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Segurança

Diretoria de Saúde da PMES recebe veículo da SESP para auxiliar no atendimento à família policial militar

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Na manhã de ontem, quinta-feira (06), a Polícia Militar recebeu da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP) um veículo Jeep Renegade 0 KM, oriundo do Programa Pró Vida da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça  (SENASP – MJ).

O comando geral da Polícia Militar repassou o veículo à Diretoria de Saúde, em cerimônia que ocorreu na Secretaria de Esportes e Lazer (SESPORT), às 09h de hoje (06). O evento contou com a participação do Secretário de Segurança, coronel Alexandre Ofranti Ramalho, do Subsecretário de Gestão Estratégica, coronel Reinaldo Brezinski Nunes, do Subcomandante-geral da PMES, coronel Marcio Celante Weolffel e do Diretor Adjunto de Saúde, tenente-coronel Laurismar Tomazelli, dentre outras autoridades.

O veículo será utilizado pela Divisão Corporativa de Promoção Social no atendimento à família policial militar, nas questões relacionadas à saúde mental, prevenção ao suicídio, atenção psicossocial e qualidade de vida do policial militar e seus familiares, bem como em visitas domiciliares e hospitalares aos militares que necessitem de apoio e acolhimento psicossocial.

Para o Subcomandante-geral da PMES, coronel Celante, a aquisição deste veículo vem reforçar a qualidade na prestação dos serviços de saúde e oferecer mais segurança e conforto à família policial militar.

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Segurança

Ex-diretores de presídio no ES são exonerados após “fuga de cinema”

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No dia 15 de novembro, Adailton de Almeida Beraldo conseguiu escapar do CDPVV, passando pelo forro do teto da sala de visitas. Também houve troca de comando em cinco cargos de chefia da unidade em Vila Velha

A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) decidiu mudar a direção do Centro de Detenção Provisória de Vila Velha (CDPVV), localizado no Complexo de Xuri, onde, no dia 15 de novembro, um detento conseguiu fugir passando pelo forro do teto da sala destinada às visitas.

Foram exonerados o diretor do presídio, Francis Lucas Valiati, e o diretor adjunto, Diogo Ferreira Hoffmam. Além disso, houve a troca de comando em cinco cargos de chefia no presídio — três chefes de equipe e dois chefes de segurança.

Para a direção do CDP de Vila Velha, foi nomeado André Luiz da Rocha Furtado. Já Taciane Covre foi escolhida para ser a diretora adjunta da unidade prisional. As mudanças foram publicadas no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (08).

Uma fonte contou que as trocas na diretoria e nas chefias da unidade têm relação com a fuga ocorrida no mês passado.

A Secretaria da Justiça (Sejus) informou que cargos relativos à direção de unidade prisional são de livre nomeação e exoneração.

“A Corregedoria da pasta apura as circunstâncias da fuga registrada no Centro de Detenção Provisória de Vila Velha no dia 15 de novembro. O fato foi comunicado às autoridades policiais, bem como ao Poder Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública Estadual”, diz a nota. 

Relembre a ‘fuga cinematográfica’ ocorrida no CDP de Vila Velha

No dia 15 de novembro, Adailton de Almeida Beraldo, de 30 anos, conseguiu escapar do CDPVV, em uma fuga que lembrou uma cena de cinema. O interno aproveitou o horário de visita para fugir, passando pelo forro do parlatório.

Uma pessoa ouvida pelo Folha Vitória, que preferiu não se identificar, contou que, após sair da sala de visitas, Adailton passou por dois alambrados antes de deixar as dependências do presídio.

De acordo com a fonte, pelas imagens da câmera de segurança foi possível identificar que o preso andou por um longo percurso dentro do CDP antes de conseguir chegar à área externa da unidade.

A fuga durou cerca de 10 minutos. Adailton estava preso no local desde setembro, quando foi preso em flagrante após um homicídio no bairro Dom João Batista, também em Vila Velha.

21 presos fugiram de outro presídio, também em Xuri

Em outro presídio, também localizado no Complexo de Xuri, 21 detentos conseguiram escapar, na última sexta-feira (03), durante o banho de sol. O fato aconteceu na Penitenciária Estadual de Vila Velha I (PEVV I).

Até o momento, apenas seis internos foram recapturados e 15 continuam foragidos.

Nesta terça-feira (07), a Corregedoria da Sejus instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar as circunstâncias da fuga. Seis servidores estão sendo investigados por possível participação no caso.

O prazo para a conclusão do PAD é de 60 dias, podendo ser prorrogado. Até o momento, não houve afastamento de nenhum dos servidores. 

A Sejus informou, em nota, que as apurações do caso também irão apontar se houve falha no cumprimento dos protocolos de segurança ou alguma ação por má fé. 

Ainda segundo a secretaria, o resultado das apurações, de acordo com a gravidade do ato, pode ocasionar em diversas penalidades, que vão desde advertência, até a perda definitiva do cargo público.

Veja quem são os detentos que fugiram do Complexo de Xuri e ainda estão foragidos

MAYSSON SANTOS SOUTO foi detido em dezembro de 2016. Maysson responde pelo Art. 121, §2º, do Código Penal. Há registros de passagem pela Justiça desde janeiro de 2013 por tráfico de drogas.

WENDEL SILVA FARIAS foi detido em maio de 2019 pelo Art. 33 da Lei 11.343/06. Há registros no sistema prisional desde janeiro de 2015 por tráfico de drogas.

DIEGO AFONSO MARQUES DE CARVALHO estava detido desde março de 2017 pelos Art. 33, 35 e 40, VI, da Lei 11.343/06. Há registros desde fevereiro de 2015 pelo Art. 157, §2º I e II, e Art. 121 do Código Penal e Art. 33 da Lei 11.343/06.

MAYCON VENTURA PEREIRA foi detido em janeiro de 2015 pelos Art. 33 e 35 da Lei 11343/06. Há registros desde abril de 2012 pelo Art. 14 da Lei 10.826/03 e Art. 121, §2º, I e IV, do Código Penal.

FÁBIO SOARES DE ANDRADE foi detido em abril de 2015 por tráfico de drogas. Há registros desde novembro de 2012 por tráfico de drogas, Art. 157, § 2º, II, do Código Penal e Art. 121 § 2º, II c/c Art. 14, II, ambos do Código Penal.

JHONATAN RAMOS PEREIRA foi detido em novembro de 2018 pelo artigo 121 do Código Penal. Há registros desde março de 2013 pelo Art. 121, Código Penal.

DOUGLAS ALMEIDA CRUZ foi detido em janeiro de 2019 pelo Art. 155, § 1º e 4º, I e IV do Código Penal. Há registros desde abril de 2012 pelos Art. 155, §4º, e Art. 157, §2º I e II do Código Penal.

TAMERSON DAMIÃO MESSIAS BARBOSA foi detido em agosto de 2020 pelo Art. 33 da Lei 11.343/06. Há registros desde julho de 2011 pelos Art. 33 da Lei 11.343/06; Art. 14, Lei 10826/13; Art. 155 e Art. 180 do Código Penal.

MARLON PIMENTA SILVA foi detido em dezembro de 2019 pelo Art. 157, § 2º, II do Código Penal. Há registros desde março de 2015 pelo Art. 157 e Art. 121, §2º, II e IV do Código Penal.

BRYAN LIRIO DEOLINDO foi detido em julho de 2017 pelo Art. 16, § único, IV, da Lei 10.826/03. Há registros desde abril de 2011 pelo Art. 121, §2º, I e IV do Código Penal e Art. 16 da Lei 10826/03.

EDUARDO BONFIM MEIRELES foi detido em novembro de 2016 pelo Art. 121, §2º, do Código Penal. Há registros desde julho de 2007 pelos Art. 157 e Art. 121 do Código Penal, e Art. 15 da Lei 10.826/03.

BRUNO OLIVEIRA SANTOS foi detido em janeiro de 2019 pelo Art. 33 da Lei 11.343/06. Há registros desde outubro de 2017 por tráfico de drogas.

EDGAR GONÇALVES FIRMINO foi detido em agosto de 2019 pelo Art. 157, § 2º, II do Código Penal. Há registros desde novembro de 2017 pelos Art. 157 e Art. 180 do Código Penal.

VANDEILDO DIAS SANTOS foi detido em novembro de 2014 pelo Art. 121, §2º do Código Penal. Há registros desde novembro de 2010 pelos Art. 121, 157 do Código Penal e Art. 14 da Lei 10.826/03.

MAURICIO CARVALHO DE ARAUJO foi detido em março de 2010 pelo Art. 121 do Código Penal.

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Segurança

Casagrande descarta mudar comando da Sesp e da PM

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O governador Renato Casagrande descartou mudar o comando da PM e da Secretaria de Segurança no Estado. Atualmente, os postos são ocupados pelo coronel Douglas Caus e pelo coronel Alexandre Ramalho, respectivamente.

O burburinho da possibilidade de mudança nos postos-chave da segurança pública estadual veio após a repercussão da carta assinada por 15 coronéis com relatos de insatisfação ao governo e ao comando-geral da PM. Na carta, os coronéis falam em baixos salários, desmotivação, estresse da tropa e falta de diálogo. “A preocupação maior é certamente a formação de um cenário, já presenciado em tempo pretérito, onde a ausência de diálogo conduziu para consequências inesquecíveis e danosas para toda a Corporação”, diz trecho do documento em referência à greve da PM em fevereiro de 2017.

Questionado pela coluna De Olho no Poder se Coronel Ramalho iria deixar a Sesp, o governador respondeu: “Em hipótese nenhuma”. E deu a mesma resposta ao ser perguntado sobre Coronel Caus: “Estou satisfeito com o trabalho do Ramalho e do Caus”, respondeu Casagrande.

Nos bastidores, porém, a relação não estaria nada amistosa entre Caus e Ramalho. Oficiais militares e interlocutores do governo ouvidos pela coluna disseram, reservadamente, que os dois, que são da mesma turma de formação na PM, andam “batendo cabeça”, divergem com relação à estratégia de policiamento e que há entre eles uma “guerra de vaidades”, com disputa de holofote, tendo como pano de fundo a eleição do ano que vem.

A própria carta dos coronéis, endereçada ao secretário Ramalho e atropelando Caus, seria um indicativo do desgaste da relação, além de um ato – que está sendo lido na caserna – de insubordinação, uma vez que não foi respeitada a ordem hierárquica para o envio do documento. Ao receber a carta, Ramalho a encaminhou para o comando da PM.

Coronel Ramalho já admitiu à coluna a possibilidade de disputar uma vaga de deputado federal na eleição do ano que vem. Se isso se concretizar, ele deve deixar o posto de secretário em abril do ano que vem – 6 meses antes da eleição. A vaga de secretário a ser ocupada com a possível futura saída de Ramalho em abril também seria objeto de disputa dentro da PM, envolvendo Caus. Assim como também estaria no centro de uma disputa o posto de comandante da PM, caso Caus subisse para ser secretário.

Transferência

Na tarde de ontem foi publicado o “Boletim Especial do Comando Geral número 63” com mudanças e transferências envolvendo dois dos coronéis que assinaram a carta-manifesto. O coronel Carlos Ney de Souza Pimenta, que estava no comando do Policiamento Ostensivo Especializado (CPOE) – que atua em Vitória e tem sob seu guarda-chuva, por exemplo, o BME –, foi transferido para estar à frente do 6º Comando de Policiamento Ostensivo Regional (CPOR), na Serra.

Já o coronel Laurismar Tomazeli, que estava no comando do 6º CPOR, vai para o comando do CPOE. Também ocorreram outras mudanças entre as duas unidades e com outros quatro oficiais de patentes menores.

Oficiais ouvidos pela coluna disseram que se trata de um ato administrativo, sem peso de punição, mas que mais mudanças devem ocorrer. “Se a carta foi um ato de insubordinação e o corregedor, coronel Moacir Barreto, assinou a carta, como ele vai investigar ele mesmo?”, questionou um oficial à coluna.

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