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Mundo Cristão

‘Deus não está no gospel’: Dayane Damasceno denuncia ‘idolatria’ e viraliza nas redes sociais

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Uma publicação da cantora Dayane Damasceno, denunciando os desvios de condutas que ocorrem nos bastidores do mercado de música gospel, viralizou nas redes sociais. No vídeo, ela encoraja os internautas a fugirem dos “ídolos” que surgem no meio evangélico.

“O que acontece nos bastidores do mundo gospel nem os ímpios têm coragem de fazer. Há mais ética, moral, entre os incrédulos que entre os supostos crentes. Os adoradores, cantores, pregadores, cristãos. Eu digo sem medo de errar: Deus não está no gospel. Isso não é o Evangelho de Cristo, não é o Evangelho da cruz”, disparou Dayane Damasceno.

A artista, que já integrou o cast da gravadora Graça Music, afirmou que conhece o cenário que não chega ao conhecimento do público: “Esse mercantilismo em nome de Deus não é a mensagem de Jesus. Eu sei que é difícil para você acreditar nisso. Eu falo com propriedade, pois essa água suja eu bebi um dia. Eu sei do que eu estou falando, por isso faço questão de repetir […] por que eu penso nos pequenos, os enganados”.

“Ovelhas entenderão e bodes reclamarão, mas isso não tem problema. Isso não tira a minha vontade de acordar as pessoas e de alertar, porque eu sei o quão prejudicial é viver nesse engano. Eu sei o que isso causou na minha alma, por isso que eu faço questão de falar, e alertar vocês. Há dificuldade para muita gente em aceitar e acreditar, por que essas pessoas não querem que o castelo de ilusão delas desmorone”, acrescentou a cantora.

Idolatria

Dayane Damasceno abordou a questão em torno do excesso que é cometido por muitos evangélicos numa espécie de culto à personalidade, e afirmou categoricamente que trata-se de uma prática idólatra.

“Essas pessoas não estão preocupadas com a sua alma, estão preocupadas com o seu consumo. É isso: o seu consumo. Eu venho do catolicismo. Eu e toda minha família éramos católicos. Os crentes têm mania de reclamar que os católicos são idólatras. Só que vindo para o meio cristão evangélico eu vi que é totalmente ao contrário: os crentes se superaram na idolatria. Ergueram ídolos, amam personalidades gospel, amam ‘popstar ungido’”, criticou.

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A cantora também destacou que a resistência à exortação é uma evidência de que a idolatria se estabeleceu entre muitos fiéis: “Ai daquele que tentar arrancar do altar do coração de vocês esses ídolos, esses bezerros de ouro. Vocês defendem com unhas e dentes, cegamente. É por isso que está essa palhaçada na Igreja, é por isso que existe Flordelis”, disse, em referência ao escândalo em torno do assassinato do pastor Anderson do Carmo.

“É por isso que existe cantor, grupo, banda, músicos, sem caráter algum cristão. Estão aí, contaminando o corpo de Cristo, influenciando os seus filhos, os nossos jovens, trazendo o mundanismo para a Igreja, o secularismo para a Igreja. E você não faz nada. Você faz questão de sacrificar ovelhas, mas defender lobos”, reiterou Dayane Damasceno.

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Mundo Cristão

‘Aqui não tem pastora, nem de consideração’, diz pastor da Assembleia de Deus

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O posicionamento das Assembleias de Deus ligadas à CGADB em relação à ordenação de mulheres à função de pastora voltou a ser discutido nas redes sociais após um vídeo do pastor Roberto José dos Santos, de Pernambuco, viralizar.

Santos, que é dirigente da Assembleia de Deus em Abreu e Lima, conduzia uma aula da Escola Bíblica de Obreiros, quando aproveitou a ocasião para reprovar o costume que vem se disseminando entre muitas igrejas evangélicas.

“Ah, meu pastor, minha pastora. Aqui não tem pastora. Nem consagrada, nem de consideração. É a esposa do pastor. Não tem pastora”, disse Santos, enfaticamente.

“Em Abreu e Lima não tem pastora nem por consagração e nem por consideração. ‘É que a gente considera’. Não tem consideração de pastora. É a esposa do pastor, isso é pra ficar bem claro. Porque agora está uma moda de pastora. Cada um fica na vocação que foi chamado. O homem é o pastor, e a esposa dele é auxiliadora”, acrescentou o pastor.

Esse posicionamento não é particular do pastor Roberto José dos Santos, mas sim, uma conceituação histórica das Assembleias de Deus, estabelecida desde a primeira convenção da denominação, realizada em 1930 em Natal (RN), de acordo com informações do JM Notícia.

‘Antibíblico’

Esse posicionamento havia sido ecoado há alguns anos, quando o saudoso pastor Antonio Gilberto concedeu uma entrevista destacando que a ordenação de mulheres ao ministério pastoral é antibíblica.

“Muitas vezes elas fazem o trabalho melhor do que os homens. Mas ordenar para o Santo Ministério, não tem base nas Escrituras. E como é que isso está acontecendo?”, questionou Antonio Gilberto.

“É a igreja a culpada e a igreja vai prestar conta disso. A igreja que eu digo não é a igreja o prédio, os responsáveis vão prestar conta disso. Jesus nunca ordenou mulheres”, enfatizou.

Na ocasião, Antonio Gilberto destacou que o debate deve ser sobre a legitimidade bíblica de tais nomeações, e ponderou que a discussão não deve se restringir a esse tema, pois as lideranças das igrejas serão cobradas por Deus em todas as áreas.

Muitas outras coisas que não estão na Bíblia, mas que são impostas pelas igrejas, serão pesadas por Deus, alertou o pastor: “É antibíblico. E o que fazer? Quem estiver fazendo vai prestar conta a Deus. Mas infelizmente não é só ordenação de mulheres, é muita coisa que a igreja decide por ela”.

“Eu podia fazer menção aqui, não vou, não há necessidade. Para ninguém pensar que é só esse fato: são várias coisas que a igreja faz sem ter… Por exemplo, há igrejas que só separam (consagram) obreiros para o diaconato se forem casados, não estou criticando a igreja local, há igreja que só separa (consagra) casados, porque o escândalo está sendo grande de obreiros solteiros […] Onde está isso na Bíblia? Lugar nenhum. É a igreja que decide!”, exemplificou.

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Se a maconha for legalizada, o cristão pode fumar? Professor de teologia responde

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Como a maconha continua sendo defendida por lobistas de uma indústria milionária e sua aceitação cultural tem aumentado, muitos cristãos têm se questionado se o uso recreativo da droga é aceitável, já que em muitos lugares, ela está sendo legalizada.

Um professor de teologia chamado Todd Miles, que leciona no Western Seminary e publicou um livro intitulado Cannabis and the Christian: What the Bible Says about Marijuana (“Cannabis e o cristão: o que a Bíblia diz sobre a maconha”, em tradução livre), comentou o tema durante um podcast recentemente.

Segundo Miles, embora a Bíblia não diga nada explicitamente sobre a maconha, as Escrituras oferecem uma infinidade de “sabedoria” e orientação que podem ajudar os cristãos a resolverem o problema.

“Temos todas as palavras divinas de que precisamos para viver fielmente. Há muito para informar sobre a questão do uso recreativo e até mesmo medicinal da maconha”, afirmou o professor.

Sua abordagem, disse ele, é orientar os cristãos a “começarem a pensar intencionalmente” sobre a complexa questão, especialmente quando se trata dos perigos em torno da droga que muitas vezes são minimizados.

“As autoridades de saúde mental sabem que há uma forte ligação entre o início precoce da doença mental, esquizofrenia […] e o uso de maconha. E não devemos dizer o contrário”, pontuou.

Entre as muitas questões que cercam a maconha está a necessidade de diferenciar o uso medicinal da erva, já que essa aplicação vem sendo usada como argumento em prol da legalização, porém sem o enquadramento e as informações adequadas.

“Disseram-nos que [a maconha] é segura. Mas, uma vez que você escava abaixo da superfície, você encontra [a conclusão de que] não é bem assim”, acrescentou o professor.

Vícios

Miles disse que um dos equívocos e inverdades é que a maconha não vicia. Embora a droga possa não ser tão viciante quanto outras substâncias, ele resistiu a esse sentimento e observou alguns dos impactos adicionais que devem ser considerados ao discutir o assunto.

“Comprovadamente, ficar chapado de maconha […] prejudica as habilidades cognitivas, prejudica as habilidades físicas e prejudica o julgamento moral”, disse ele, observando que essas consequências são “inúteis”.

Miles apontou de volta para a ordem bíblica contra a embriaguez, que em sua totalidade se assemelha ao que acontece quando uma pessoa se envolve no uso recreativo de maconha: “Existe uma razão não médica para fumar maconha além de ficar chapado? Eu não acho que haja”, argumentou.

Para aqueles que acreditam que a maconha recreativa oferece alívio da ansiedade e outros problemas semelhantes, Miles alertou que esse tipo de uso deve ser diferenciado, já que a maioria dos remédios oriundos da erva não contém a substância alucinógena (THC):

“Nesse ponto, parece que você está se automedicando e passamos para uma categoria de maconha medicinal, não recreativa”, confrontou Todd Miles.

O professor tem a esperança de que as pessoas passem a examinar mais profundamente essas questões e o impacto que a maconha pode ter sobre o indivíduo: “Só porque a lei diz que algo está certo não significa necessariamente que esteja”, finalizou, segundo informações do portal The Christian Post.

 

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