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Medicina e Saúde

Cuidado redobrado! Chegada do verão acende alerta para doenças de pele

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Mesmo com os cuidados diários, a atenção deve ser redobrada durante o verão para que doenças como o câncer de pele não transformem o período de férias em um sofrimento

A estação mais quente e aguardada por aqueles que adoram sol e mar começou nesta segunda-feira (21) e vai até o dia 20 de março de 2021. Mas para curtir as altas temperaturas com segurança é preciso tomar alguns cuidados para evitar doenças de pele bem comuns nesta época. 

A principal delas é, sem dúvidas, o câncer de pele. Para evitá-lo, a médica dermatologista da Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro, ensina que a melhor arma é o filtro solar.

“Essa é uma dica de ouro. Além do câncer de pele, o filtro solar também ajuda a evitar manchas e envelhecimento da pele”, destacou.

E a orientação, segundo ela, é usar fator acima de 30 e reaplicar sempre que estiver com excesso de suor ou entrar na água. Bonés, chapéus e óculos de sol também são acessórios indispensáveis.

“Lembrando que o filtro solar deve ser usado também no dia a dia, principalmente na nossa região onde o sol e as altas temperaturas são constantes”.

Hidratação

Outra dica da dermatologista é usar sempre hidratante na pele. “O sal do mar e o cloro da piscina agridem bastante a pele, o que pode causar ressecamento e, consequentemente, o surgimento das dermatites”, orientou.

Para evitar aumento de acnes, as temidas espinhas, é importante usar sabonete específico no rosto para cada tipo de pele. “É importante deixar a pele sempre limpa, já que nesse período é comum o aumento da produção sebácia”.

Durante o período de altas temperaturas, quando a pele fica mais úmida devido ao contato maior com mar, piscina e cachoeiras, a especialista orienta ainda tomar cuidados na hora de se enxugar após o banho.

“Se for necessário, use o secador de cabelo para secar entre os dedos e as dobras do corpo. Com isso a gente evita a proliferação de fungos que causam as micoses”, disse.

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Medicina e Saúde

ES receberá 35.500 doses da vacina de Oxford/AstraZeneca na manhã deste domingo

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Ao todo, serão distribuídas duas milhões de doses no Brasil. Alguns estados receberão as doses ainda neste sábado

O Espírito Santo irá receber 35.500 doses da vacina de Oxford/AstraZeneca na manhã deste domingo (24). O carregamento deve chegar por volta de 9h40 em um voo da companhia aérea Latam. Ao todo, serão distribuídas duas milhões de doses no Brasil. Alguns estados receberão as doses ainda neste sábado.

Vindas da Índia, as vacinas chegaram ao país na noite da última sexta-feira (22) na base aérea anexa ao Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. As doses compradas pelo governo brasileiro do Instituto Serum, da Índia, passaram por um processo de análise para checagem de segurança e etiquetadas em português, que continuou na parte da manhã deste sábado (23).

Elas foram desenvolvidas pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica britânica AstraZeneca e precisam ser conservadas sob temperatura entre 2ºC e 8ºC.

Primeiros vacinados

O infectologista do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Estevão Portela, será o primeiro a receber a vacina. Também receberá a vacina a médica pneumologista do Centro de Referência Professor Helio Fraga, da Fiocruz, Margareth Dalcolmo. Ambos têm atuado na linha de frente da assistência a pacientes de Covid-19 desde o início da pandemia.

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Medicina e Saúde

Vacinados contra a covid-19 no ES não tiveram efeitos colaterais, diz subsecretário de Saúde

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Ele destacou que o Espírito Santo vive uma estabilidade tanto na taxa de contágio quanto na ocupação de leitos de UTI há algumas semanas

Mais de 5 mil capixabas já foram imunizados contra o novo coronavírus. As primeiras 101 mil doses da vacina CoronaVac chegaram ao Espírito Santo na segunda-feira (18) e começaram a ser distribuídas para os municípios na terça (19). Segundo subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, o balanço desta primeira etapa, até o momento, é positiva.

Reblin relatou que ainda não foi registrada nenhuma situação de efeito colateral com a vacina, que está sendo aplicada, prioritariamente, em idosos que vivem em asilos, profissionais da área da saúde que trabalham diretamente com pacientes infectados e em indígenas aldeados. “Tudo tem transcorrido de forma absolutamente tranquila em todas as cidades do Estado. Segundo nossos registros, até o início da tarde de quinta, tínhamos um pouco mais de 5 mil pessoas vacinadas”, contabiliza.

Ele acredita que, com a liberação de um sistema online de registro feito pelo Ministério da Saúde, esse número pode ser maior já que atualmente a contabilidade é manual e naturalmente demora a atualização mais frequente.

O subsecret´ário vê com esperança a chegada de dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, vindas da Índia, e que devem ser entregues ainda nesta sexta-feira no Brasil. Ele afirma que o diálogo com o Ministério da Saúde é constante. “As vacinas vindas da Índia irão para a Fiocruz e serão distribuídas para os Estados. Nós estamos aguardando qual será a quantidade destinada a cada Estado e quais os grupos que serão definidos para receber esta vacina”, informou, lembrando que o Ministério pode ser que modifique o público-alvo das vacinas nessa fase. 

O Espírito Santo, no momento, vive um quadro de estabilidade em relação à pandemia de covid-19. Com uma ocupação de leitos de UTI em 77%, o subsecretário acredita que não haverá mudança significativa no mapa de risco a ser apresentado no final da tarde desta sexta. “Nós temos alguma estabilidade nas internações há algumas semanas e continuamos monitorando, diariamente, esta situação. Se houver necessidade de ampliarmos os leitos de UTI, nós faremos essa ampliação para que a nossa taxa de ocupação não ultrapasse a faixa de 80%”, afirmou.

Pacientes de Manaus

Os 36 pacientes vindos de Manaus (AM) chegaram na noite de ontem ao Espírito Santo. Eles tiveram que ser transferidos a vários Estados devido ao sistema de saúde colapsado do Amazonas e da crise da falta de oxigênio. “Infelizmente, em Manaus, pacientes em enfermaria já precisavam de um cuidado mais intensivo. Eles foram avaliados ao chegar aqui. Alguns foram para UTI, foram entubados pois o quadro assim o exigia e outros permaneceram em leitos de enfermaria”, finalizou.

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