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Mundo Cristão

Diretora da Anvisa: “Porque Ele vive, posso crer no amanhã”

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A diretoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou neste domingo (17), por unanimidade, o uso emergencial das vacinas Oxford/AstraZeneca e CoronaVac. Com a decisão, as vacinas passarão a ser aplicadas na população brasileira.

A diretora da Anvisa, Meiruze Sousa Freitas, relatora dos pedidos de uso emergencial de vacinas contra a Covid-19, foi a primeira a votar e fez uma declaração de fé ao final de seu discurso.

“Antes de prosseguir, gostaria de declarar: porque Ele vive, eu posso crer no amanhã”, disse Meiruze, em referência ao trecho de uma canção da Harpa Cristã.

Meiruze, que é servidora da Anvisa desde 2007, é responsável pela segunda diretoria da agência, onde ocorrem as análises dos documentos enviados pelos laboratórios.

Dois pedidos foram analisados pela Anvisa. O primeiro foi feito pelo Instituto Butantan, que buscou autorização do uso de 6 milhões de doses da vacina CoronaVac, que foram importadas da China no ano passado, em parceria com a empresa chinesa Sinovac.

Já o segundo foi feito pela Fiocruz, que pediu autorização para o uso de 2 milhões de doses que devem ser importadas da Índia. A fundação mantém uma parceria com a farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford.

“Ressalvadas algumas incertezas pelo estágio das vacinas em desenvolvimento, os benefícios das duas candidatas superam os riscos e ambas atendem os critérios de eficácia e segurança”, afirmou Meiruze.

Segundo a Anvisa, a eficácia geral da vacina de Oxford/AstraZeneca é de 70,42%, considerando mais de uma forma de aplicação e intervalo entre doses. No Brasil, com duas doses, a eficácia ficou em 62%. Já no caso da CoronaVac, a eficácia calculada é de 50,39%.

Apesar da liberação, Meiruze condicionou a autorização da CoronaVac à assinatura de um termo de compromisso, que deve ser enviado até o dia 28 de fevereiro. Com a exigência, o Instituto Butantan deve enviar resultados sobre a imunogenicidade da vacina, esclarecendo sua capacidade de provocar imunidade.

Início da imunização no Brasil

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta segunda-feira (18) que a vacinação contra a Covid-19 começará nos estados a partir das 17h em todo o país.

Pazuello reforçou que os primeiros a receber as doses da vacina serão integrantes do grupo prioritário: profissionais da saúde, idosos e indígenas. Serão inicialmente 3 milhões de pessoas a serem vacinadas, com duas doses cada uma, totalizando 6 milhões de doses da CoronaVac.

Concedida ainda em fase de testes ou de análise da documentação, a autorização para uso emergencial se difere da permissão definitiva. Nesse caso, a vacina não pode ser aplicada em toda a população, já que os laboratórios precisam delimitar um público específico no qual as imunizações serão aplicadas.

Os também laboratórios se comprometem a notificar a Anvisa sobre as ocorrências de efeitos adversos da vacina, em um prazo de 24 horas.

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‘Aqui não tem pastora, nem de consideração’, diz pastor da Assembleia de Deus

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O posicionamento das Assembleias de Deus ligadas à CGADB em relação à ordenação de mulheres à função de pastora voltou a ser discutido nas redes sociais após um vídeo do pastor Roberto José dos Santos, de Pernambuco, viralizar.

Santos, que é dirigente da Assembleia de Deus em Abreu e Lima, conduzia uma aula da Escola Bíblica de Obreiros, quando aproveitou a ocasião para reprovar o costume que vem se disseminando entre muitas igrejas evangélicas.

“Ah, meu pastor, minha pastora. Aqui não tem pastora. Nem consagrada, nem de consideração. É a esposa do pastor. Não tem pastora”, disse Santos, enfaticamente.

“Em Abreu e Lima não tem pastora nem por consagração e nem por consideração. ‘É que a gente considera’. Não tem consideração de pastora. É a esposa do pastor, isso é pra ficar bem claro. Porque agora está uma moda de pastora. Cada um fica na vocação que foi chamado. O homem é o pastor, e a esposa dele é auxiliadora”, acrescentou o pastor.

Esse posicionamento não é particular do pastor Roberto José dos Santos, mas sim, uma conceituação histórica das Assembleias de Deus, estabelecida desde a primeira convenção da denominação, realizada em 1930 em Natal (RN), de acordo com informações do JM Notícia.

‘Antibíblico’

Esse posicionamento havia sido ecoado há alguns anos, quando o saudoso pastor Antonio Gilberto concedeu uma entrevista destacando que a ordenação de mulheres ao ministério pastoral é antibíblica.

“Muitas vezes elas fazem o trabalho melhor do que os homens. Mas ordenar para o Santo Ministério, não tem base nas Escrituras. E como é que isso está acontecendo?”, questionou Antonio Gilberto.

“É a igreja a culpada e a igreja vai prestar conta disso. A igreja que eu digo não é a igreja o prédio, os responsáveis vão prestar conta disso. Jesus nunca ordenou mulheres”, enfatizou.

Na ocasião, Antonio Gilberto destacou que o debate deve ser sobre a legitimidade bíblica de tais nomeações, e ponderou que a discussão não deve se restringir a esse tema, pois as lideranças das igrejas serão cobradas por Deus em todas as áreas.

Muitas outras coisas que não estão na Bíblia, mas que são impostas pelas igrejas, serão pesadas por Deus, alertou o pastor: “É antibíblico. E o que fazer? Quem estiver fazendo vai prestar conta a Deus. Mas infelizmente não é só ordenação de mulheres, é muita coisa que a igreja decide por ela”.

“Eu podia fazer menção aqui, não vou, não há necessidade. Para ninguém pensar que é só esse fato: são várias coisas que a igreja faz sem ter… Por exemplo, há igrejas que só separam (consagram) obreiros para o diaconato se forem casados, não estou criticando a igreja local, há igreja que só separa (consagra) casados, porque o escândalo está sendo grande de obreiros solteiros […] Onde está isso na Bíblia? Lugar nenhum. É a igreja que decide!”, exemplificou.

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Se a maconha for legalizada, o cristão pode fumar? Professor de teologia responde

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Como a maconha continua sendo defendida por lobistas de uma indústria milionária e sua aceitação cultural tem aumentado, muitos cristãos têm se questionado se o uso recreativo da droga é aceitável, já que em muitos lugares, ela está sendo legalizada.

Um professor de teologia chamado Todd Miles, que leciona no Western Seminary e publicou um livro intitulado Cannabis and the Christian: What the Bible Says about Marijuana (“Cannabis e o cristão: o que a Bíblia diz sobre a maconha”, em tradução livre), comentou o tema durante um podcast recentemente.

Segundo Miles, embora a Bíblia não diga nada explicitamente sobre a maconha, as Escrituras oferecem uma infinidade de “sabedoria” e orientação que podem ajudar os cristãos a resolverem o problema.

“Temos todas as palavras divinas de que precisamos para viver fielmente. Há muito para informar sobre a questão do uso recreativo e até mesmo medicinal da maconha”, afirmou o professor.

Sua abordagem, disse ele, é orientar os cristãos a “começarem a pensar intencionalmente” sobre a complexa questão, especialmente quando se trata dos perigos em torno da droga que muitas vezes são minimizados.

“As autoridades de saúde mental sabem que há uma forte ligação entre o início precoce da doença mental, esquizofrenia […] e o uso de maconha. E não devemos dizer o contrário”, pontuou.

Entre as muitas questões que cercam a maconha está a necessidade de diferenciar o uso medicinal da erva, já que essa aplicação vem sendo usada como argumento em prol da legalização, porém sem o enquadramento e as informações adequadas.

“Disseram-nos que [a maconha] é segura. Mas, uma vez que você escava abaixo da superfície, você encontra [a conclusão de que] não é bem assim”, acrescentou o professor.

Vícios

Miles disse que um dos equívocos e inverdades é que a maconha não vicia. Embora a droga possa não ser tão viciante quanto outras substâncias, ele resistiu a esse sentimento e observou alguns dos impactos adicionais que devem ser considerados ao discutir o assunto.

“Comprovadamente, ficar chapado de maconha […] prejudica as habilidades cognitivas, prejudica as habilidades físicas e prejudica o julgamento moral”, disse ele, observando que essas consequências são “inúteis”.

Miles apontou de volta para a ordem bíblica contra a embriaguez, que em sua totalidade se assemelha ao que acontece quando uma pessoa se envolve no uso recreativo de maconha: “Existe uma razão não médica para fumar maconha além de ficar chapado? Eu não acho que haja”, argumentou.

Para aqueles que acreditam que a maconha recreativa oferece alívio da ansiedade e outros problemas semelhantes, Miles alertou que esse tipo de uso deve ser diferenciado, já que a maioria dos remédios oriundos da erva não contém a substância alucinógena (THC):

“Nesse ponto, parece que você está se automedicando e passamos para uma categoria de maconha medicinal, não recreativa”, confrontou Todd Miles.

O professor tem a esperança de que as pessoas passem a examinar mais profundamente essas questões e o impacto que a maconha pode ter sobre o indivíduo: “Só porque a lei diz que algo está certo não significa necessariamente que esteja”, finalizou, segundo informações do portal The Christian Post.

 

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