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Brasil

Documento do STJ indica que Witzel comandava fraudes na saúde do Rio

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Inquérito investiga suposta participação do governador em irregularidades na compra de respiradores e na implantação de hospitais de campanha

O Jornal da Record teve acesso a um documento do Superior Tribunal de Justiça que indica que o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, comandava uma suposta estrutura com fortes indícios de fraude na saúde pública durante a pandemia. O processo de impeachment contra Witzel está em curso.
 
A sessão desta quarta-feira (15) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro foi a terceira das dez realizadas para que o governador Wilson Witzel se defenda no processo de impeachment.

Witzel também responde pelas suspeitas de corrupção na Justiça.

O inquérito no STJ investiga a suposta participação de Witzel em irregularidades na compra de respiradores e na implantação de hospitais de campanha. A investigação apura também possíveis ilegalidades, envolvendo empresários e ex-secretários de estado. Diversos delitos podem ter sido praticados de forma sofisticada para parecerem atos legais de interesse público.

Em um dos trechos do documento a que o Jornal da Record teve acesso, o ministro João Otávio Noronha ressalta que as provas coletadas, até o momento, indicam que dentro do poder executivo do estado do Rio de Janeiro foi criada uma estrutura hierárquica a partir do governador, que permitiu contratações com fortes indícios de fraudes na saúde pública.

Em nota, Wilson Witzel afirmou que assim que surgiram as primeiras denúncias determinou quebra de sigilo dos contratos e abriu sindicância para apurar o ocorrido.

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Menino engasga com peça de brinquedo e fica em estado grave; Bombeiros dão orientações para esses casos

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Luiz Otávio Aquino Madureira, de dois anos, foi imediatamente socorrido pela mãe e pelo tio; ele está no CTI da Santa Casa de Montes Claros. Em casos de engasgo com objetos sólidos, o Corpo de Bombeiros orienta que os pais ou responsáveis liguem imediatamente para o telefone 193.

Um menino, de dois anos, está internado no CTI da Santa Casa de Montes Claros (MG) após se engasgar com a peça de um brinquedo.

A mãe de Luiz Otávio Aquino Madureira, Isabela Aquino, conta que estava com o filho na casa da avó, no domingo (17), quando o fato aconteceu.

“Ele estava sentado na sala brincando normalmente, como era de costume, quando percebi que tinha uma ventosa, uma pecinha de uma flecha na boca dele. Falei para ele tirar, só que ele sugou e a peça foi parar na garganta. Imediatamente, enfiei o dedo para tentar puxar, só que estava longe, mais fundo. Meu ímpeto foi correr para o hospital”, diz.

Isabela levou o filho até o Hospital Aroldo Tourinho com ajuda do irmão. O menino teve parada cardiorrespiratória e obstrução das vias aéreas, por isso precisou ser reanimado por cerca de meia hora. Após as manobras, a circulação espontânea voltou.

“Eu tentava massagear, só saía baba, eu desesperei. Coloquei ele de bruços para ver se a pecinha era expelida, mas nada. No caminho até o hospital, meu irmão gritava para os outros motoristas deixarem ele passar. Fiquei com medo, mas tinha fé. Quando o Luiz desfaleceu, falei para Deus: ‘O Senhor não pode tirar ele de mim, porque ele foi um presente. Eu demorei um ano e oito meses para engravidar dele. Não deixa meu filho morrer, eu imploro’. Eu me desesperei”, fala.

Por questões técnicas, a criança precisou ser transferida, ainda no domingo (17), por volta de 20h, para a Santa Casa de Montes Claros, onde encontra-se internada atualmente.

“Ele está no CTI, entubado, mas com quadro estável. Os médicos temem que possam ficar sequelas pelo tempo que ele ficou desfalecido, mas, se Deus quiser, ele vai sair dessa”, comenta o pai Charles Madureira.

Como reagir em casos de engasgo

Em casos de engasgo com objetos sólidos, o Corpo de Bombeiros orienta que os pais ou responsáveis liguem imediatamente para o telefone 193, como explica o tenente Kollek Pereira.

“Objetos sólidos incluem brinquedos e até mesmo comidas maiores, incompatíveis com a capacidade de deglutição da criança. É indispensável que se estabeleça contato com o serviço de emergência para receber as orientações. São dois passos paralelos: enquanto o teleatendente passa as coordenadas, se necessário, uma viatura já se desloca para o local. Tudo muito rápido”, diz.

Estes são os passos para expelir brinquedos e demais itens sólidos da garganta, conforme detalha o militar.

“Deve-se virar a criança de bruços, deixando a cabeça mais baixa em relação ao resto do corpo, para, então, aplicar cinco “pancadas” moderadas nas costas. Logo após, vira-se a criança de barriga para cima para fazer cinco compressões no peito com os dedos indicador e médio. Em seguida, o adulto confere se o objeto foi expelido. Caso não, repete o processo. Ter calma é fundamental para executar o passos e se atentar ao que o atendente diz”, completa.

Em casos de engasgo com objetos sólidos, o Corpo de Bombeiros orienta que os pais ou responsáveis liguem imediatamente para o telefone 193 — Foto: Paula Alves/Inter TV

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Professora morre ao cair de costão quando fazia fotos em praia

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Acidente ocorreu no costão da Ponta do Vigia, em Penha. Moradora de Navegantes, Soliane Luiza, de 28 anos, foi tirada da água com vida, mas não resistiu.

A professora Soliane Luiza morreu ao cair do costão da Ponta do Vigia, em Penha, no Litoral Norte catarinense. Segundo informações dos Bombeiros Voluntários da cidade, o acidente ocorreu no domingo (17), quando a mulher fazia fotos em uma pedra na Praia Grande.

A moradora de Navegantes tinha 28 anos e estava fazendo um passeio em um dos pontos turísticos do município. Após despencar da pedra, ela foi arrastada por uma onda.

Por volta das 16h30, pessoas que estavam no local chamaram os guarda-vidas civis, que acionaram o apoio do helicóptero Arcanjo 3, do Corpo de Bombeiros. O trabalho foi dificultado pela proximidade com o costão e as fortes rajadas de vento.

A vítima foi retirada da água com a utilização de um equipamento chamado sling, que é uma espécie de cadeira com um cabo ligado à aeronave. Segundo os bombeiros, a mulher foi retirada do mar ainda com vida, com afogamento grau 6. Na areia da praia, foram realizados procedimentos para recuperação.

Após ser constatado a volta dos batimentos cardíacos, a vítima foi conduzida de ambulância até um campo de futebol, onde o helicóptero aguardava para levar a professora até o Hospital Marieta Konder Borhausen, em Itajaí.

No entanto, de acordo com os bombeiros, ao chegar no local da decolagem a vítima piorou e sofreu uma parada cardiorrespiratória, sendo constatado a morte no local às 18h30.

Moradora de Navegantes morreu após cair de uma pedra enquanto fazia fotos — Foto: Reprodução/ Redes sociais

Luto

Pelas redes sociais, uma unidade de ensino de Navegantes onde Soliane trabalhava lamentou a morte da professora.

“Sol era uma professora exemplar, dedicada, carinhosa e muito amada por todos. Por onde passava, encantava com sua alegria e iluminava com sua luz. Sol deixará um pedacinho dela aqui com cada uma de nós”, escreveu o Centro Educacional Paraíso Infantil Baby.

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