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Desculpa perfeita para o Flamengo não gastar R$ 100 milhões com Andreas Pereira

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Flamengo não que gastar R$ 103 milhões pelo volante. A falha histórica que deu o título da Libertadores para o Palmeiras pesa. Para não se queimar na Europa, o clube ofereceu bem menos. Mas Erik van Hag o quer no United

A diretoria do Flamengo tem orgulho de estar tornando o clube cada vez mais internacional. Abrindo portas para negociações com grandes clubes europeus. E trazendo jogadores ao Brasil, não apenas vendendo como é costume por aqui.

O clube se envolveu em uma negociação impactante, quando trouxe o belga-brasileiro Andreas Pereira. Pagou um milhão de euros pelo empréstimo de um ano, R$ 5,1 milhões, em agosto de 2021. O preço estipulado pelo Manchester United foi de 20 milhões de euros, cerca de R$ 103 milhões.

Andreas recusou ir para o britânico Everton e para o turco Fenerbhace. A sua aposta era se impor no Flamengo e chegar à Seleção Brasileira. O clube carioca o contratou para o lugar de Gerson, vendido para o Olympique de Marseille. Depois de tentar Thiago Mendes, ex-São Paulo, que atua no Lyon, e Wendell, ex-Fluminense, e jogador do Zenit, o volante do United se mostrou a escolha perfeita.

Atuações empolgantes convenceram precocemente a diretoria, a imprensa e a torcida que a compra era mais que necessária. 

Só que veio a final da Libertadores de 2021, contra o Palmeiras. Na prorrogação, Andreas Pereira calculou mal o domínio de bola. E a deixou escapar para Deyverson. Ele era o ‘último homem’ do setor defensivo do Flamengo. O atacante, que tem sérios problemas técnicos, não desperdiçou lance tão ‘limpo’. E marcou o gol da vitória do time paulista.

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O lance de Andreas Pereira segue ainda na memória da torcida, da imprensa e da diretoria flamenguista

Desde aquele 27 de novembro, Andreas Pereira não foi mais o mesmo.

Chorou muito nos vestiários.

Pediu desculpas públicas pela falha.

Mesmo com o apoio dos companheiros, da diretoria, da imprensa, seu futebol decaiu. Parte da torcida não o perdoou. Pelo contrário.

Ele teve de dar explicações para membros das organizadas rubro-negras, com a liberação dos dirigentes.

A diretoria do Flamengo contava com o dinheiro e com a chegada mais uma vez do Flamengo para o Mundial de Clubes.

A perda foi um duro golpe nas finanças e na internacionalização do clube.

Os dirigentes passaram a se questionar.

Se valeria manter a promessa de pagar 20 milhões de euros, cerca de R$ 103 milhões pelo jogador.

O consenso foi que era dinheiro demais.

Só que o raciocínio dos dirigentes foi que seria ‘péssimo’ quebrar o elo com o Manchester United. E, mais, perder credibilidade no mercado europeu, desistindo da compra.

A saída estudada foi oferecer muito menos do combinado.

A primeira proposta foi de 8 milhões de euros, cerca R$ 41,5 milhões. Ou seja, menos da metade do combinado. O clube inglês nem respondeu.

O Flamengo então ofereceu 10 milhões de euros, cerca de R$ 51,9 milhões por 75% dos direitos do jogador. A diretoria inglesa resolveu analisar a sério a proposta.

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Mas na Gávea há divisão.

Parte da diretoria ainda acredita que R$ 51,9 milhões é muito por Andreas Pereira. E que ele é um jogador marcado pela torcida, pela imprensa, sujeito à titubeios em jogos importantes, decisivos.

O impasse é real.

Até que surgiu hoje uma notícia auspiciosa, animadora para quem não quer a contratação do volante, na Gávea.

Ela está personalizada no treinador holandês Erik ten Hag, que assumirá o Manchester United para a próxima temporada. Ele trabalhou com Andreas no PSV. E jornais ingleses garantem que ten Han está disposto a seguir com o belga-brasileiro no seu elenco em 2022.

O que impediria a compra.

Até porque Paul Pogba não deverá seguir na Inglaterra, abrindo espaço para a volta de Andreas.

A notícia é a desculpa perfeita para não contratá-lo e não manchar sua imagem com os clubes europeus.

Porque o treinador Paulo Sousa já deixou claro que não é admirador do futebol de Andreas Pereira. De quatro partidas no Brasileiro, ele começou como titular apenas uma.

Em 24 jogos do Flamengo em 2022, Andreas só começou atuando em dez.

Ou seja, se tornou um atleta dispensável.

O movimento na Gávea hoje é este.

Se o Manchester United pedir a volta do atleta, devolvê-lo sem questionamento.

O empréstimo termina no meio do ano.

Mas se o clube inglês insistir, a liberação pode acontecer antes…

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Alemães não querem que seleção participe da Copa do Mundo no Catar

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Uma pesquisa aponta que os principais motivos para desagrado alemão são referentes aos problemas de direitos humanos no Catar

A população alemã é crítica à participação de sua seleção na Copa do Mundo do Catar, que será disputada entre os meses de novembro e dezembro deste ano. De acordo com uma pesquisa feita pelo instituto YouGov, 48% da população se posiciona de maneira contrária à ida dos comandados do técnico Hansi Flick para o país do Oriente Médio.

A pesquisa aponta que os principais motivos para desagrado alemão são referentes aos problemas de direitos humanos no Catar. De acordo com a Anistia Internacional, mais de seis mil pessoas morreram nas construções de estádios e em outras obras de infraestrutura no país-sede do Mundial.

Ademais, questões envolvendo a sexualidade e a orientação sexual e manifestações políticas serão coibidas durante a realização da Copa no Catar. Esses temas também são sensíveis à população da Alemanha, que não vê com bons olhos a maneira como o país do Oriente Médio age nestes casos.

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Ainda de acordo com a pesquisa, 28% dos alemães afirmam que a seleção não deveria se ausentar da disputa da Copa do Mundo, enquanto 24% preferiram não opinar sobre o tema.

Tetracampeã mundial, a Alemanha quer superar o fracasso no último Mundial e um ciclo irregular até o Catar. Após a troca de Joachim Löw por Hansi Flick, a seleção alemã conseguiu se recolocar como uma das favoritas e aposta nos jovens para chegar ao penta e igualar o Brasil. 

A Alemanha está no Grupo E, ao lado de Espanha, Japão e Costa Rica. A estreia está agendada para 23 de novembro, diante dos japoneses.

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Estádio na Barra: Flamengo e Prefeitura avançam em negociação

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O Flamengo avançou mais uma casa na procura de um espaço para construir seu estádio próprio. Com o objetivo de conseguir a liberação de uma área na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, o presidente Rodolfo Landim se encontrou com o prefeito carioca Eduardo Paes no último domingo (03). Na conversa, o dirigente rubro-negro, que estava acompanhado do CEO Reinaldo Belotti, apresentou os projetos de terrenos que estão na mira do Mais Querido e recebeu o apoio de Paes.

Eduardo Paes se comprometeu em colaborar com o Flamengo e verificar a disponibilidade dos locais selecionados. O principal foco do Mengo é o Parque Olímpico, porém, por ser privado, seu uso requer a liberação das cinco entidades que o controlam, sendo elas: Governo Federal, Prefeitura do Rio, Concessionária Rio Mais, Comitê Olímpico do Brasil (COB) e a empresa GL Events. A concessionária, dona do terreno, já expressou publicamente sua vontade de liberar o espaço, o que pode facilitar os trâmites. O plano de Landim é construir o estádio na área em que estava localizado o parque aquático, e hoje está vazia.

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O plano rubro-negro não incluiria o Parque Aquático Maria Lenk e a Jeunesse Arena, por serem construções mais distantes da área planejada. O Flamengo ainda estuda outras possibilidades para o projeto, todas localizadas nas redondezas da Zona Oeste, como o terreno do extinto Parque Terra Encantada. O local também é privado, pertence ao grupo mobiliário Cyrela, e já foi descartado em 2017 pelos altos valores pedidos na negociação da época.

O desejo do estádio próprio segue cada vez mais em alta no Mengo, em especial em meio as discussões sobre a concessão definitiva do Maracanã. Na última semana, após uma briga na Justiça, o Vasco ganhou o direito de usar o estádio a revelia de Flamengo e Fluminense, os atuais donos da licença.

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