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Crédito emergencial do Bandes movimentou cerca de R$ 110 milhões no ES em 2021

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A importância dos bancos públicos na atuação contra crises econômicas é fundamental para a sustentabilidade do pequeno, médio e grande empresário. No Espírito Santo, ações articuladas pelo Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) contribuíram decisivamente para atenuar o impacto das medidas de distanciamento social vivenciadas durante a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

Criado pelo Governo do Espírito Santo, o Fundo de Proteção ao Emprego foi um dos destaques das medidas socioeconômicas e teve como objetivos prover recursos para capital de giro e garantir o acesso facilitado ao crédito, por meio de financiamentos para empresários afetados pela crise econômica e de saúde pública decorrente da pandemia. O Bandes operador do fundo e de outras fontes de recurso foi responsável por injetar em 2021 cerca de R$ 110 milhões na economia capixaba, por meio das linhas de crédito do banco, em caráter emergencial.

“Os bancos de desenvolvimento como o Bandes têm um histórico de ter uma atuação mais presente junto aos empresários, em momentos de crises socioeconômicas. Com a vantagem de ter maior agilidade na resposta às necessidades do mercado e com políticas de juros mais baixos que as demais instituições financeiras, o banco oferta crédito que contribui para atenuar os efeitos da redução da atividade produtiva sentidos na economia”, pontuou o diretor-presidente do Bandes, Munir Abud de Oliveira.

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Este ano, em socorro às empresas afetadas pelos impactos da pandemia, o banco capixaba continua cumprindo seu papel e lançou a linha Bandes Retomada, um produto atrativo destinado a apoiar a recuperação econômica, que, ao mesmo tempo, fortalece o desenvolvimento e os investimentos das micro e pequenas empresas, consideradas as maiores geradoras de postos de trabalho em todo o Estado.

A linha Bandes Retomada fortalece o desenvolvimento e os investimentos das micro e pequenas empresas, consideradas as maiores geradoras de postos de trabalho em todo o Estado. “Os recursos são provenientes de uma captação de US$ 30 milhões com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para ampliar a disponibilidade de linhas de financiamento para capital de giro emergencial, destinadas às micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) capixabas. Além disso, pelo convênio com o banco internacional, a linha também vai destinar, no mínimo, 20% das operações de financiamentos para empresas lideradas por mulheres”, complementou Munir Abud.

Para disponibilizar mais recursos, uma das ações implementadas pelo Bandes e que conferiu agilidade nos processos de financiamento foi a redução das exigências de documentação. O banco vem disponibilizando modelos de projetos de financiamento mais simplificados para que os empresários pudessem apresentar as solicitações e, após análise, ter acesso aos recursos com mais celeridade. Todo o processo foi centralizado em canais de atendimento on-line, permitindo o distanciamento físico, os cuidados com a saúde e mantendo a oferta de crédito em um momento de necessidade das empresas por acesso ao capital de giro.

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Ranking Internacional: Vila Velha é a mais transparente da Grande Vitória

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Vila Velha é a cidade líder da Grande Vitória em transparência pública e governabilidade. O dado é da ONG Transparência Internacional, que avaliou todos os 78 municípios do Espírito Santo no Ranking Capixaba de Transparência e Governança Pública 2022, lançado nesta terça (5).

Vila Velha é o 2º lugar geral no Espírito Santo com 95,73 pontos. O município está entre os poucos com nota considerada ótima.

O objetivo é estimular essas prefeituras a melhorarem suas agendas de transparência, participação cidadã, abertura de dados, transformação digital, acesso à informação e combate à corrupção.

A escala do ranking vai de 0 a 100 pontos. A nota 0 (péssimo) significa que a prefeitura é avaliada como fechada à participação da sociedade e 100 (ótimo) indica que ela oferece alto grau de transparência e participação social.

Para se chegar ao resultado, foram avaliados os portais de transparência e sites oficiais das prefeituras capixabas, usando metodologia da Transparência Internacional – Brasil, com o objetivo de oferecer um instrumento adicional para que a sociedade, a imprensa e os próprios órgãos de controle tenham acesso à informação e monitorem as ações do poder público na promoção da transparência, da participação social e no combate à corrupção.

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O prefeito Arnaldinho Borgo disse que o município deu um salto em transparência pública e isso mostra o nível de comprometimento e respeito não só com os recursos, mas mostra para os munícipes e órgãos de controle como esses recursos voltam à sociedade. 

“Em 2020 estávamos em 23º lugar, chegamos ao 3º em 2021 e já estamos melhor colocados na avaliação da Transparência Internacional. Ou seja, Vila Velha bem avaliada por órgão internacional, se destacando e caminhando para a 1ª colocação na avaliação oficial do Tribunal de Contas, previsto para ser divulgado no próximo mês de agosto. Esse dado é muito importante, fruto de muito trabalho da nossa equipe qualificada”, avalia o prefeito Arnaldinho Borgo. 

O secretário de Controle e Transparência, Otávio Postay, ressalta que “o resultado positivo reflete o conjunto de várias ações internas voltadas para o desenvolvimento de uma gestão pública transparente, que oferece informações à sociedade, permitindo ao cidadão colaborar no controle das ações do governo e se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam”.

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Confira aqui o ranking completo com as notas dos municípios capixabas.

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Nova carga: primeiros vagões de celulose solúvel chegam ao Portocel

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A carga, da LD Celulose, chegou por ferrovia, oriunda da fábrica que fica na região do Triângulo Mineiro

Aracruz – O Portocel, terminal portuário situado no município de Aracruz (ES), recebeu no final da última semana 62 vagões de celulose solúvel produzida pela LD Celulose, que iniciou a operação de sua fábrica instalada entre os municípios de Indianópolis e Araguari, no Triângulo Mineiro. Este é o primeiro carregamento do produto e marca o início da parceria da empresa com o Portocel, que deve exportar toda a produção da companhia – cerca de 500 mil toneladas/ano quando estiver operando a plena capacidade. 

Para operar com essa nova carga, Portocel investiu cerca de R$ 38 milhões em adequações de infraestrutura, incluindo a ampliação do ramal ferroviário e a cobertura de um trecho dos trilhos. A primeira carga, recebida na noite do dia 1º de julho, foi estocada na área de armazéns do porto, enquanto aguarda o embarque.

A LD Celulose, uma joint venture entre o grupo austríaco Lenzing e a brasileira Duratex, vai destinar a produção ao abastecimento das unidades da Lenzing, que fornece fibras celulósicas a fabricantes globais de têxteis e não tecidos. A chegada dessa nova carga está alinhada à estratégia de Portocel de atrair novos clientes e fortalecer seu posicionamento como opção logística diferenciada.

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O Terminal, controlado pela Suzano e Cenibra, é reconhecido pela excelência na movimentação de produtos florestais, e vem utilizando essa mesma excelência para atrair outros clientes e diferentes tipos de carga. Um exemplo é a movimentação de granito, iniciada no final de 2020, além de produtos siderúrgicos e outros materiais que o porto já movimenta. 

“Temos investido fortemente em modernização, com novas tecnologias e aperfeiçoamento de nossas equipes. Assim estamos fortalecendo a parceria com os atuais clientes e atraindo novas cargas. Somos um porto multimodal, podemos receber carga por ferrovia, rodovia e por cabotagem marítima, condições que nos diferenciam em logística portuária”, destaca Valeria Becalli Provete, gerente de Estratégia e Gestão de Novos Negócios de Portocel.

Sobre Portocel – Com capacidade para embarcar 7,5 milhões de toneladas/ano de cargas, Portocel é reconhecido por sua eficiência na movimentação de produtos florestais e outras cargas, dispondo de completa infraestrutura logística, instalações e equipamentos integrados a diferentes modalidades de transporte: importação e exportação, longo curso e cabotagem, cargas gerais, projetos, granéis e operações de oil & gas. O porto é controlado por dois grandes players do setor de celulose e papel: a Suzano e a Cenibra. Com localização privilegiada no município de Aracruz (ES), o terminal está conectado por malha rodoviária e ferroviária aos principais centros produtivos e de consumo do país.

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