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Internacional

Covid: casos nas últimas 4 semanas superam 1º semestre de pandemia

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Comparação foi feita pelo diretor-geral da OMS, que disse estar preocupado com a ocupação de UTIs na Europa e na América do Norte

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanomm Ghebreyesus, afirmou, nesta sexta-feira (20), que foram notificados mais casos de infecção pelo novo coronavírus nas últimas quatros semanas, do que nos seis meses iniciais da pandemia de covid-19.

O líder da agência destacou a preocupação, especialmente no Hemisfério Norte, na Europa e América do Norte, com o grande número de pessoas internadas nas unidades de terapia intensiva (UTI) nos hospitais. Tedros admitiu o temor de um colapso nas redes nacionais de saúde.

Nesta quinta-feira (19), último dia com dados consolidados pela OMS, o número de mortes por covid-19 foi de 10.190. Essa foi a primeira vez desde 15 de agosto que  a marca de 10 mil óbitos provocados pela doença foi superada.

De acordo com informações preliminares disponibilizadas pela OMS, o balanço desta sexta-feira terá ainda mais vítimas.

Já a quantidade de notificação de casos ao longo de ontem foi de 605.126. Hoje, conforme aponta a Organização Mundial de Saúde, também será verificada uma alta.

Ao todo, desde o início da pandemia, a OMS já contabilizou 56.623.643 casos de infecções em todo o planeta, a maioria nas Américas que já tiveram 24.035.426.

O número de pessoas mortas pela covid-19 chegou a 1.355.963, com o Brasil aparecendo como o segundo no ranking de países com mais mortes, 167.455, apenas atrás dos Estados Unidos.

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Internacional

Morre o príncipe Philip, militar que se adaptou ao papel de coadjuvante da rainha da Inglaterra

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Morte aos 99 anos foi anunciada nesta sexta ‘com muito pesar’ pelo Palácio de Buckingham; ele e Elizabeth II, de 94, estavam casados havia 74 anos

Como consorte real, era incumbência do príncipe Philip acompanhar sua cônjuge, a rainha Elizabeth II, em suas tarefas como soberana: visitas oficiais a outros países, jantares e recepções de Estado, discursos de abertura do Parlamento, cerimônias e ritos honoríficos. 

Philip, que morreu nesta sexta-feira aos 99 anos, costumava ser discreto sobre o que pensava dessas atribuições. Embora tenha dito que, se pudesse escolher a qual profissão se dedicar, “preferiria ter continuado na Marinha, francamente”, afirmou também, na mesma entrevista ao Independent em 1992, que “tentou tirar o melhor” da vida como coadjuvante no casamento de 74 anos.

Sua morte foi anunciada por volta de meio-dia, horário de Londres (8h no Brasil), em um comunicado emitido pelo Palácio de Buckingham: “É com muito pesar que Sua Majestade, a rainha Elizabeth II, anuncia a morte de seu querido marido, Sua Alteza Real, o príncipe Philip, duque de Edinburgo”, disse o palácio em um comunicado. “[Philip] morreu tranquilamente nesta manhã no Palácio de Windsor. Anúncios subsequentes serão feitos em seu devido tempo. A família real se une ao povo ao redor do mundo no luto por sua perda.”

A morte de Philip não altera a linha de sucessão ao trono britânico, encabeçada pelo seu filho mais velho com a rainha, o príncipe Charles, de 72 anos, seguido do filho mais velho de Charles com a princesa Diana, o príncipe William, de 38. A saúde do duque de Edinburgo estava em declínio havia dois anos, quando ele teve que parar de dirigir depois de um acidente sem gravidade. Em março deste ano, ele foi operado do coração.

Philip e Elizabeth, de 94 anos, estavam casados desde 1947, cinco anos antes de ela ser alçada ao trono, com a morte do pai, o rei George VI. Tempo para se acostumar a ela não lhe faltou: desde então o duque de Edinburgo tornou-se o mais longevo consorte e o homem mais velho da História da monarquia britânica.

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Internacional

Mulher com as unhas mais longas do mundo as corta pela primeira vez em quase 30 anos

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Com mais de 73,355 centímetros de comprimento, unhas de Ayanna Williams serão expostas em museu dos Estados Unidos

Ayanna Williams, que entrou para o Livro dos Recordes com as unhas mais longas em um par de mãos femininas, finalmente cortou as garras.

A recordista conquistou o título em 2017 com as unhas na época medindo 73,355 centímetros de comprimento, precisando de dois frascos de esmalte para pintá-las, segundo o Guinness.

Antes de cortar as unhas neste mês, ela quebrou o recorde de 2017 e precisou de três ou quatro frascos de esmalte, embora a loja não tenha revelado a medida mais recente.

Procedimento realizado para cortar as unhas de Ayana Foto: GUINNESS WORLD RECORDS

Procedimento realizado para cortar as unhas de Ayana.

Williams foi a uma clínica para que suas unhas fossem cortadas com uma “ferramenta rotativa elétrica”.

“Estou confusa confusas sobre meus bebês”, disse ela sobre suas unhas, revelando que as está cultivando há “cerca de 28 ou 29 anos”.”Estou pronta para uma nova vida. Sei que vou sentir falta delas, mas é hora de elas irem. Estou cansada delas.”

Ayana com as unhas cortadas Foto: GUINNESS WORLD RECORDS

Ayana com as unhas cortadas.

“Com ou sem minhas unhas, ainda serei a rainha. Minhas unhas não me fazem, eu faço minhas unhas!”, ela afirmou.

Ela também revelou que sua decisão de cortar as unhas decorreu da dificuldade de realizar tarefas diárias.

“Com os meus movimentos, tenho que ser muito, muito cuidadosa. Normalmente, na minha mente, já estou me preparando para o próximo passo que tenho que fazer para ter certeza de que não vou me machucar com as unhas – ou quebrar elas “, revelou Williams. “Estou animada para cortar minhas unhas porque estou ansiosa por novos começos.”

As unhas de Williams serão preservadas num museu em Orlando, na Flórida.

“Vai ser incrível”, disse ela ao Guinness. “Vai ser como uma cera de mim mesma, embora sejam apenas minhas unhas. Mal posso esperar para ver isso, de verdade. Vou estar sorrindo de orelha a orelha”, comemorou.

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