático do novo coronavírus.

“Tem que tratar a queda na base, observar se há outra causa associada ou causa genética, e, a partir disso, se inicia com tratamento com loções, medicamentos, tratamentos a laser ou até mesmo injetáveis no couro cabeludo”, explica a dermatologista.

A especialista alerta para casos de negligência, em que se associa a queda a um evento passageiro após a covid e o tratamento não é feito a tempo de evitar danos mais graves aos fios. “A queda pode ser transitória e fácil de reverter, mas tem que sempre procurar uma consulta para que esse cabelo possa se recuperar por completo”.

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Medicina e Saúde

Beber esta quantidade de café por dia eleva risco de demência, diz estudo

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Uma nova pesquisa realizada por um grupo de investigadores da University of South Australia sugere que beber muito café pode ser nocivo para a saúde cerebral
No maior estudo do gênero feito até ao momento, pesquisadores apuraram que a ingestão excessiva de café está associada a um maior risco de desenvolvimento de alterações neurológicas prejudiciais e de demência, reporta um artigo publicado no site News Medical Life Sciences.

Uma equipe de cientistas da University of South Australia analisou os registos médicos de mais de 17 mil voluntários registrados no UK Biobank, uma base de dados médicos de cidadãos britânicos.

Consequentemente, os investigadores discerniram que os indivíduos que consumiam sete ou mais xícaras de café diariamente, apresentavam uma predisposição mais elevada de até 53% de virem a sofrer de demência.

Kitty Pham, neurocientista e líder do estudo, afirma que o novo estudo é extremamente relevante para a saúde pública.

A demência é uma condição degenerativa do cérebro que afeta a memória, o raciocínio, comportamento e a habilidade de executar tarefas simples do dia-a-dia. Sendo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em todo o mundo mais de 50 milhões de indivíduos sofram da patologia.

“Tendo em conta todas as variáveis possíveis, descobrimos através da análise de múltiplas evidências que o consumo excessivo de café estava significativamente associado a uma redução notória no volume cerebral”, disse Pham.

“Ou seja, beber mais de seis chávenas de café por dia pode colocá-lo em risco de doenças cerebrais, como demência e AVC’s”, concluiu. 

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Medicina e Saúde

Adolescentes entre 12 a 17 anos serão incluídos na vacinação contra covid

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Adolescentes com comorbidades serão os primeiros a serem imunizados

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou hoje (27) que adolescentes de 12 a 17 anos serão incluídos no Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a covid-19. A inclusão será iniciada após envio da primeira dose para a vacinação de adultos com mais de 18 anos. Adolescentes com comorbidades serão os primeiros a serem imunizados.

A medida foi acertada durante reunião entre o ministério e representantes de estados e municípios.

Também foi definido que, após a distribuição da primeira dose dos imunizantes para todo o país, o ministério deve decidir sobre a antecipação do intervalo entre as duas doses da Pfizer, que, atualmente, é de 90 dias. Na bula do fabricante, o intervalo é de 21 dias.

A redução é estudada para acelerar a imunização diante do crescimento dos casos de pessoas infectadas com a variante delta do vírus da covid-19.

“Nossa expectativa é atingir a população acima de 18 anos vacinada até o começo de setembro. A partir daí, vamos discutir a redução no intervalo da dose da Pfizer, assim a gente avançaria com a segunda dose em um número maior de pessoas e também os abaixo de 18 anos”, explicou o ministro.

Os estados e municípios ainda deverão seguir as orientações do Ministério da Saúde sobre os intervalos entre as doses de vacinas e outras recomendações do PNI. 

Fonte: Agência Brasil

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