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Medicina e Saúde

Dormir mal ou por poucas horas pode levar ao aumento de peso

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Nutricionista explica que garantir um sono bom e reparador ajuda quem quer emagrecer ou manter a forma

Muitas vezes acreditamos que apenas a comida que ingerimos influencia o peso corporal, o que faz com que o primeiro impulso seja controlar o que se come. Porém, embora a ingestão de alimentos seja o fator principal para a flutuação de peso, ele não é o único, já que os hábitos de sono também podem interferir na balança. Quem afirma é Fran Sabal, nutricionista especializada em “Nutrição Emocional”, uma linha da alimentação que leva outros fatores em consideração, além da comida, para o ganho ou perda de peso. A profissional explica como dormir melhor pode ajudar uma pessoa a emagrecer ou manter o peso de maneira mais saudável, garantindo mais disposição e energia.

Dormir mal e descansar pouco pode levar o indivíduo a aumentar a ingestão de alimentos ao longo do dia, porque o organismo precisa dessa energia extra, já que não descansou direito. “Somos seres integrais. Nosso peso corporal é o resultado da interação de quatro pilares: a mente, as emoções, a alimentação e a parte espiritualDormir mal e descansar pouco pode levar o indivíduo a aumentar a ingestão de alimentos ao longo do dia, porque o organismo precisa dessa energia extra, já que não descansou direito. “Somos seres integrais. Nosso peso corporal é o resultado da interação de quatro pilares: a mente, as emoções, a alimentação e a parte espiritual”, afirma Fran Sabal. “Em nosso organismo, tudo está interligado. Por isso, se só trabalhamos o lado da comida, deixando de dar atenção aos outros elementos que também nos influenciam, como por exemplo a qualidade do sono, não será fácil de alcançar nossos objetivos”, adverte ela.

Fran Sabal criou um método pra “reduzir o peso e mantê-lo de forma saudável, aumentando o nível de energia e melhorando o humor”, segundo ela. O método propõe mudanças significativas nos quatro pilares que ela citou e que formam a base do que a profissional chama de “Nutrição Emocional”. De acordo com esse método, a alimentação é compreendida a partir de um ponto de vista global e, por isso, o sono tem um papel fundamental. A especialista conta que dormir pouco ou mal “nos torna mais propensos a comer mais e, se não dormimos bem, podemos ter um aumento de peso devido a uma desregulação hormonal gerada pela falta de horas de descanso”.

“Há estudos que demonstram que dormir menos de 7 horas ou mais de 9 horas tem uma relação direta com o sobrepeso”, explica ela. “Se dormimos poucas horas, geralmente ficamos com pouca energia no dia seguinte, então é normal tentar compensar isso comendo mais, para poder obter energia rápida”, completa.

Muitas vezes acreditamos que apenas a comida que ingerimos influencia o peso corporal, o que faz com que o primeiro impulso seja controlar o que se come. Porém, embora a ingestão de alimentos seja o fator principal para a flutuação de peso, ele não é o único, já que os hábitos de sono também podem interferir na balança. Quem afirma é Fran Sabal, nutricionista especializada em

Fran lembra ainda que, quando buscamos mais energia por meio da comida, depois de uma noite de sono insuficiente, os alimentos mais procurados são justamente aqueles ricos em açúcares e gorduras, como as guloseimas e os produtos processados. “Quando precisamos de energia rápida, não pensamos em comer uma maçã, mas sim um chocolate”, destaca a nutricionista. “Porém, a energia que esse doce traz acaba rapidamente e logo sentimos vontade de comer de novo, quando, na relidade, o que nosso corpo precisaria, nesse momento, era de mais descanso em vez de mais comida”, explica ela

A nutricionista Fran Sabal (que aparece nesta foto) é formada em Nutrição e Dietética pela Universidade de Valparaíso, no Chile, e especialista em gestão emocional e programação neurolinguística (PNL). Também é autora do livro “Nutrición emocional” (2020) e diretora da Escuela de Nutrición Emocional. Para a nutricionista, dormir bem é uma das chaves da boa saúde, pois nosso corpo regenera, durante o sono, as células que foram danificadas ao longo do dia. “Isso ajuda a proteger órgãos e tecidos de doenças, especialmente as cardiovasculares”, diz ela. Dormir pouco pode ser prejudicial, mas dormir demais também não é bom para o metabolismo e, consequentemente, para a manutenção do peso, segundo Fran. “Quando passamos das horas necessárias de sono, o corpo fica cada vez mais sedentário e acabamos com menos horas disponíveis para fazer exercícios físicos”, explica ela. Além disso, a nutricionista destaca que, como nosso corpo obedece a um ciclo circadiano, nossos hormônios têm ciclos de 24 horas. Ou seja: certos hormônios são mais liberados ao longo do dia, enquanto outros são produzidos e liberados à noite. “Se nós mesmos desregulamos esse ciclo natural, sentiremos mais ansiedade que, em geral, é descontada na comida”

Assim, para ter uma vida mais saudável, Fran deixa algumas recomendações para dormir e descansar melhor:
1. Evite ingerir, depois das 18 horas, alimentos estimulantes, como café, chá, chocolate ou refrigerantes;
2. Prefira sempre refeições mais leves, compostas por carnes brancas, pescados, cereais integrais, verduras e lácteos e procure consumi-las pelo menos 2 horas antes de dormir;
3. Utilize a respiração para relaxar. Ao deitar-se, concentre-se na sua respiração, sinta como o ar entra e sai dos pulmões. Esse exercício ajuda a obter um sono mais reparador;
4. Evite o excesso de estímulos: conversas difíceis e filmes agitados, como os de ação ou terror, podem afetar o descanso. É melhor ler um livro ou ouvir uma música relaxante antes de dormir;
5. Organize seus dias. Dessa forma, poderá reduzir seus níveis de ansiedade e stress, e, assim, dormir de uma maneira mais tranquila e natural, sem preocupações

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Veja 8 vitaminas fundamentais para a saúde dos idosos

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A ingestão de vitaminas traz inúmeros benefícios para o corpo humano, garantindo o seu equilíbrio

Na terceira idade, a reposição de vitaminas é fundamental para evitar problemas como queda da imunidade e desgaste ósseo, por exemplo. A alimentação balanceada ainda é o fator mais importante, mas a suplementação atua em conjunto, repondo as vitaminas e sais minerais.

“É importante essa reposição para tratar as deficiências nutricionais, garantindo uma melhor qualidade de vida a este público”, explica a farmacêutica Tatiana Martim Rocha. 

A especialista destacou quais são as vitaminas essenciais para o perfeito funcionamento do organismo dos idosos. Confira:

Cálcio: importante para manter os ossos resistentes, além de auxiliar na saúde do cérebro e do coração

É encontrado em alimentos como quinoa, feijão branco e brócolis.

Potássio: responsável por diminuir os níveis de sódio no organismo, também regula a pressão sanguínea e combate a prisão de ventre

Encontrados em alimentos como abacate, banana e peixes.

Vitamina C: além de fortalecer o sistema imunológico, é um ótimo antioxidante.

É encontrada em alimentos como kiwi, laranja e couve.

Vitaminas do complexo B: composto por 8 tipos de vitaminas, são importantes para a saúde do cérebro, além de fortalecerem o sistema imunológico e combaterem problemas como anemia, demência, cansaço e irritabilidade.

Encontradas em alimentos como carne vermelha, ovos e oleaginosas.

Vitamina D: auxilia no funcionamento dos sistemas imunológico e muscular e também na formação de ossos e dentes. Sua deficiência causa problemas como osteoporose e fadiga

A maior parte desta vitamina é produzida pelo corpo através da exposição ao sol.

Ômega 3: melhora a memória e a disposição, além de controlar os níveis de colesterol e prevenir doenças cardiovasculares e cerebrais e até Alzheimer

Está presente em alimentos como peixes de água do mar, nozes e azeite de oliva.

Coenzima Q10: também conhecida como ubiquinona, possui propriedades antioxidantes. E ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, envelhecimento precoce, reduz a fadiga, entre outros benefícios. 

Está presente em alimentos como frutas secas, carnes e legumes verdes.

Colágeno tipo II: seu uso melhora a saúde das articulações. Entre seus inúmeros benefícios, estão a melhora das dores articulares e aumento na flexibilidade das cartilagens nas articulações, melhorando os movimentos.

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Medicina e Saúde

Covid-19: Este sintoma diminui a libido e vontade de ter relações

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Um dos três principais sintomas novo coronavirus SARS-CoV-2, causador da Covid-19, pode reduzir a libido e a vontade ter relações sexuais, alerta um novo estudo.

Em maio do ano passado a anosmia– também conhecida como perda do paladar e do olfato – foi listada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um dos principais sinais de infecção pelo novo coronavírus.

Tal ocorreu, após as autoridades de saúde terem detectado inúmeros casos de doentes com Covid-19 que relataram o sintoma e agora os pesquisadores já associaram o sinal à diminuição do apetite sexual, reporta um artigo publicado no jornal britânico The Sun.

OMS identifica entre os três principais sintomas da Covid-19: uma nova tosse persistente, temperatura elevada e perda de paladar e de olfato ou anosmia.

Se tiver algum desses sintomas, então deve se isolar e contactar o médico. Mas é provável que se você e o seu parceiro estejam em isolamento e a experienciar a falta de olfato, que ocorra uma diminuição da libido.

Investigadores norte-americanos afirmam que o olfato pode desempenhar um papel importante na motivação sexual e ambos estão “intimamente ligados”.

Num artigo publicado no The Journal of Sexual Medicine, os especialistas disseram que a satisfação emocional diminuiu em adultos mais velhos que apresentaram o sintoma.

Para efeitos daquela pesquisa, foram analisados 2.084 adultos com 65 anos ou mais e foi observado como a perda do olfato impactava nos desejos sexuais dos idosos.

De modo a medirem o seu olfato, os investigadores usaram varas de cheiro e associaram esse elemento à frequência de pensamentos sexuais dos indivíduos através de um questionário.

Os cientistas questionaram os voluntários sobre o quão satisfeitos estes haviam ficado com a sua experiência sexual mais recente.

Jesse K. Siegel, líder do estudo e professor na Universidade de Chicago, disse: “a diminuição da função olfativa em idosos nos EUA foi associada à diminuição da motivação sexual e da satisfação emocional com o sexo, mas não à diminuição da frequência de atividade sexual ou prazer físico”.

“A nossa pesquisa revela que um declínio na função olfativa pode afetar o prazer sexual nos adultos mais velhos”, acrescentou.

“Portanto, causas tratáveis de perda sensorial devem ser abordadas por clínicos de forma a melhorar a saúde sexual”.

olfato é a forma como o corpo processa o cheiro. Podendo ajudar a detectar feromônios um tipo de químicos que atuam como hormônios fora do corpo humano.

Segundo os investigadores: “o olfato tem uma forte conexão evolutiva com o sistema límbico, que desempenha um papel crítico no processamento de emoções e motivação sexual”.

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