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Política Nacional

Do campo à mesa consumidor: governo garante abastecimento da população

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Ministra Tereza Cristina Promovidas falou sobre as ações do governo para garantir o abastecimento de alimentos para a população

Garantir o abastecimento de alimentos para a população e a manutenção da segurança para os trabalhadores do campo e do transporte foi um desafio imposto pela chegada da pandemia do novo coronavírus ao Brasil, de acordo com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.

“Todos os setores são importantes, mas o abastecimento hoje tem uma atenção especial desse ministério. E as pessoas fiquem tranquilas porque nós temos alimentos suficiente para nossa população, para que ela seja abastecida com fartura”, disse.

O início das infecções pelo Covid-19 no País ocorreu em meio a colheita de uma safra recorde que precisava ser finalizada, armazenada e distribuída. Aproximadamente 250 milhões de toneladas foram colhidas. 

“Nossa preocupação no primeiro momento foi para que esse setor não parasse. Que não tivesse nada que interrompesse da porteira para dentro o que era colheita. E, da porteira para fora, tínhamos um problema muito preocupante que era a logística: como os caminhoneiros iam ir e vir com a quarentena”, relatou a ministra.

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Com ações articuladas, os ministérios da Agricultura, da Infraestrutura e da Saúde buscaram soluções para que fosse mantido o fluxo do abastecimento desde o campo até a chegada dos produtos na mesa do consumidor com segurança para o trabalhador, segundo a ministra Tereza Cristina. 

“Não temos como deixar de alimentar às pessoas, nos hospitais, as pessoas estão em casa, as pessoas que estão trabalhando. Porque alimento de qualidade é saúde”.

As ações começam no campo, com cartilhas trazendo orientações para minimizar os riscos a quem está colhendo, e chegam até os caminhoneiros que são os responsáveis pelo transporte dos produtos. Esse último grupo teve prioridade na vacinação contra a gripe e garantia de acesso a combustível, borracharias e locais para alimentação.

Segundo ela, o trabalho é monitorado diariamente para que continue com bons resultados. “Todos os dias fechamos relatórios que vêm dos nossos fiscais porque precisamos manter não só o abastecimento, mas o abastecimento de qualidade. E fazer a fiscalização para que o alimento seja realmente seguro para a população”, ressaltou Tereza Cristina.

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Atenção aos produtores

A ministra explicou que, num primeiro momento, setores que foram fortemente impactados como o de hortifruti, o leiteiro, de pescado e o de flores receberam atenção diferenciada do governo.

Além disso, para apoiar o setor da agropecuária, foi anunciada a prorrogação das parcelas de financiamento até o dia 15 de agosto, tanto no custeio quanto no investimento.

Também foi disponibilizado crédito para atender cooperativas e agroindústrias que enfrentam dificuldades e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

A combinação de medidas de planejamento, de infraestrutura, econômicas e de proteção aos trabalhadores deve levar o setor do agronegócio a dar impulso à retomada da economia. “Essa é uma atividade que o Brasil sabe que vai ser a alavanca desse momento pós-coronavírus”, avaliou a ministra Tereza Cristina.

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Política Nacional

TSE divulga patrimônio declarado pelos presidenciáveis; veja os valores

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Candidatos têm até o dia 15 de agosto para formalizar o registro no TSE

Sete dos 12 presidenciáveis tiveram seus patrimônios divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no último domingo (7). O candidato com maior patrimônio declarado é o empresário Felipe D’Ávila (Novo), com mais de R$ 24 milhões.

Até o dia 15 de agosto, todos os candidatos precisam formalizar o registro da candidatura no TSE, junto com o patrimônio, nomes e fotos nas urnas para as eleições. Até o momento, o presidente Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), José Maria Eymael (DC), Roberto Jefferson (PTB) e Soraya Thronicke (União Brasil), ainda não realizaram o processo junto ao tribunal.

Atrás de D’Ávila, vem o candidato do Pros, Pablo Marçal, com um patrimônio de quase R$ 17 milhões. O ex-presidente Lula (PT) declarou R$ 7,4 milhões neste ano, um valor menor do que em 2018, quando havia declarado um patrimônio de R$ 7,98 milhões.

O vice de Lula, Geraldo Alckmin (PSB), declarou mais de R$ 1 milhão. A senadora Simone Tebet (MDB) tem um patrimônio de R$ 2,3 milhões e, sua vice, a senadora Mara Gabrilli (PSDB), quase R$ 13 milhões.

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Leonardo Péricles (UP) declarou um valor de R$ 197 mil, Sofia Manzano (PCB), R$ 498 mil, e Vera Lúcia (PSTU), pouco mais de R$ 8 mil.

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Política Nacional

Pros retira candidatura de Marçal e deve apoiar Lula

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Em convenção na última sexta-feira (5), partido aprovou por unanimidade retirar a candidatura de Pablo Marçal. Executiva nacional pretende apoiar Lula no primeiro turno. Marçal por sua vez declarou que a retirada da sua candidatura é um golpe

Após decisões judiciais, a nova direção do Pros definiu pela retirada da candidatura presidencial do coach e influenciador digital Pablo Marçal. A formalização ocorreu em Brasília, na sexta-feira (6), último dia para os partidos realizarem as convenções partidárias que definem os nomes para a disputa de 2022.

A retirada da candidatura própria ocorreu de forma unânime em votação feita com os 29 presentes na reunião, segundo ata registrada pelo Pros no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Sem Marçal na disputa, a nova executiva do Pros pretende declarar apoio a Lula (PT) já no primeiro turno da eleição à Presidência da República — que será realizado no dia 2 de outubro.

Na última semana, a direção do Pros mudou de mãos por três vezes. No domingo (31), a Justiça determinou que a ala liderada por Eurípedes Júnior retomasse ao comando — ele estava afastado acusado de desvio de recursos.

Eurípedes foi novamente afastado em decisão na quarta-feira e devolveu o cargo de presidente do Pros para Marcus Holanda, responsável pela primeira convenção do partido e pela indicação de Marçal como presidenciável.

Houve nova troca e, na quinta-feira, o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Ricardo Lewandowski recolocou Eurípedes à frente da sigla.

Pablo Marçal disse que pretende recorrer da retirada de sua candidatura, movimento que define como um golpe.

“Minha candidatura é um ato jurídico perfeito, dentro do prazo hábil. Tem que ter um prazo para divulgação o que está rolando agora é um golpe, estão fazendo uma reunião de maneira escusa”, afirmou.

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