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Política Nacional

Crivella critica pesquisas eleitorais e diz que quer apoio de políticos conservadores e evangélicos

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RIO – Segundo colocado no primeiro turno, com 21,9% dos votos, o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos), fez críticas aos institutos de pesquisa nesta segunda-feira, 16, e sugeriu que a juíza Regina Chuquer, responsável pela 23ª zona eleitoral do Rio e pela 6ª Vara da Fazenda Pública, persegue ele e sua administração. Ele declarou ainda que irá atrás de apoio de candidatos “conservadores, de direita e evangélicos”.

As declarações dominaram os mais de 50 minutos de discurso do prefeito aos jornalistas. O atual prefeito passou a maior parte do tempo criticando as gestões de Eduardo Paes – as quais classificou como “a mais corrupta da história do Rio de Janeiro. Crivella ainda afirmou que os donos dos institutos de pesquisa “têm preferências”.

“As pesquisas estavam tendenciosas. Eu sempre com 10%, 12%, mas aí na hora da eleição dá 20%. Margem de erro de 10%! Margem de erro de 10%, caramba!”, ironizou. “Pelo amor de Deus, isso aí é um escândalo.”

Na sequência, citou a juíza eleitoral. “A nossa querida juíza eu já conheço. Sou prefeito, eu perdi 18 vezes com ela na (concessionária) Lamsa”, declarou Crivella, citando decisões de Regina Chuquer contra a encampação da Linha Amarela, que era administrada pela concessionária. “As cinco horas da manhã ela me deu uma multa, que eu tinha que pagar R$ 50 mil por dia!”

Crivella também agradeceu ao apoio do presidente Jair Bolsonaro, que apesar de votar no Rio na manhã de domingo não se encontrou com ele. O atual prefeito disse que gostaria de contar novamente com o apoio no segundo turno. “Bolsonaro engrandece, enobrece, dignifica nossa campanha”, sustentou.

Sobre alianças, Marcelo Crivella afirmou que irá buscá-las “entre os conservadores, de direita e evangélicos”. Ele espera contar com declaração de voto de Luiz Lima (PSL), que somou 7% no primeiro turno, e levar pelo menos parte dos votos de Martha Rocha, em especial do eleitorado evangélico. “A mensagem que passarei a eles é: não roubarás”, afirmou o prefeito, que é bispo licenciado da Igreja Universal.

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Política Nacional

‘Fui traído’, diz Bolsonaro sobre vazamento de conversa telefônica

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Presidente criticou divulgação de áudio no qual cobra abertura de impeachment contra ministros do STF para barrar CPI

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (12), em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, que foi “traído” ao ser gravado pelo senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) em uma conversa telefônica. A ligação foi divulgada pelo próprio parlamentar.

“A gravação é só com autorização judicial. Gravar o presidente e divulgar? Só para controle, falei mais coisas naquela conversa lá. Pode divulgar tudo da minha parte”, disse o presidente.

Na conversa com Kajuru sobre a instalação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) a respeito da condução da do governo federal na pandemia, Bolsonaro pressionou o senador a ingressar com pedidos de impeachment contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

A avaliação é que pode haver mudanças nos rumos da CPI diante do pedido de afastamento dos ministros. “Você tem de fazer do limão uma limonada. Tem de peticionar o Supremo para colocar em pauta o impeachment [de ministros] também. […] Sabe o que eu acho que vai acontecer, eles vão recuperar tudo. Não tem CPI, não tem investigação de ninguém do Supremo”, avaliou o presidente.

Bolsonaro ainda defendeu o reestabelecimento do direito de ir e vir no Brasil para reestruturar o Turismo. “O problema aqui é mais sério do que se pode imaginar. Eu estou vendo alguns protótipos de ditadores por aí fazendo barbaridades nos seus Estados”, esbravejou.

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Política Nacional

Magno Malta recebe convite de Roberto Jefferson para disputar o governo da Bahia

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O ex-deputado Federal Roberto Jefferson convidou o ex-senador Magno Malta para ser candidato pelo PTB da Bahia ao Governo, nas eleições de 2022. Jefferson que é o presidente Nacional do Partido Trabalhista Brasileiro, vê no ex-senador um nome forte para está disputa.

Malta, com título no ES, tem o desejo de voltar ao senado Federal e tem por objetivo colocar seu nome novamente como opção aos eleitores capixabas.

Magno é um nome forte na política nacional, foi senador de 2003 a 2019, muito respeitado, ficou ainda mais conhecido pelo seu trabalho a frente da CPI de combate à Pedofilia no senado. Foi um dos braços direito de Jair Bolsonaro na corrida presidencial em 2018, acreditava ser convidado para ocupar um dos ministérios do presidente, o que não ocorreu.

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