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Medicina e Saúde

Dicas de alimentação para evitar doenças relacionadas ao inverno

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As dicas são do Hospital Estadual de Urgência e Emergência 

O inverno é a estação do ano em que as pessoas costumam ter mais resfriados e gripes, já que o frio desse período deixa o organismo suscetível a essas doenças. Nessa época, é importante estar atento para a imunidade e optar por uma alimentação rica em nutrientes, além de manter os ambientes arejados e com boa circulação de ar.  

A nutricionista Sabrina Viana Coelho, do Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), gerenciado pela Pró-Saúde em Vitória, explica que alimentos, como couve, brócolis e espinafre são fontes ricas em ácido fólico e contribuem para o sistema imunológico. “Esses alimentos auxiliam na formação de glóbulos brancos, os responsáveis pela defesa do organismo”, ressalta.   

Uma das dicas da profissional é preparar folhas verdes escuras cozidas no vapor, para manter as propriedades dos nutrientes. “Outra dica importante é consumir à vontade legumes e verduras, pois são grandes heróis no combate à baixa imunidade. A variedade de cores no prato representa mais proteção e saúde”, destaca a nutricionista. 

No tempo frio, também é comum optar por consumir mais sopas. Porém, Sabrina Coelho alerta que é importante realizar o preparo com produtos frescos, evitando o uso de macarrão instantâneo. “Quando preparadas com alimentos ricos em nutrientes, as sopas se tornam uma fonte de energia para o organismo. Já os macarrões instantâneos não contribuem, tendo em vista que eles são ricos em sódio, elemento capaz de aumentar a pressão arterial e também o risco de problemas cardiovasculares”, explica a profissional do HEUE.   

Já as frutas, como mexerica, goiaba, kiwi, mamão, laranja e manga são ricas em vitamina C. Elas atuam na formação de colágeno, que fornece resistência aos ossos, dentes e paredes dos vasos sanguíneos, contribuindo para a prevenção de doenças cardiovasculares e ajudando a prevenir gripes e resfriados. 

Além da alimentação na época mais fria do ano, é importante ingerir bastante líquido. “No frio é comum beber menos na água, o que é um perigo, pois a redução afeta todo o corpo, em especial, o trato urinário, que se torna mais susceptível a infecções”, conclui Sabrina Coelho. 

 

Alimentação adequada para o dia a dia 

Com o frio, é comum prolongar o tempo na cama e pular a refeição mais importante do dia: o café da manhã. Um hábito que, segundo a nutricionista, não pode ser frequente. “Durante a noite, perdemos o estoque de nutrientes no nosso organismo e o nosso corpo requer reposição. Quando dispensamos o café da manhã, deixamos de fornecer energia, podendo afetar diretamente na nossa imunidade. Além disso, é uma oportunidade de comer mais no almoço, contribuindo para o ganho de peso”, alerta.

 

Confira algumas dicas importantes destacadas pela nutricionista do HEUE para manter o corpo saudável: 

1 – Mantenha o organismo hidratado. Beba bastante água, sucos naturais e chás;

2 – Prefira temperar saladas cruas ou cozidas apenas com limão, azeite e ervas naturais;

3 – Sempre que possível opte pelo carboidrato integral;

4 – Evite alimentos como biscoito recheado, molhos prontos, salgadinhos em pacote;

5 – Garanta sempre uma porção de proteína de alto valor biológico, encontrada em carnes magras, peixes e ovos;

6 – Evite sucos industrializados, refrigerantes e bebida alcoólica;

7 – Faça atividade física sempre com acompanhamento de um profissional;

8 – Tenha um sono regular de, no mínimo, 8 horas por dia;

9 – Consuma muitas folhas, legumes e frutas para auxiliar no trânsito intestinal;

10 – Coma sem pressa, de preferência em um ambiente tranquilo.

 

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Sobre a Pró-Saúde 

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 24 cidades de 12 estados brasileiros — a maioria no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

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Medicina e Saúde

Consumir café e outras bebidas quentes pode elevar os riscos de grave doença

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Veja dica simples que ajuda na prevenção

A maioria das pessoas gosta de tomar um cafezinho quentinho feito na hora. O que muita gente não sabe é que essa ação, que aparentemente é inofensiva, pode, ao longo da vida das pessoas, representar perigo à saúde. Em uma matéria publicada pelo portal espanhol Sputnik, o Dr Suri Dadasheva fala sobre as consequências que a ingestão de bebidas muito quentes pode causar no organismo.

É um hábito comum da maior parte das pessoas gostar de uma bebida quente, especialmente quando o clima está ameno. Nesse período, as pessoas costumam consumir essas bebidas para esquentar o corpo quando está frio. No entanto, a ingestão de forma incorreta dos líquidos quentes pode trazer graves consequências à saúde do indivíduo.
A ingestão de café, chá e outros líquidos quentes podem aumentar as chances de se ter câncer no esôfago. Para quem não sabe, o esôfago é o órgão responsável por levar os alimentos até o estômago. Porém, quando o alimento com mais de 60 graus entra em contato com as paredes do esôfago pode provocar feridas na região.
Ao danificar estas células, o aparecimento das pequenas feridas pode acabar provocando um câncer. Uma alternativa para não desenvolver esse problema é evitar que as células presentes no esôfago sejam danificadas. Para que ocorra uma diminuição da chance de a longo prazo o indivíduo ter câncer por causa do consumo de alimentos quentes, a dica é simples; basta esperar que o café (ou outro tipo de bebida) esfrie antes de tomar. Adicionar leite também é uma ótima opção.
Um estudo realizado pela International Journal of Cancer, importante jornal que libera de forma quinzenal pesquisas experimentais em pessoas com câncer, alertou que o consumo de duas xícaras de cafés ou chás na temperatura de 60 graus, aumentam em 90% o risco do desenvolvimento de câncer de esôfago.

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Medicina e Saúde

Cientistas criam método que reduz efeitos colaterais da quimioterapia

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Nanocristais de celulose são feitos a partir de vegetais e atuam limpando drogas que afetam células saudáveis durante tratamento

Pesquisadores dos Estados Unidos desenvolveram um método natural de remover resíduos de quimioterapia do organismo e, como consequência, reduzir os efeitos colaterais que fragilizam pacientes em tratamento contra o câncer.

A tecnologia chamada de nanocristais de celulose peluda foi criada por cientistas da Universidade Estadual da Pensilvânia e do Instituto Terasaki de Inovação Biomédica, em Los Angeles.

Ela tem como base materiais extraídos das paredes celulares da plantas, que são projetados para ter um número imenso de “cabelos” de cadeia de polímeros que se estendem de cada extremidade.

Segundo o estudo, publicado na revista científica Materials Today Chemistry, esses “cabelos” aumentam a capacidade potencial de captura das drogas usadas na quimioterapia, especialmente a doxorrubicina (DOX), no sangue dos pacientes.

Embora os remédios quimioterápicos tenham um alvo certo, eles podem exceder o local de ação e circular pelo corpo, causando efeitos indesejados, como queda de cabelo, anemia, infecções crônicas, febre, entre outros.

Os métodos estudados até hoje se mostraram pouco eficazes na remoção do excesso de DOX no sangue. Todavia, a tecnologia desenvolvida pelos cientistas dos EUA obteve resultados animadores em laboratório.

“A eficácia de ligação dos nanocristais foi testada em soro humano – a porção líquida rica em proteínas do sangue. Para cada grama de nanocristais de celulose peluda, mais de 6.000 miligramas de DOX foram efetivamente removidos do soro. Isso representa um aumento na captura de DOX de duas a três ordens de grandeza em comparação com outros métodos atualmente disponíveis”, diz o Instituto Terasaki de Inovação Biomédica em nota.

Os nanocristais também não tiveram qualquer efeito tóxico ou nocivo nas células vermelhas do sangue total ou no crescimento celular de células umbilicais humanas.

Os criadores deste método dizem acreditar que ele pode ajudar ainda mais no combate ao câncer, já que médicos terão a opção de usar doses mais altas de medicamentos, tendo um resultado melhor no tratamento e sem que o paciente sinta tantos efeitos colaterais.

“Para alguns órgãos, como o fígado, a quimioterapia pode ser administrada localmente por meio de cateteres. Se pudéssemos colocar um dispositivo baseado nos nanocristais para capturar o excesso de drogas que saem da veia cava inferior do fígado, um grande vaso sanguíneo, os médicos poderiam administrar doses mais altas de quimioterapia para matar o câncer mais rapidamente sem se preocupar em danificar células saudáveis. Quando o tratamento terminar, o dispositivo poderá ser removido”, exemplifica um dos autores do estudo, o professor assistente de engenharia química e biomédica da Universidade Estadual da Pensilvânia Amir Sheikhi.

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