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Mundo Cristão

‘Deus não escuta oração de quem não honra sua esposa’, diz Yago Martins ao comentar caso do DJ Ivis

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O caso de violência doméstica envolvendo o DJ Ivis se tornou um dos assuntos mais comentados no país após sua esposa denuncia-lo. O pastor Yago Martins publicou um vídeo sobre o tema e expôs as exigências que um marido cristão deve cumprir no casamento.

“O assunto da violência doméstica é urgente, relevante. […] Sim, violência doméstica existe dentro do ambiente de igreja. Pessoas que frequentam igrejas, muitas vezes, podem não ser cristãs comprometidas com a ética cristã”, introduziu o pastor da Igreja Batista Maanaim, em Fortaleza (CE).

Yago Martins ponderou que um casamento não se deteriora a ponto de ocorrer agressões da noite para o dia: “O marido [agressor] sempre trata de isolar a mulher que ele quer espancar. Existe um tipo de violência e abuso psicológico que cria o berço para as violências físicas que se manifestam, muitas vezes, dentro de casamentos”.

Embora a Bíblia Sagrada estipule padrões altíssimos para o marido cristão, isso não é garantia de que agressões não ocorram entre crentes: “Isso acontece em igreja? Tenho certeza que sim. Mas essa não é a grande questão, porque em igreja acontece assassinato, assalto, tudo que vai contra a própria índole cristã”, pontuou.

“A gente tem que ficar de olho aberto, se envolver pastoralmente, educar as nossas filhas, ensinar os nossos homens e expulsar com pé na bunda e encarcerar aqueles que se dão a esse tipo de coisa dentro das igrejas”, opinou o pastor.

Valorização da mulher

Em sua reflexão sobre o assunto, Yago Martins observou que “há muito o que se dizer sobre família no Novo Testamento”, citando Colossenses 3:19: “Maridos, que cada um de vocês ame a sua esposa e não a trate com amargura”.

Essa atenção especial do Evangelho à figura feminina resultou em transformação social: “O amor à mulher se torna uma das grandes características do cristianismo. Hoje, para você, casar por amor é o normal? Hoje, para você, quando acaba o amor no casamento é uma coisa terrível? Isso existe por causa daquilo que o cristianismo incutiu na cultura, porque casar por amor era contracultura dentro daquele período. Mulheres eram máquina de reprodução”.

O pastor também destacou o fato de que a Bíblia indica que um marido agressor se torna morto espiritualmente, já que as Escrituras enfatizam que Deus reprova a violência contra a mulher.

“Deus não escuta oração de quem não honra sua esposa. Deus não escuta oração de marido que não trata sua esposa como alguém mais frágil. Deus não escuta oração de marido que bate, que humilha”, alertou o pastor, citando 1 Pedro 3:7: “Maridos, honrem sua esposa. Sejam compreensivos no convívio com ela, pois, ainda que seja mais frágil que vocês, ela é igualmente participante da dádiva de nova vida concedida por Deus. Tratem-na de maneira correta, para que nada atrapalhe suas orações”.

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Cultura do cancelamento foi profetizada por Jesus no Sermão da Montanha, diz pastor

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Crenças antibíblicas são a base da cultura do cancelamento, uma prática que se encaixa no que Jesus prenunciou sobre o fim dos tempos no Sermão da Montanha, afirmou o pastor e escritor David Jeremiah.

O pastor abordou a cultura do cancelamento em um sermão, afirmando que o objetivo de punir e condenar ao ostracismo as pessoas que não se encaixam no politicamente correto se opõe à mensagem de Jesus.

Jeremiah é pastor da igreja Shadow Mountain Community, na cidade de El Cajon, Califórnia (EUA). No sermão, ele recapitulou que os mandamentos de Jesus sobre amar a Deus e ao próximo é o principal valor bíblico transgredido pela impiedosa prática secular.

“A cultura do cancelamento tem como foco o julgamento, a acusação e a punição. E o objetivo daqueles que cancelam os outros é transmitir seus pecados de coluna em coluna, e nunca permitir que sejam removidos ou esquecidos. O objetivo de Cristo, por outro lado, é o amor, a misericórdia e a graça”, pregou o pastor.

Jesus “passou muito tempo em Seus dias com pessoas que haviam sido canceladas, por assim dizer”, disse Jeremiah, mencionando a mulher samaritana e os leprosos.

“Seria bom pensar que a cultura do cancelamento é uma fase temporária pela qual nosso mundo está passando. Mas a sociedade está se tornando mais intolerante e polarizada a cada dia. E não tenho certeza se veremos uma reversão de todas essas tendências. Os elementos mais insidiosos da cultura do cancelamento são uma forma maligna de maldade e autoimportância comuns à natureza humana”, conceituou o pastor.

Sermão da Montanha

“O que estamos vendo hoje me lembra o que Jesus descreveu em Mateus 24. Antecipando esta grande tribulação, Jesus predisse uma série de sinais que indicarão o fim da história. […] Existem vários termos nesses versos que representam o ethos da cultura do cancelamento”, disse ele, definindo essa prática como uma “cultura de desdém”.

Aprofundando a reflexão sobre o tema, o pastor acrescentou que “Jesus falou sobre a facilidade com que as pessoas se ofenderiam nos dias que antecederam a tribulação”.

Em seguida, constatou: “Você já percebeu como é fácil as pessoas se ofenderem hoje em dia? Nenhum de nós quer ser ofensivo. Mas não parece que as pessoas em todos os lugares se ofendem facilmente? Quanto tempo até que alguém nos veja lendo um Bíblia no avião e se sinta desconfortável? Quando alguém vai se ofender quando usarmos uma camiseta com o versículo João 3:16? E a cruz em seu pescoço que pode te colocar em apuros?”.

O pastor reiterou as palavras de Jesus sobre a sociedade no período em que o fim dos tempos estivessem em marcha, dizendo que ela será formada por “pessoas que ativamente arrancam pela raiz, expõem e traem todos ao seu redor”.

“Você não diria que esse tipo de traição é comum em nosso mundo hoje? […] Todos nós temos erros de nosso passado que gostaríamos de esquecer. Todos nós fizemos escolhas que lamentamos e decisões que corrigiríamos ou refaríamos se tivéssemos a chance. Mas em um mundo alimentado pela cultura do cancelamento, esses erros não podem permanecer no passado”, argumentou.

A maligna cultura do cancelamento se resume a engano e desconexão, avaliou Jeremiah: “Surpreendentemente, um estudo recente revelou que quase metade dos americanos não fez um novo amigo nos últimos cinco anos […] A cultura que conduz à tribulação e ao fim da história será caracterizada por frieza em nossos sentimentos uns pelos outros”.

Ao final, o pastor exortou os cristãos a abraçarem quatro “conceitos não canceláveis” em um mundo marcado pela cultura do cancelamento: sabedoria, coragem, perdão e amor: “Não é fácil viver como membros do Reino de Deus em um mundo cada vez mais hostil aos seus valores. Esta é a experiência compartilhada por cada geração de cristãos desde a primeira geração. Portanto, tivemos 2.000 anos para nos preparar para estes dias. Uma coisa sabemos: as recompensas de seguir Jesus Cristo sempre valem a pena”.

De acordo com o portal Christian Headlines, esse sermão faz parte de uma série que embasarão seu próximo livro, Where Do We Go from Here? (“Para onde iremos daqui?”, em tradução do inglês).

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Padre diz que “esquerdistas são anticristãos”, durante missa

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O pároco Pablo Henrique também é médico e apoiador confesso de Bolsonaro

O padre goiano, Pablo Henrique de Faria, de 43 anos, causou polêmica ao dizer em uma missa da Paróquia São Paulo VI, em Iporá, que os movimentos e militantes esquerdistas são “anticristãos”.

Faria é padre há apenas três anos, médico e apoiador declarado do presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita com base em uma passagem bíblica que fala sobre os “lobos” que querem destruir a igreja. Para o religioso, os esquerdistas seriam como esses “lobos”.

“Nós estamos vivendo o momento mais dramático que eu já vi. Eu não poderia imaginar, há 10 anos, o que estamos vivendo hoje. É assustador. E que fique bem claro: movimentos esquerdistas são anticristãos. Se você é esquerdista, desses partidos, converta-te. Não é cristão, caramba! Não misture”, disse o padre.

Abordagem de assuntos polêmicos

Pablo não esconde os seus posicionamentos nas redes sociais. Pelo contrário, o pároco já é conhecido por abordar assuntos como o aborto, identidade de gênero,  e linguagem neutra, que para ele é uma estupidez, além de defender o voto impresso.

O padre também exorta que a esquerda está seduzindo os jovens e os usando para fortalecer as pautas anticristãs.

“Eles [os esquerdistas] agem o tempo inteiro para a imoralidade, para destruir a família, os valores cristãos. Os coitados dos homossexuais, usados de massas de manobra, criam todas essas manifestações contra a moral”, concluiu.

 

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