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Medicina e Saúde

Cuidados com a dengue devem permanecer mesmo no período de inverno

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Com a aproximação do inverno, que se inicia neste sábado (20), a temperatura e o índice de chuva estão menores em todo o Estado. Entretanto, os cuidados com a eliminação dos criadouros do Aedes aegypti, vetor responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya, não podem parar.

Segundo o chefe do Núcleo Especial de Vigilância Ambiental, Roberto Laperriere Júnior, apesar de o mosquito apresentar baixa circulação durante essa estação, permanece o alerta para os ovos depositados nos recipientes com água: “Devido à baixa temperatura do inverno, o Aedes aegypti tende a ter uma baixa circulação, só que os ovos depositados nos recipientes com água podem ficar intactos durante meses, eclodindo no verão e iniciando um novo ciclo do vetor. Por esse motivo é essencial que as ações permaneçam durante o ano todo”, explicou.

Para evitar a proliferação do mosquito, é necessário que toda a população esteja empenhada no processo. São cuidados importantes: varrer os quintais periodicamente; verificar se as caixas d’água estão limpas e lacradas; escovar bem as bordas dos recipientes de água e alimento dos animais; manter calhas sempre limpas; colocar areia nos pratinhos de planta e manter garrafas vazias de cabeça para baixo.

 

Leia mais:  Lacen/ES realiza em três meses o equivalente a 20 anos de rotina de testagem

Veja aqui o 24º boletim da dengue.

 

Veja aqui o 24º boletim de zika.

 

Veja aqui o 24º boletim chikungunya.

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Medicina e Saúde

Covid-19: Antiviral espanhol reduz 99% da carga viral, diz estudo

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Segundo pesquisadores, a plitidepsina é o remédio mais potente descoberto até agora; estudo foi publicado na revista Science

Um medicamento antiviral (plitidepsina) produzido pela empresa espanhola PharmaMar e testado em laboratórios de França e Estados Unidos demonstrou causar uma redução de 99% da carga viral do Sars-CoV-2, coronavírus causador da covid-19.

Os experimentos “in vitro” e “in vivo” já realizados em modelos animais com este medicamento, usaado como antitumoral, apresentaram uma eficácia antiviral e um perfil de toxicidade promissores, informou nesta terça-feira (27) a empresa espanhola após a publicação dos resultados na revista Science.

Os autores concluíram que a “plitidepsina” é, “de longe”, o composto mais potente descoberto até agora e sugeriram, portanto, que deveria ser testado em ensaios clínicos ampliados para o tratamento da covid-19.

O trabalho é o resultado de uma colaboração entre a PharmaMar e os laboratórios dos pesquisadores Kris White, Adolfo García-Sastre e Thomas Zwaka, nos Departamentos de Microbiologia e Biologia Celular, Regenerativa e de Desenvolvimento da Escola de Medicina Icahn do Monte Sinai, em Nova York; Kevan Shokat e Nevan Krogan, do Instituto de Biociências Quantitativas da Universidade da Califórnia, em San Francisco; e Marco Vignuzzi, do Instituto Pasteur, em Paris.

Os autores determinaram que “a atividade antiviral da plitidepsina contra o Sars-CoV-2 ocorre através da inibição de um alvo conhecido (eEF1A)” e asseguraram que este medicamento demonstrou “in vitro” uma forte potência antiviral, em comparação com outros antivirais contra o vírus em questão, e também com uma toxicidade limitada.

Em dois modelos animais diferentes de infeção pelo coronavírus, o ensaio demonstrou uma redução na replicação viral, e comprovou uma diminuição de 99% nas cargas virais nos pulmões dos animais tratados com plitidepsina.

Os pesquisadores observam na publicação que, embora a toxicidade seja uma preocupação com qualquer antiviral que vise uma proteína de célula humana, o perfil de segurança da plitidepsina está bem estabelecido em humanos e as doses bem toleradas deste medicamento utilizado no ensaio clínico contra a covid-19 são ainda mais baixas do que as utilizadas nesses experimentos.

A publicação conclui que a plitidepsina atua bloqueando a proteína (eEF1A), que está presente em células humanas, e que é utilizada pelo Sars-CoV-2 para reproduzir e infectar outras células. Este mecanismo culmina em uma eficácia antiviral também “in vivo”.

“Acreditamos que os nossos dados e os resultados positivos iniciais do ensaio clínico da PharmaMar sugerem que a plitidepsina deve ser seriamente considerada para ensaios clínicos ampliados para o tratamento da covid-19”, destacam os pesquisadores.

A empresa recorda, na mesma nota divulgada nesta terça-feira, que diante da contínua propagação global da doença e do crescente desespero para encontrar um tratamento, o diretor do Instituto Quantitativo de Biociências da Universidade da Califórnia, Nevan Krogan, uniu forças com pesquisadores da Universidade da Califórnia, do Instituto Gladstone, da Escola de Medicina Icahn do Monte Sinai, do Instituto Pasteur e do Instituto Médico Howard Hughes, para a busca de um tratamento.

No momento, a PharmaMar negocia com vários órgãos reguladores para iniciar os ensaios previstos para a fase 3.

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Medicina e Saúde

Vacina contra a Covid-19 é aplicada em mais de 20 mil pessoas no Estado

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Até às 15h desta terça-feira (26), 21.744 mil pessoas do público-alvo foram vacinadas no Estado. Os dados são do Programa Estadual de Imunizações, da Secretaria da Saúde (Sesa). Os municípios da Região Metropolitana de Saúde realizaram, até o momento, a imunização de 9.165 mil pessoas; nos municípios da Região Sul foram 5.352; nos municípios da Região Central foram 5.221 vacinados; e os municípios da Região Norte totalizaram 2.006 pessoas imunizadas.

Quanto aos imunizantes, a população que está sendo vacinada com a CoronaVac deverá receber a segunda dose no intervalo de quatro semanas. Já para a população-alvo imunizada com Oxford-AstraZeneca, a segunda dose será aplicada em um intervalo de 12 semanas, aproximadamente três meses.

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