conecte-se conosco


Medicina e Saúde

Covid-19: recomendações aos pacientes em isolamento domiciliar e aos cuidadores

Publicado

Com o aumento diário de casos do novo Coronavírus (Covid-19) no Espírito Santo, os cuidados durante o isolamento domiciliar se fazem ainda mais essenciais à população, em especial aos pacientes suspeitos ou confirmados e aos seus cuidadores.

Em caso de paciente testado positivamente ou com suspeita é importante que, se possível, fique separado, em um quarto privativo, além da circulação restrita dentro da residência e com uso de máscara, além de uma série de cuidados de higienização, como explica a infectologista e consultora técnica da Secretaria da Saúde (Sesa), Tânia Reuter.

“É importante que esse paciente tenha um quarto privativo para ele e que tenha o mínimo contato possível com os moradores. Quando precisar circular pelos ambientes da casa, que o faça sempre com uso da máscara. Em casas pequenas, onde essa separação não é possível, o paciente deve fazer uso da máscara de forma continua. Em relação aos cuidadores, os mesmos devem fazer uso de máscara e luvas de látex sempre que forem prestar atendimento ao paciente suspeito ou confirmado de infecção pelo novo Coronavírus”, pontuou Tânia Reuter.

O isolamento domiciliar requer ainda outros cuidados específicos. As roupas de uso pessoal, de cama e banho devem ser lavadas separadamente. E se não for possível o uso de banheiro exclusivo, o ambiente poderá ser compartilhado respeitando medidas de higienização a cada uso feito pelo paciente.

Além disso, a limpeza da casa pode ser realizada com uso de sabão, álcool 70% e desinfetantes, com atenção em especial às superfícies e, se possível, o uso de luvas pelo paciente sempre que sair do quarto. Também é preciso ficar atento aos cuidados com higienização das mãos, lavando-as constantemente, além de manter a casa arejada, evitando o confinamento, como ficar dentro de um ambiente fechado por muito tempo. 

 

Se eu ficar doente

Seguindo as orientações do Ministério da Saúde, caso você se sinta doente, com sintomas de gripe, é necessário que evite contato físico com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos e que fique em casa por 14 dias. Só procure um hospital de referência se estiver com falta de ar.

Em caso de diagnóstico positivo para COVID-19, siga as seguintes recomendações:

– Fique em isolamento domiciliar.

– Utilize máscara o tempo todo.

– Se for preciso cozinhar, use máscara de proteção, cobrindo boca e nariz todo o tempo.

– Depois de usar o banheiro, nunca deixe de lavar as mãos com água e sabão e sempre limpe vaso, pia e demais superfícies com álcool ou água sanitária para desinfecção do ambiente.

– Separe toalhas de banho, garfos, facas, colheres, copos e outros objetos apenas para seu uso.

– O lixo produzido precisa ser separado e descartado.

– Sofás e cadeiras também não podem ser compartilhados e precisam ser limpos frequentemente com água sanitária ou álcool 70%.

– Mantenha a janela aberta para circulação de ar do ambiente usado para isolamento e a porta fechada, limpe a maçaneta frequentemente com álcool 70% ou água sanitária.

 

Leia mais:  Hemoes inicia pesquisa do uso de plasma para pacientes com Covid-19

Caso o paciente não more sozinho, os demais moradores da devem dormir em outro cômodo, longe da pessoa infectada, seguindo também as seguintes recomendações:

– Manter a distância mínima de 1 metro entre o paciente e os demais moradores.

– Limpe os móveis da casa frequentemente com água sanitária ou álcool 70%.

– Se uma pessoa da casa tiver diagnóstico positivo, todos os moradores ficam em isolamento por 14 dias também.

– Caso outro familiar da casa também inicie os sintomas leves, ele deve reiniciar o isolamento de 14 dias. Se os sintomas forem graves, como dificuldade para respirar, ele deve procurar orientação médica.

publicidade

Medicina e Saúde

Consumir café e outras bebidas quentes pode elevar os riscos de grave doença

Publicado

Veja dica simples que ajuda na prevenção

A maioria das pessoas gosta de tomar um cafezinho quentinho feito na hora. O que muita gente não sabe é que essa ação, que aparentemente é inofensiva, pode, ao longo da vida das pessoas, representar perigo à saúde. Em uma matéria publicada pelo portal espanhol Sputnik, o Dr Suri Dadasheva fala sobre as consequências que a ingestão de bebidas muito quentes pode causar no organismo.

É um hábito comum da maior parte das pessoas gostar de uma bebida quente, especialmente quando o clima está ameno. Nesse período, as pessoas costumam consumir essas bebidas para esquentar o corpo quando está frio. No entanto, a ingestão de forma incorreta dos líquidos quentes pode trazer graves consequências à saúde do indivíduo.
A ingestão de café, chá e outros líquidos quentes podem aumentar as chances de se ter câncer no esôfago. Para quem não sabe, o esôfago é o órgão responsável por levar os alimentos até o estômago. Porém, quando o alimento com mais de 60 graus entra em contato com as paredes do esôfago pode provocar feridas na região.
Ao danificar estas células, o aparecimento das pequenas feridas pode acabar provocando um câncer. Uma alternativa para não desenvolver esse problema é evitar que as células presentes no esôfago sejam danificadas. Para que ocorra uma diminuição da chance de a longo prazo o indivíduo ter câncer por causa do consumo de alimentos quentes, a dica é simples; basta esperar que o café (ou outro tipo de bebida) esfrie antes de tomar. Adicionar leite também é uma ótima opção.
Um estudo realizado pela International Journal of Cancer, importante jornal que libera de forma quinzenal pesquisas experimentais em pessoas com câncer, alertou que o consumo de duas xícaras de cafés ou chás na temperatura de 60 graus, aumentam em 90% o risco do desenvolvimento de câncer de esôfago.

Leia mais:  Bebê é diagnosticado com coronavírus no Noroeste do ES
Continue lendo

Medicina e Saúde

Cientistas criam método que reduz efeitos colaterais da quimioterapia

Publicado

Nanocristais de celulose são feitos a partir de vegetais e atuam limpando drogas que afetam células saudáveis durante tratamento

Pesquisadores dos Estados Unidos desenvolveram um método natural de remover resíduos de quimioterapia do organismo e, como consequência, reduzir os efeitos colaterais que fragilizam pacientes em tratamento contra o câncer.

A tecnologia chamada de nanocristais de celulose peluda foi criada por cientistas da Universidade Estadual da Pensilvânia e do Instituto Terasaki de Inovação Biomédica, em Los Angeles.

Ela tem como base materiais extraídos das paredes celulares da plantas, que são projetados para ter um número imenso de “cabelos” de cadeia de polímeros que se estendem de cada extremidade.

Segundo o estudo, publicado na revista científica Materials Today Chemistry, esses “cabelos” aumentam a capacidade potencial de captura das drogas usadas na quimioterapia, especialmente a doxorrubicina (DOX), no sangue dos pacientes.

Embora os remédios quimioterápicos tenham um alvo certo, eles podem exceder o local de ação e circular pelo corpo, causando efeitos indesejados, como queda de cabelo, anemia, infecções crônicas, febre, entre outros.

Os métodos estudados até hoje se mostraram pouco eficazes na remoção do excesso de DOX no sangue. Todavia, a tecnologia desenvolvida pelos cientistas dos EUA obteve resultados animadores em laboratório.

“A eficácia de ligação dos nanocristais foi testada em soro humano – a porção líquida rica em proteínas do sangue. Para cada grama de nanocristais de celulose peluda, mais de 6.000 miligramas de DOX foram efetivamente removidos do soro. Isso representa um aumento na captura de DOX de duas a três ordens de grandeza em comparação com outros métodos atualmente disponíveis”, diz o Instituto Terasaki de Inovação Biomédica em nota.

Os nanocristais também não tiveram qualquer efeito tóxico ou nocivo nas células vermelhas do sangue total ou no crescimento celular de células umbilicais humanas.

Os criadores deste método dizem acreditar que ele pode ajudar ainda mais no combate ao câncer, já que médicos terão a opção de usar doses mais altas de medicamentos, tendo um resultado melhor no tratamento e sem que o paciente sinta tantos efeitos colaterais.

“Para alguns órgãos, como o fígado, a quimioterapia pode ser administrada localmente por meio de cateteres. Se pudéssemos colocar um dispositivo baseado nos nanocristais para capturar o excesso de drogas que saem da veia cava inferior do fígado, um grande vaso sanguíneo, os médicos poderiam administrar doses mais altas de quimioterapia para matar o câncer mais rapidamente sem se preocupar em danificar células saudáveis. Quando o tratamento terminar, o dispositivo poderá ser removido”, exemplifica um dos autores do estudo, o professor assistente de engenharia química e biomédica da Universidade Estadual da Pensilvânia Amir Sheikhi.

Leia mais:  Covid-19: Antiviral espanhol reduz 99% da carga viral, diz estudo
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana