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Internacional

Covid: seis pessoas são presas no México por venderem vacina falsa

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Doses eram vendidas por até R$ 10 mil no município mais rico do país; autoridades lembraram que vacina é distribuída de graça

Pelo menos seis pessoas foram presas no estado mexicano de Nuevo León (norte) por vender uma vacina falsa contra a covid-19 a preços de até 2 mil dólares, cerca de R$ 10 mil, informaram as autoridades locais na quarta-feira (17).

Depois de receber uma denúncia, as autoridades policiais foram a uma casa na área metropolitana de Monterrey, onde encontraram falsas doses da vacina Pfizer/BioNTech e prenderam seis pessoas acusadas de vender a mercadoria.

“Temos evidências diretas de que é uma vacina fraudulenta (…) foi vendida por até 40 mil pesos”, revelou Hugo López Gatell, subsecretário mexicano de Saúde, em uma entrevista coletiva.

Monterrey é a terceira maior cidade do país, sede de empresas transnacionais e lar de ricos empresários. O local onde a vacina falsa foi colocada, no subúrbio de San Nicolás de los Garza, é o município mais rico do país, segundo estatísticas oficiais.

A Comissão Federal de Proteção contra Riscos Sanitários, que regulamenta tudo relacionado à saúde, afirmou em nota que os produtos encontrados são de “origem duvidosa”.

As autoridades sanitárias lembraram que no México nenhum indivíduo foi autorizado a comercializar a vacina contra a covid-19 e que o produto só é administrado gratuitamente pelo Ministério da Saúde.

O México começou a aplicar a vacina contra a covid-19 em 24 de dezembro, começando com o funcionários da saúde e um pequeno número de professores do leste do país. Desde a última segunda-feira, pessoas com mais de 65 anos começaram a ser vacinadas.

Até esta quarta-feira, o México registra 177.061 mortes por covid-19 e pouco mais de dois milhões de infecções.

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Internacional

Cinzas do vulcão Sinabung chegam a 5.000 metros de altura na Indonésia

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Autoridades indonésias elevaram o nível de alerta para três de uma escala que vai até quatro e limitaram acesso a até 5 km de distância do local

O vulcão Sinabung, na Indonésia, entrou em erupção nesta terça-feira (2) e chegou a expelir fumaça a 5.000 metros de altura nos céus da localidade de Karo, no norte da ilha de Sumatra.

Uma fazendeira da região trabalha normalmente enquanto as cinzas do vulcão do Monte Sinabung, na Indonésia, dominam os céus de Karo, ao norte da ilha de Sumatra neste terça-feira (2)

Uma fazendeira da região trabalha normalmente enquanto as cinzas do vulcão do Monte Sinabung, na Indonésia, dominam os céus de Karo, ao norte da ilha de Sumatra neste terça-feira (2).

Nesta outra imagem, donos das terras da região tentaram seguir a vida normalmente

Nesta outra imagem, donos das terras da região tentaram seguir a vida normalmente.

A Agência Geológica da Indonésia liberou imagens da erupção do vulcão Sinabung 

As autoridades indonésias elevaram o nível de alerta para o vulcão, que já está no terceiro de uma escala de quatro.

As autoridades indonésias elevaram o nível de alerta para o vulcão, que já está no terceiro de uma escala de quatro

Os cientistas registraram mais de 13 projeções que alcançaram 5.000 metros de altura sobre a ilha de Sumatra.

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Internacional

Jovem finge o próprio sequestro para não ter que trabalhar

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O rapaz acabou descoberto por detalhes na cena do crime e por não ter criado uma história consistente

Um rapaz de 19 anos forjou o próprio sequestro para não ter que ir trabalhar. Brandon Soules era funcionário de uma fábrica em Coolidge, nos Estados Unidos. 

No dia 10 de fevereiro ele colocou um lenço na boca, amarrou as mãos com o próprio cinto e deitou perto de uma rua movimentada. Quando o encontraram e chamaram a polícia, ele afirmou que havia sido sequestrado por dois homens mascarados.

“Ele nos informou que foi atingido na cabeça e colocado em um carro na frente de sua casa, por volta das 7 horas, mas quando localizamos imagens de uma câmera de vigilância na frente de sua casa, não vimos isso acontecer”, afirmou Mark Tercero, investigador de polícia local, em entrevista à NBC News.

Quando questionado do motivo do sequestro, o jovem disse que o pai dele “escondera dinheiro em alguma parte da cidade”, o que não foi confirmado por policiais.

O plano chegou a funcionar por alguns dias, mas uma análise feita em uma foto obtida pela polícia também revelou a farsa, como o cinto frouxo na mão dele. Chamado para depor novamente no dia 17, Brandon afirmou que inventou a história.

Logo depois, a polícia divulgou um comunicado sobre a resolução do caso para evitar pânico com a possibilidade de sequestradores estarem soltos na região. Não foi divulgada uma possível punição para Brandon, mas o jovem acabou perdendo o emprego.

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