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Internacional

COVID: Homem cobra R$ 1.890 e aplica vacina falsa em idosa

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Suspeito se passou por funcionário do serviço de saúde e cobrou mais de R$ 1.890 pelo imunizante contra covid-19 em Londres

A polícia de Londres, na Inglaterra, está investigando o caso de uma senhora de 92 anos que foi enganada por um golpista que disse ser do serviço de saúde e vendeu a aplicação de uma vacina falsa contra covid-19. As informações foram publicadas pelo jornal The Guardian.

A vítima disse ter recebido a visita do suspeito no dia 30 de dezembro e confiou que era realmente um funcionário que estava ali para aplicar a dose do imunizante. 

A aplicação, no entanto, seria realizada somente após o pagamento de uma taxa de 160 libras, o equivalente a R$ 1.168, em conversão direta. Para convercer, o criminoso disse que o valor seria reembolsado pelo serviço de saúde.

Após a aplicação, a vítima recebeu mais uma visita e teve que pagar mais 100 libras, cerca de R$ 730. Nesse dia, uma câmera próxima à casa da senhora flagrou o homem que teria 30 anos e usava um conjunto azul marinho. 

Suspeito foi flagrado por uma câmera após fazer uma segunda visita à casa da vítima

A vítima fez exames em um hospital local e os médicos não identificaram nenhuma doença ou problema de saúde que pode ter sido consequência da aplicação da falsa vacina.

Um porta-voz do governo disse que o serviço de saúde nunca irá cobrar pela vacina ou pedir informações bancárias das pessoas atendidas.

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Internacional

Índia supera o Brasil como segundo país com mais casos de covid-19

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País teve um aumento de casos, registrando mais de 168 mil novas infecções nas últimas 24h, e chegou a 13,5 milhões de contágios

A Índia superou o Brasil nesta segunda-feira (12) como o segundo país com o maior número de infecções de coronavírus, ao notificar um novo recorde diário de mais de 168 mil casos.

O país de 1,3 bilhão de habitantes registrou um rápido aumento de novas infecções nas últimas semanas, o que eleva o total de casos a 13,5 milhões, acima dos 13,48 milhões do Brasil. 

Os especialistas advertiram que as multidões, em sua maioria sem máscaras e aglomeradas, nos comícios nos estados com eleições programadas, as festas religiosas e outros eventos públicos estão alimentados a nova onda de infecções.

“Todo o país foi complacente: permitimos concentrações sociais, religiosas e políticas”, declarou à AFP Rajib Dasgupta, professor de Saúde da Universidade Jawaharlal Nehru. “Ninguém faz fila para o distanciamento social”, afirmou.

A Índia registrou mais 873 mil casos nos últimos sete dias, um aumento de 70% na comparação com a semana anterior, segundo os dados compilados pela AFP. 

Em comparação, o Brasil registrou pouco mais de 497 mil casos, com uma tendência de alta de 10% na comparação com a semana anterior. 

Estados Unidos, país mais afetado, registrou pouco menos de 490 mil casos, com uma tendência de alta de 9%. 

A alta na Índia, depois que o número de casos diários ficou abaixo de 9 mil no início de fevereiro, levou os estados e territórios mais afetados a anunciara restrições de movimento e de atividades.

O estado mais rico do país, Maharashtra, o principal responsável pela aceleração de casos, adotou um confinamento de fim de semana e toque de recolher noturno. 

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Internacional

Família invade hospital e ‘rouba’ corpo de parente morto por covid-19

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Os familiares afirmam que o hospital teria deixado o paciente morrer e questionam o laudo médico

Uma família invadiu um hospital e retirou o corpo de um familiar que havia morrido na unidade. O caso aconteceu na última quinta-feira (08), na cidade de Fundación, na Colômbia. 

De acordo com informações do portal de notícias colombiano RCN, Ramón Eliecer Quintero, de 59 anos, morreu por complicações da covid-19. No entanto, os familiares não concordaram com o diagnóstico médico e com os protocolos que são aplicados às vítimas do novo coronavírus, como enterros rápidos, com poucos pessoas presentes e com caixão fechado. 

Segundo as informações do RCN, a família afirma que o hospital teria deixado o paciente morrer e questiona o laudo médico, já que a vítima sofria de problemas respiratórios há cerca de 14 anos. 

O hospital negou que tenha deixado o paciente morrer e afirmou que Ramón recebeu todos os cuidados necessários enquanto esteve internado na unidade.

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