conecte-se conosco


Mundo Cristão

Deive Leonardo conta como tem impactado milhões: “Graça de Deus”

Publicado

As ministrações do pastor no Youtube foram assistidas mais de 145 milhões de vezes

Com mais de 3 milhões de inscritos no canal do Youtube, o pastor Deive Leonardo, da Igreja Assembleia de Deus, em Joinville (SC), tem conquistado uma multidão de pessoas através das redes sociais, inclusive artistas como o jogador Neymar, o humorista Whinderson Nunes, o cantor Luan Santana e outros.

Suas pregações e palestras motivacionais ajudam pessoas de todas as idades e classes sociais a conseguirem respostas para seus problemas cotidianos.

Com mais de 145 milhões de visualizações no Youtube, o pastor se alegra ao saber que tem impactado a vida de tantas pessoas.

“É uma graça de Deus alcançar tantas pessoas. Afinal de contas, todas essas pessoas que nos seguem é por conta da palavra de Deus. Por isso não me enxergo como uma celebridade. Seria até incoerência da minha parte me enxergar assim sendo que tudo o que faço é falar de Jesus. Se tiver uma celebridade sempre será o Senhor”, revelou.

Resultado de imagem para deive leonardo

Os artistas que os seguem não o conhecem pessoalmente, outros já estiveram em seus eventos como aconteceu com Neymar com quem Deive Leonardo tem uma foto.

“Nosso desejo é alcançar cada vez mais pessoas e essas pessoas têm poder de influência, então faz com que o nosso propósito seja mais efetivo. Também ajudamos esses artistas, que são pessoas normais, que também têm seus problemas. E que precisam de ajuda, oração”, disse o pastor.

Aos 29 anos, Deive Leonardo conta que encontrou o jogador Neymar no jogo da Copa América depois que o atleta compartilhou um vídeo dele.

Sobre o cantor Luan Santana, o pastor revela que ficou surpreso ao saber que o sertanejo tinha compartilhado em seu feed do Instagram uma mensagem dele.

“Eu não sabia que ele me acompanhava. Foi um presente”, lembrou.

Leia mais:  Marcha para Jesus 2020 terá mega carreata para arrecadar alimentos
publicidade

Mundo Cristão

Papa Francisco dá alerta aos fiéis: ‘Desliguem a televisão e abram a Bíblia’

Publicado

O papa Francisco pediu neste domingo (24) para os fiéis desligarem suas televisões e celulares para abrir a Bíblia, em uma forma de não renunciar a palavra de Deus.

O pedido foi feito durante a homilia escrita pelo Pontífice e lida pelo presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, dom Rino Fisichella. O arcebispo italiano presidiu a missa na Basílica de São Pedro, depois de o Papa ter alterado a sua agenda por causa de uma inflamação no nervo ciático.

“Peçamos ao Senhor a força de desligar a televisão e abrir a Bíblia, de desligar o celular e abrir o Evangelho. Neste Ano Litúrgico, vamos ler o Evangelho de Marcos, o mais simples e curto. Por que não o fazer também em privado, meditando uma pequena passagem em cada dia?”, diz o texto.

A mensagem foi divulgada por ocasião do “Domingo da Palavra”, instituído em 30 de setembro de 2019 e fixado em todo terceiro domingo, como um momento “dedicado à reflexão e divulgação da Palavra de Deus” nas igrejas católicas.

“Não renunciamos à Palavra de Deus. É a carta de amor escrita para nós por Aquele que nos conhece como ninguém: lendo-a, voltamos a ouvir a sua voz, vislumbramos o seu rosto, recebemos o seu Espírito”, afirmou.

Jorge Bergoglio fez um apelo para a Bíblia ter “um lugar digno” na casa de cada fiel e estar “sempre” com cada um, “seja no bolso, no celular”.

“Coloquemos o Evangelho em um lugar onde nos lembremos de o abrir diariamente, talvez no começo e no final do dia, de tal modo que, no meio de tantas palavras que chegam aos nossos ouvidos, algum versículo da Palavra de Deus chegue ao coração”, finalizou.

Leia mais:  Franklin Graham diz que, mesmo na pandemia, Deus criou oportunidades para o Evangelho
Continue lendo

Mundo Cristão

Jovem deixa lesbianismo e se entrega a Jesus durante louvor: “Ele restaurou tudo em mim”

Publicado

Michaela Lane encontrou em Jesus as respostas que procurava e a cura para as dores geradas pelos abusos que sofreu na infância.

A jovem Michaela Lanning sofreu com os abusos dentro de sua própria casa, que a levaram muitas vezes a ficar na casa de sua avó, onde precisava dormir no sofá, em meio às pilhas de lixo acumulado, mofo tóxico e amianto no tapete rasgado, ainda na infância.

“Papai era muito desconectado, muito sociopata, muito narcisista, uma personalidade muito viciante”, disse ela em um depoimento em vídeo em seu canal no YouTube.

Sem apoio, sua mãe acabou sendo despejada, o que gerou todo tipo de confusão para Michaela e seus irmãos.

Quando estava na quinta série, Michaela sofreu bullying porque não fazia as coisas de menina, como as outras garotas. A verdade é que sua cabeça estava muito confusa, enquanto tentava lidar com os ataques de ansiedade de sua mãe e fazer refeições apenas com pipoca.

“Eu tinha que colocar minha mãe para dormir e estava com medo de que ela morresse”, lembra Michaela. “Enquanto eu a levava para a cama todas as noites, pensava que isso iria livrá-la da morte”.

Sua mãe se recuperou do colapso, mas Michaela ainda sofria com as consequências de sua infância conturbada e começou a se cortar como um mecanismo de enfrentamento da dor na sexta série.

Já na sétima série, ela desenvolveu transtorno dissociativo.

“Achei que estava morta ou assistindo a um filme”, diz ela. “Eu pensei que estava dormindo e era um sonho que eu estava tendo. Eu realmente não tinha mais noção do que era realidade. Eu não estava ciente de nada acontecendo ao meu redor e isso era assustador”.

Todos os dias ela estava na sala da enfermeira da escola e inventava motivos para ser mandada para casa, geralmente por causa de uma dor de estômago ou dor de cabeça.

Na oitava série, ela teve aulas online porque sair de casa lhe causava ataques de pânico.

“As coisas estavam ficando muito ruins com meus pais”, diz ela. “Uma vez meu pai estava vigiando minha irmã e eu, e ele nos perseguiu pelo corredor com uma faca. Sim, voltamos a morar com minha avó”.

“Minha irmã e eu dormíamos na sala em dois sofás, que provavelmente eram dos anos 80. Eles estavam cobertos de xixi de cachorro. Eles estavam imundos; eles tinham buracos neles. Foi sobre isso que dormimos por mais quatro anos. Sem cama, sem quarto, sem pai, nada”.

Homossexualidade

Em busca de validação no colégio, ela “se assumiu” como bissexual e mais tarde como lésbica. A escola era um colégio artístico e foi onde ela pensou que poderia encontrar apoio e resolver o caos em sua mente.

Ela passou passou a andar com transgêneros e ser fortemente influenciada para mudar seu pensamento sobre sua própria identidade, de forma que chegou a fundar um grupo LGBT na escola

“Eu senti todas essas coisas e eu, em meu quebrantamento e minha automutilação e meu distúrbio alimentar e minha ansiedade, tudo estava se juntando, e eu disse que sim, parece certo: eu sou transgênero”, ela lembra.

Então, ela passou a se declarar como um homem, disse a todos que queria ser chamada por um nome diferente (masculino) e começou a se consultar com um “terapeuta de gênero”.

“Mas no meu íntimo eu sabia que não era transgênero o tempo todo. Na verdade, o que eu precisava era de um salvador, só não sabia disso na época”, explicou.

Quando ela teve um colapso nervoso, Michaela largou a escola e abandonou sua identidade transgênero.

Drogas

Em seu segundo ano, ela frequentou uma “escola secundária alternativa”, para onde os drogados e adolescentes grávidas são enviados.

“Não conheci uma única criança ou adolescente lá que não usasse drogas, ou pelo menos usasse vap”, diz ela. Foi nessa época que ela começou a fumar maconha.

No ano seguinte, ela foi morar com um amigo cuja mãe lhes fornecia álcool. Michaela estava fumando maconha e bebendo e conseguiu um namorado por meio de um aplicativo. Quando ele a agrediu sexualmente, isso desencadeou pesadelos e flashbacks e ela terminou com ele.

No primeiro ano do segundo grau, ela estava tendo um curso de religião mundial e considerou preencher o vazio em seu coração e curar suas dores, convertendo-se ao islamismo ou ao judaísmo. Afinal, o contato com seu pai, que se dizia “cristão”, anos antes criou uma ideia distorcida na mente dela sobre Jesus.

Restauração

No entanto, um dia por curiosidade, ela começou a pesquisar igrejas no Google e encontrou a Igreja Red Rocks. Ela não pisava em uma igreja há quatro anos.

Mas a partir do momento em que entrou na igreja, ela sentiu a presença de Deus e sentiu o Espírito Santo se mover em seu coração. Ela podia sentir o amor de Cristo no ar.

Durante o momento de louvor, ela levantou os braços em sinal de rendição, sentiu o Espírito Santo descer sobre ela e entregou sua vida a Jesus Cristo. Mais tarde, ela foi batizada e sentiu o chamado de Deus para o ministério.

“Foi como se um interruptor acendesse dentro de mim e tudo que eu estava perseguindo, tudo que eu desejava, tudo que eu havia desejado por todos aqueles anos, havia falhado dentro de mim”, diz Michaela. “De repente, Ele restaurou cada parte quebrada de mim. Ele curou cada parte quebrada de mim e cada coisa que fiz. Cada coisa que aconteceu me levou a ele”.

“Estou viva pela graça de Deus. Sou salva pelo sacrifício de Jesus e tudo o que fiz foi para Ele. Ele não me julga pelo meu pecado, Ele não me julga pela minha crise de identidade, Ele não me julga pela minha doença mental. Ele vê em mim a Sua filha e vê meu coração e minha alma e meu amor por Ele”.

Michaela está estudando atualmente no Instituto Bíblico Moody para desenvolver se engajar ministerialmente e compartilhar o Evangelho com outros jovens.

Leia mais:  Marcha para Jesus 2020 terá mega carreata para arrecadar alimentos
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana