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Segurança

Diretores de presídios de Linhares recebem homenagem de conselho municipal

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Os diretores da Penitenciária Regional de Linhares (PRL) e do Centro de Detenção e Ressocialização de Linhares (CRDL) foram homenageados na última sexta-feira (20) pelo Conselho de Segurança Pública de Linhares (Consel). A ação foi em reconhecimento aos serviços desenvolvidos com reflexo dentro e fora das unidades prisionais do município, que além de contribuir com o processo de ressocialização dos apenados, atende à comunidade através dos projetos desenvolvidos.

Para o diretor da PRL, Vinicíus Narcizo, o reconhecimento traz grande satisfação e motivação para dar continuidade aos projetos. “Essa é uma conquista de equipe. Tenho muitos amigos que abraçam nossas iniciativas e ajudam a executá-las. O objetivo é esse: mostrar aos internos que há um outro caminho, produtivo, e enquanto isso, auxiliar a comunidade, especialmente aqueles que mais precisam.”

Do Sítio PRL, três instituições municipais que assistem crianças e idosos recebem itens de hortaliças e hortifrúti em dias alternados, que são cultivados por internos. Na unidade há ainda uma fábrica de bloco de alvenaria, que são comercializados no município a um preço mais acessível, atendendo famílias em situação de vulnerabilidade social.

O diretor do Centro de Detenção e Ressocialização de Linhares, Nelson Rodrigo Pereira Merçon, ressalta que as parcerias são importantes para o pleno funcionamento do sistema penitenciário.

“Para promover ações de reintegração social às pessoas privadas de liberdade precisamos dos parceiros. Empresas que irão contratá-los, que apoiem nossas iniciativas. Aqui no CDRL, temos oito tanques de tilápia e um tanque de camarão.

Parte desse processo contou com apoio da iniciativa privada. Os internos são responsáveis pelo manejo e parte dessa produção é doada, outra revertida em insumos para novas produções. Nós estamos muito contentes com o reconhecimento, mas principalmente, com o apoio que recebemos da nossa equipe, dos internos e da comunidade para que esse trabalho seja esse sucesso!”

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Segurança

Casagrande autoriza construção da Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim

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Os investimentos na melhoria da infraestrutura para as forças de segurança pública no Espírito Santo não param. Nesta sexta-feira (15), o governador Renato Casagrande assinou a Ordem de Serviço para as obras de construção da 7º Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim. Também foi anunciada a publicação do edital para reforma e ampliação da 2º Companhia do 3º Batalhão da Polícia Militar, em Guaçuí. Somados, os investimentos do Governo do Estado ultrapassam R$ 7 milhões.


“Aqui em Cachoeiro, demolimos o prédio antigo que tinha aqui, pois era um problema para a vizinhança. Nosso governo acabou e o seguinte não deu sequência. Muito bom estar aqui hoje para dar início a essa obra tão importante. Será a delegacia mais bonita do Estado. No mandato passado fizemos a delegacia de Guaçuí. Agora vamos reformar e ampliar a Companhia da Polícia Militar daquela cidade para que possamos dar mais dignidade de trabalho aos nossos policiais e mais condições de atendimento à população”, afirmou o governador.

Casagrande destacou que as melhorias fazem parte do escopo do Programa Estado Presente em Defesa da Vida. “As pessoas ainda têm desconfiança do poder público, mas com seriedade, as obras se tornam realidade. É assim em nosso governo. Em 2011, recebemos o Estado destruído na área da segurança pública e entregamos em 2014 com uma estrutura organizada. Voltei ao governo em 2019 e encontrei a segurança pública da mesma forma: destruída e desmotivada. Desde então, quase toda semana estamos dando ordens de serviço ou entregando algum equipamento para reestruturar a segurança pública”, pontuou.

As duas obras serão executadas pelo Departamento de Edificações e de Rodovias do Espírito Santo (DER-ES). As obras da 7ª Delegacia Regional da Polícia Civil, em Cachoeiro de Itapemirim, vão acontecer no Bairro Independência e contam com investimentos de R$ 5,37 milhões. O projeto arquitetônico foi elaborado com uma área total construída de 1.367,31 metros quadrados, composta de dois andares. O prazo de conclusão das intervenções é de 720 dias.

O espaço vai abrigar a Superintendência de Polícia Regional, Gabinete do Chefe da Regional, Seção de Apoio Administrativo, Seção de Apoio Operacional, Seção de Registro e Verificação de Ocorrências, Seção de Inteligência, Análise e Estatística, Delegacia de Plantão Regional, Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa, Delegacia Especializada de Narcóticos, Delegacia Especializada de Investigações Criminais, Delegacia Especializada de Infrações Penais. O prédio conta ainda com ambientes de recepção, sanitários acessíveis masculino e feminino, cozinha, almoxarifado, arquivo, sala para material apreendido e estacionamento.

Ainda durante a solenidade, o governador Casagrande anunciou a publicação do edital para obras de manutenção preventiva e corretiva da 3ª Cia. do 13º Batalhão da PMES, localizada no Centro de Guaçuí. Serão investidos R$ 1,68 milhão nas intervenções, que contemplam ainda a substituição de pisos e esquadrias, demolição da laje existente e reconstrução do telhado para as viaturas locais, substituição da estrutura de madeira e telhas termo acústicas, revestimento e pintura das paredes, revisão da parte elétrica e manutenção das instalações hidrossanitárias.


“O Governo do Estado vem investindo forte na reestruturação das forças de segurança e esses anúncios são um bom exemplo. Desde o mês de dezembro, o governador vem fazendo entregas, autorizando obras e demonstrando todo o apreço que tem pelas forças de segurança. Essas obras vão dar mais dignidade e estrutura para os policiais civis e população de Cachoeiro de Itapemirim, que é um dos municípios mais importantes do Estado, além dos policiais militares que atuam em Guaçuí. Esse é o programa Estado Presente, que se preocupa com todas as vertentes na promoção da segurança”, afirmou o secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, coronel Alexandre Ramalho.

No mesmo sentido, o diretor presidente do DER-ES, Luiz Cesar Maretto Coura, destacou que as obras vão garantir melhores condições de trabalho aos policiais e de atendimento à população. “A área de segurança pública estava praticamente abandonada, mas o Governo do Estado através desses investimentos está finalmente devolvendo ao servidor público as condições para desempenhar bem o seu trabalho”, comentou.

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Segurança

Pinheiros: Suspeito de participar de mega esquema de lavagem dinheiro é preso

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O indivíduo, de 66 anos, teria movimentado mais de R$ 7 milhões, por meio de uma empresa fictícia, dentro do esquema descoberto durante a operação Piànjú

Mais um suspeito de integrar a organização criminosa desarticulada durante a operação Piànjù, deflagrada há um mês pela Polícia Civil e Ministério Público Estadual (MPES), foi preso na quarta-feira (13). O indivíduo, que, de acordo com as investigações, teria movimentado mais de R$ 7 milhões, por meio de uma empresa fictícia, foi detido no município de Pinheiros, no norte do estado.

De acordo com o MPES, o suspeito, de 66 anos, era considerado foragido. Contra ele, havia quatro mandados de prisão preventiva em aberto. O homem foi detido no bairro Jundiá e não resistiu à prisão.

Ainda segundo as investigações, o suspeito possui pelo menos dez carteiras de identidade falsas, o que constitui crime de falsidade ideológica. Segundo o MPES, os documentos eram materialmente verdadeiros e foram emitidos pela própria Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC) da Polícia Civil. No entanto, os dados contidos nos documentos eram falsos.

Após ser preso, o suspeito foi encaminhado para a Divisão Especializada de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) e, depois de passar pelos procedimentos de praxe, foi encaminhado ao Centro de Triagem de Viana (CTV). A prisão foi efetuada por policiais civis da DFRV, em conjunto com agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e contou com o apoio da Delegacia de Polícia de Pinheiros e do serviço reservado da PM.

Operação Piànjú

A operação Piànjú foi deflagrada no último dia 15 de dezembro e desarticulou uma organização criminosa, com atuação interestadual e internacional. Dez empresários foram detidos na ocasião — quatro no Espírito Santo, cinco em São Paulo e um no Ceará.

A operação ocorreu de forma simultânea em quatro estados. No Espírito Santo, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão nos municípios de Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica. Em São Paulo a operação foi realizada na capital, em Santos e em Jaguariúna. Também foram cumpridos mandados em Fortaleza (CE) e em Maceió (AL).

 

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Investigações

A operação Piànjù é fruto de uma investigação conduzida por dois anos que encontrou uma célula de uma organização criminosa que atuava no Espírito Santo. Essa associação, segundo as investigações, era composta por dois grandes empresários capixabas e diversos outros membros, que agiam como “prestadoras de serviços” de lavagem de capitais para outras organizações criminosas.

De acordo com a PCES e o MPES, o grupo criminoso desarticulado atuava de forma estruturada com a finalidade de praticar diversos crimes, entre eles: organização criminosa, lavagem de dinheiro, falsificação de documentos públicos e particulares, inserção de dados falsos em sistemas informatizados, falsidade ideológica, estelionato e falsa comunicação de crime.

O esquema criminoso foi descoberto a partir de um falso comunicado de roubo de um caminhão. Foi verificado que o caminhão não existia fisicamente e que só constava no banco de dados do Detran e do Renavan. Esses caminhões “fantasmas”, segundo as investigações, serviam de patrimônio para empresas, para que pudessem enviar dinheiro para a China e para os Estados Unidos.

Na primeira fase da investigação, identificou-se que o dinheiro era enviado por determinadas empresas envolvidas em outros crimes. Agora, está em apuração se esses recursos pertenciam às companhias do Espírito Santo e de quais atividades eram provenientes. De acordo com as investigações, os empresários capixabas ficavam com uma parte do dinheiro e enviavam o restante para fora do país, pagando impostos para fugir das fiscalizações dos órgãos de controle.

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