conecte-se conosco


Segurança

Cursos para formar sargentos terá mais vagas

Publicado

Com aprovação de emenda parlamentar apresentada a projeto do Executivo, vagas passarão dos atuais 240 para 359 

Os deputados estaduais aprovaram, em sessão extraordinária nesta quarta-feira (11), o Projeto de Lei Complementar (PLC) 63/2019, que trata da promoção dos praças e oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. A matéria do Executivo fixa o quantitativo de vagas para o Curso de Habilitação em Sargento e foi aprovada com emenda.

A matéria altera a Lei Complementar 911/2019, que limitava a 240 o número de alunos para esse curso. A proposta original do Executivo fixava o número de vagas em 4% do efetivo total existente na corporação. Após negociação dos parlamentares, foi apresentada uma emenda assinada pelos deputados Coronel Alexandre Quintino (PSL), Dr. Rafael Favatto (Patri) e Delegado Lorenzo Pazolini (sem partido). Com a emenda aprovada, o número de vagas fica limitado em 4,3%. 

De acordo com o deputado Freitas (PSB), líder do governo, na prática, o número aumenta de 240 para 359 vagas. “Nesse curso estão previstas 240 vagas. O projeto do governo aumentaria para 344. Com a emenda, o número final é de 359 vagas. A emenda foi negociada entre os parlamentares para garantir que nenhum militar que atenda aos critérios previstos fique de fora dessa formação. O curso de formação começa na próxima semana”, explicou Freitas. 

Debate

Antes de colocar a matéria em votação, o deputado Delegado Lorenzo Pazolini falou que ia se prevalecer do prazo regimental para analisar a matéria. Vários deputados solicitaram que a matéria fosse colocada em votação ainda nesta quarta-feira. 

“É importante que o projeto seja votado na sessão de hoje porque já temos um curso para sargento marcado. O aumento de vagas é justo porque precisamos promover aqueles cabos que preenchem os requisitos legais para a promoção. Temos PMs com mais de 25 anos de corporação que ainda não foram promovidos”, defendeu Quintino.

A sessão extraordinária foi suspensa para que os deputados discutissem a matéria internamente e também com servidores militares que acompanhavam a sessão. Os deputados aprovaram a matéria, com a emenda apresentada pelos deputados estaduais, por unanimidade, com 25 votos. 

Após a votação, Pazolini justificou o voto. “Com essa emenda e o aumento de 4,3% garantiremos a todos, inclusive aos 22 servidores que foram preteridos no passado. Toda coletividade ganha com esse aumento. Nenhum militar será preterido e corrigiremos as injustiças”, registrou. 

Já Favatto registrou que o projeto foi construído junto os servidores a partir de um diálogo estabelecido com as associações. 

Leia mais:  Operação Sentinela é realizada pela PM em Mantenópolis
publicidade

Segurança

Homem se passa por mulher, comete estupro virtual e obriga amigo a engolir moeda

Publicado

Suspeito finge ser mulher por anos, se relaciona com melhor amigo, exige fotos íntimas e manda ele cumprir “tarefas” como até comer fezes

A Polícia Civil de Fortaleza, no Ceará, indiciou um homem de 27 anos por crimes de estupro virtual, falsa identidade e extorsão contra o próprio amigo. O suspeito conseguiu fotos íntimas do amigo após se passar por mulher na internet e obrigava a vítima a fazer “tarefas”, como engolir moedas.

Segundo a polícia, Ayrton Andrade Pereira da Silva conhecia a vítima há quase dez anos, mas fingiu ser mulher, manteve um relacionamento virtual com o amigo, que tem 24 anos, e, após conseguir fotos íntimas dele, passou a extorqui-lo.

O agressor ameaçava a vítima até com fotos de caixões, dizendo que mataria parentes dele caso não fizesse o que o suspeito queria.

Ayrton obrigava a vítima a fazer algumas “tarefas” que deveriam ser filmadas, além de pedir dinheiro. Para provar que estava fazendo as “atividades”, a vítima era obrigada a gravar as ações, como engolir uma moeda colocada em um copo com água.

A vítima também foi obrigada a colocar um copo de vidro no ânus, que se quebrou e a machucou. Foi por isso que o homem relatou o crime à família, que registrou uma denúncia na polícia. Outras “tarefas” incluía comer as próprias fezes e beber a própria urina retirada do vaso.

O caso foi denunciado pela vítima em 2020 e, desde então, era investigado pelo 5º Distrito Policial, que localizou Ayrton no Maranhão. A Polícia Civil ainda investiga o caso para identificar outras possíveis vítimas do suspeito.

Leia mais:  Desmanche de caminhões é desarticulado pelas Polícias em Aracruz
Continue lendo

Segurança

Empresário suspeito de lavagem de dinheiro é preso pela PF em Vitória

Publicado

Operação “Masqué”, feita em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal, combate crimes contra o sistema financeiro nacional

A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã desta quinta-feira (13), em Vitória, um empresário suspeito na participação de um esquema milionário de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. 

O detido foi alvo da terceira fase da “Operação Masqué”, feita para combater crimes contra o sistema financeiro nacional. A PF realiza em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal.

De acordo com a PF, a ação deveria cumprir dois mandados de prisão preventiva. Porém, o outro suspeito não foi encontrado em Vila Velha e foi considerado foragido pela Justiça. O nome do empresário será inscrito na lista de procurados da Interpol, composta por 190 países.

Como se trata de captura e prisão, os nomes não foram divulgados em razão da Lei de Abuso de Autoridade.

A investigação apurou a existência de uma organização criminosa dedicada a lavagem de capitais a partir da aquisição de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros e à evasão de divisas.

Os suspeitos responderão por três crimes: lavagem de dinheiro (prisão de três a dez anos e multa), organização criminosa (prisão de três a oito anos e multa), evasão de divisas (prisão de dois a seis anos e multa). 

Entenda as fases da operação

Na primeira fase, deflagrada ainda em 2019, a investigação apurou um esquema de evasão de divisas com a utilização de empresas que falsificavam e repetiam documentação para enviar dinheiro para o exterior. 

Naquele momento, a Justiça Federal decretou o sequestro de dezenas de imóveis avaliados em cerca de R$ 40 milhões.

Já na segunda fase, o objetivo foi investigar o crime de lavagem de dinheiro praticado pelos envolvidos na primeira fase da operação policial de mesmo nome, em especial, mediante a compra de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros, além de empréstimos feitos fora do mercado formal de crédito.

O nome da operação é uma referência a ação dos investigados que buscava mascarar a real propriedade de vultoso patrimônio adquirido ilegalmente por meio das atividades da organização criminosa.

Leia mais:  Unidade prisional de Barra de São Francisco utiliza estúdio de TV para transmitir mensagens religiosas aos internos
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana