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Brasil

“Doar leite materno é um ato de amor em dobro”, afirma Queiroga em lançamento de campanha de doação

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Ministério da Saúde incentiva que mulheres doem leite para a alimentação de bebês que não podem ser amamentados pela própria mãe, principalmente durante a pandemia

No Dia Nacional e Mundial da Doação de Leite Humano, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga iniciou a cerimônia de lançamento da Campanha Nacional de Doação de Leite agradecendo as mães de todo o Brasil que doam esse alimento tão essencial no início da vida de todos os bebês. Celebrada na quarta-feira (19/5), a data incentiva as mulheres que amamentam sobre a importância da doação.

“A amamentação é um ato de amor; a doação do leite materno é um ato de amor redobrado. Então, a todas as mães que doam leite para ajudar aquelas crianças que mais precisam, o meu cumprimento e o meu reconhecimento. É necessário que todos nos unamos para estimular essa iniciativa, e que ela possa ser cada vez mais replicada”, disse o ministro.

Com a mensagem: “Doe leite, doe esperança. Um grande gesto pode salvar a vida de quem mais precisa”, a campanha tem o objetivo de sensibilizar as mães sobre a importância de doar leite durante todo o ano, visando o aumento do número de novas doadoras voluntárias e do volume de leite humano coletado e distribuído.

Atualmente, o Brasil possui 222 Bancos de Leite e 220 Postos de Coleta. Em 2020, foram doados 229 mil litros, dos quais 157 mil foram distribuídos, beneficiando 212 mil recém-nascidos a partir da doação de 182 mil mulheres. Isso representa 64% da real necessidade por leite materno no País.

“O Brasil é referência internacional e possui uma das maiores redes de Banco de Leite Humano do mundo. Queremos sensibilizar todas as mulheres que amamentam, e sua rede de apoio, buscando ampliar cada vez mais essa prática”, destacou Queiroga.

ALEITAMENTO MATERNO

O leite humano é de extrema importância para o desenvolvimento saudável, especialmente de prematuros internados, que não podem ser alimentados pela própria mãe. Esses bebês têm mais chances de recuperação e, consequentemente, uma vida mais saudável, se a alimentação for feita exclusivamente com leite humano.

A medida beneficia a recuperação de prematuros e nascidos com baixo peso internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) Neonatais, além de contribuir para a diminuição da mortalidade infantil e desnutrição.

A cada ano, são estimados 330 mil nascimentos de prematuros ou com baixo peso no Brasil, o que corresponde a 11% do total de nascidos no País. Cada doação ajuda a salvar a vida dessas crianças, pois apenas 1 ml de leite é suficiente para alimentar um bebê a cada refeição, dependendo do peso e das condições clínicas. Para doar, basta estar em boas condições de saúde e não fazer uso de medicamentos que interfiram na amamentação.

DOAÇÃO E ARMAZENAMENTO

O leite doado pode ficar armazenado em frascos de vidro de boca larga e tampa de plástico, como os de café solúvel, por exemplo. É importante realizar a higienização da mama e lavar as mãos com água e sabão, além do uso de máscara. O leite colhido é analisado, passa por processo de pasteurização e é submetido ao controle de qualidade antes de ser disponibilizado às unidades neonatais.

Também é importante ressaltar que potes de vidro com tampas de metal, como os de alimentos em conserva, não são recomendados para o armazenamento de leite humano.

Para mais informações sobre como e onde doar, basta entrar em contato com o Banco de Leite Humano mais próximo ou ligar no 136.

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Brasil

Pais são presos suspeitos de torturar e matar filho de 1 ano em MT

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Os pais foram presos suspeitos de torturar e matar filho de 1 ano com socos e fio de carregador. Menino também recebeu um golpe no tórax. Depois de dar outra versão na delegacia, mãe confessou que viu a criança sendo agredida pelo pai

Um casal foi preso, na sexta-feira (23), suspeito de torturar e matar o filho de 1 ano, com socos e fio de carregador de celular, em Cáceres, a 250 km de Cuiabá. A mãe foi identificada como Stefanny Fontaneli Soares, de 20 anos, e o pai como Lucas da Rocha Ramos, de 21 anos.

Enzo Gabriel Fontaneli deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cáceres, levado pela mãe, com diversas marcas de lesões pelo corpo. Segundo a equipe médica, ele já não apresentava sinais vitais. Ainda assim, a equipe tentou a reanimação do garoto, sem sucesso.

A médica responsável pelo atendimento à criança informou que no exame físico realizado ficaram evidentes diversas marcas pelo corpo da criança, como hematomas, inclusive nos olhos, nódulos na cabeça e cicatrizes, entre elas a que mostra a marca de um carregador de celular.

A Polícia Militar foi acionada pela UPA e encaminhou a mãe da criança ao plantão da Delegacia de Cáceres.

A versão inicial da mãe, de 20 anos, foi de que na noite de quinta-feira (22), o filho teria caído de uma mureta e batido a cabeça.

Após a queda, os pais teriam dado banho no menino, que se queixou de dores pelo corpo. Depois de acalmarem o garoto, eles o teriam colocado para dormir mas, na manhã de sexta-feira (23), a criança estava fraca e não respondia aos chamados, quando então pediram ajuda e a mãe o levou à unidade de saúde.

No entanto, durante interrogatório na delegacia, a mãe acabou confessando à delegada Judá Maali Marcondes que viu a criança sendo agredida pelo pai, que não gostou de ouvir o pequeno Enzo chorar e se irritou com o filho. Ela disse que depois das agressões, a criança ficou desacordada, sendo então levada à UPA.

A apuração da Polícia Civil constatou que a criança passou por intenso sofrimento físico por um longo período, com diversas agressões causadas por objetos, como um fio de carregador de aparelho celular.

Além disso, o menino recebeu um golpe no tórax e vomitou. Com isso, o pai tornou a agredi-lo, diante do choro do garoto.

O pai da criança foi localizado na chácara onde mora, na Comunidade Taquaral, e preso em flagrante. Na casa, as equipes da Delegacia Especializada do Adolescente de Cáceres localizaram uma arma de fogo.

O pai também vai responder por posse ilegal de arma — Foto: PJC/MT

A delegada Judá Marcondes explicou que a mãe se omitiu no dever de cuidar e proteger o filho das agressões e por isso responderá também pelo homicídio qualificado.

“Essa criança foi torturada, sofreu agressões seguidas, que resultaram em sua morte”, pontuou a delegada.

Em depoimento na delegacia, o pai, de 21 anos, confessou as agressões contra o filho. Um laudo preliminar apontou indícios de que a criança tenha sido abusada sexualmente.

Os dois responderão pelo homicídio qualificado mediante tortura e recurso que impossibilitou a defesa, com agravante pelo fato da vítima ser menor de 14 anos. Além disso, também podem responder por estupro de vulnerável.

Após os procedimentos na Delegacia da Mulher de Cáceres, o casal será submetido a exame de corpo de delito e depois encaminhado para as respectivas unidades prisionais, onde permanecerão à disposição da Justiça.

A delegada representou ao Poder Judiciário pela conversão do flagrante em prisão preventiva do casal. O homem foi autuado em flagrante também por posse ilegal de arma de fogo.

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Prazo para contestar auxílio emergencial negado termina neste sábado

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Saiba como proceder e quem tem direito a fazer a solicitação, realizada por meio do site do Ministério da Cidadania

O prazo para a contestar os pedidos de auxílio emergencial negados termina neste sábado (24), às 23h59. A data limite se aplica aos trabalhadores que se inscreveram pelos meios digitais e que tiveram a solicitação recusada na revisão mensal de julho.

Mensalmente, governo federal analisa os CPFs dos beneficiários para conferir se eles ainda se enquadram nos critérios para receber o auxílio.

De acordo com o Ministério da Cidadania, a contestação vai permitir uma nova análise com bases mais atualizadas dos dados da pessoa. O requerimento com o pedido de revisão deve ser feito pelo site da pasta (https://consultaauxilio.cidadania.gov.br).

“Após ingressar com os dados de identificação e clicar na aba correspondente ao auxílio emergencial 2021, a pessoa deve clicar no botão: contestar. A partir daí, precisa aguardar até que seja realizada uma nova análise da situação do seu benefício”, informou o ministério.

Após a contestação, o pedido será reanalisado pela Dataprev. A partir daí, é preciso aguardar até que a nova análise da situação do benefício seja concluída.

Se a razão que motivou o cancelamento permitir contestação, o trabalhador poderá voltar a receber o benefício.

O ministério disse que, caso não ocorra a aprovação por algum motivo de indeferimento definitivo, não será possível apresentar contestação, pois a situação que motivou o indeferimento não vai se alterar.

Pessoas que já tenham ficado inelegíveis para receber o auxílio antes e já tenham realizado a contestação não poderão submeter nova contestação.

Já os bloqueios feitos a pedido dos órgãos de controle não podem ser contestados ainda, pois estão sob análise do Ministério da Cidadania e da Dataprev. Esse tipo e bloqueio é feito de forma preventiva.

“Posteriormente, é definido pela liberação ou cancelamento do benefício em definitivo. Não há prazo definido para divulgação do resultado”, disse o ministério.

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