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Mundo Cristão

É preciso enfrentar crises com armas espirituais: “Lute usando a oração”, diz Pastor

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O pastor Joel Engel orienta aqueles que buscam recomeços a enfrentar a sua situação usando armas espirituais

O pastor Joel Engel deu continuidade às suas reflexões sobre a história bíblica de Jacó para deixar uma mensagem àqueles que buscam recomeços depois de um ano difícil: enfrente a sua situação.

Em culto transmitido online na terça-feira (29), Engel observou que Jacó era destinado ao fracasso, mas decidiu mudar seu destino. Sendo o segundo filho de Isaque, ele não tinha direito aos privilégios da primogenitura. Por isso, a negociou com seu irmão mais velho, Esaú, mas enfrentou alguns problemas por usar de esperteza para tomar a bênção.

Para fugir da fúria de Esaú, Jacó partiu para casa de seus parentes em Harã e, parando para descansar durante a viagem, teve um sonho. Neste sonho Deus lhe confirmou a promessa feita a Abraão e lhe deu garantia de que o protegeria (Gênesis 28).

Após longos anos trabalhando para seu tio Labão, que tentava obter vantagem sobre Jacó, ele finalmente conseguiu seguir seu destino. Quando estava indo em direção ao encontro de seu irmão Esaú, passando pelo riacho de Jaboque, Jacó se encontrou com um homem e lutou com ele durante toda a noite. 

Ao romper do dia, o homem deslocou a coxa de Jacó, mas ainda assim Jacó conseguiu ser abençoado. Esta bênção mudou seu nome de Jacó para Israel, que significa “o que luta com Deus”. Mais tarde, Deus apareceu para Jacó e reafirmou a mudança de seu nome (Gênesis 35:9-15).

Com base na história, Joel Engel afirma: “Quero te incentivar a enfrentar a situação. A crise veio, a pandemia veio, mas enfrente essa prova como Jacó. Lute! Não aceite a doença, não aceite a praga, não aceite o desemprego, não aceite a miséria, não aceite a sentença maligna que alguém impôs sobre você”.

O pastor destaca que a arma contra essas coisas é a Palavra de Deus. “O inimigo atacou, pegou nossos filhos desprevenidos, mas agora estamos diante do segundo round e vamos reagir. Nós vamos batalhar e lutar com a Palavra de Deus”, disse.

“2021 será um ano de desafio, de vitória, de muitos milagres, de muita oração, de vencer os gigantes. Será um ano em que Deus vai encher a Sua Igreja com o poder do Espírito Santo como nunca antes”, declarou o pastor.

Joel Engel disse ainda que iniciou na segunda-feira (28) uma campanha de 21 dias de oração, baseada em 2 Crônicas 7:14, que diz: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra”.

Além disso, o Ministério Engel estabeleceu um campo de oração em um monte de Faxinal do Soturno (RS), onde haverá intercessores todos os dias do ano de 2021, com orações ininterruptas.

“Nós vamos usar todas as armas espirituais para enfrentar essa situação que o mundo está passando. A nossa arma é a oração, nosso chamado é para a oração. Nós podemos entrar no trono da glória e interceder pelas pessoas”, observa o pastor.

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‘Aqui não tem pastora, nem de consideração’, diz pastor da Assembleia de Deus

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O posicionamento das Assembleias de Deus ligadas à CGADB em relação à ordenação de mulheres à função de pastora voltou a ser discutido nas redes sociais após um vídeo do pastor Roberto José dos Santos, de Pernambuco, viralizar.

Santos, que é dirigente da Assembleia de Deus em Abreu e Lima, conduzia uma aula da Escola Bíblica de Obreiros, quando aproveitou a ocasião para reprovar o costume que vem se disseminando entre muitas igrejas evangélicas.

“Ah, meu pastor, minha pastora. Aqui não tem pastora. Nem consagrada, nem de consideração. É a esposa do pastor. Não tem pastora”, disse Santos, enfaticamente.

“Em Abreu e Lima não tem pastora nem por consagração e nem por consideração. ‘É que a gente considera’. Não tem consideração de pastora. É a esposa do pastor, isso é pra ficar bem claro. Porque agora está uma moda de pastora. Cada um fica na vocação que foi chamado. O homem é o pastor, e a esposa dele é auxiliadora”, acrescentou o pastor.

Esse posicionamento não é particular do pastor Roberto José dos Santos, mas sim, uma conceituação histórica das Assembleias de Deus, estabelecida desde a primeira convenção da denominação, realizada em 1930 em Natal (RN), de acordo com informações do JM Notícia.

‘Antibíblico’

Esse posicionamento havia sido ecoado há alguns anos, quando o saudoso pastor Antonio Gilberto concedeu uma entrevista destacando que a ordenação de mulheres ao ministério pastoral é antibíblica.

“Muitas vezes elas fazem o trabalho melhor do que os homens. Mas ordenar para o Santo Ministério, não tem base nas Escrituras. E como é que isso está acontecendo?”, questionou Antonio Gilberto.

“É a igreja a culpada e a igreja vai prestar conta disso. A igreja que eu digo não é a igreja o prédio, os responsáveis vão prestar conta disso. Jesus nunca ordenou mulheres”, enfatizou.

Na ocasião, Antonio Gilberto destacou que o debate deve ser sobre a legitimidade bíblica de tais nomeações, e ponderou que a discussão não deve se restringir a esse tema, pois as lideranças das igrejas serão cobradas por Deus em todas as áreas.

Muitas outras coisas que não estão na Bíblia, mas que são impostas pelas igrejas, serão pesadas por Deus, alertou o pastor: “É antibíblico. E o que fazer? Quem estiver fazendo vai prestar conta a Deus. Mas infelizmente não é só ordenação de mulheres, é muita coisa que a igreja decide por ela”.

“Eu podia fazer menção aqui, não vou, não há necessidade. Para ninguém pensar que é só esse fato: são várias coisas que a igreja faz sem ter… Por exemplo, há igrejas que só separam (consagram) obreiros para o diaconato se forem casados, não estou criticando a igreja local, há igreja que só separa (consagra) casados, porque o escândalo está sendo grande de obreiros solteiros […] Onde está isso na Bíblia? Lugar nenhum. É a igreja que decide!”, exemplificou.

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Se a maconha for legalizada, o cristão pode fumar? Professor de teologia responde

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Como a maconha continua sendo defendida por lobistas de uma indústria milionária e sua aceitação cultural tem aumentado, muitos cristãos têm se questionado se o uso recreativo da droga é aceitável, já que em muitos lugares, ela está sendo legalizada.

Um professor de teologia chamado Todd Miles, que leciona no Western Seminary e publicou um livro intitulado Cannabis and the Christian: What the Bible Says about Marijuana (“Cannabis e o cristão: o que a Bíblia diz sobre a maconha”, em tradução livre), comentou o tema durante um podcast recentemente.

Segundo Miles, embora a Bíblia não diga nada explicitamente sobre a maconha, as Escrituras oferecem uma infinidade de “sabedoria” e orientação que podem ajudar os cristãos a resolverem o problema.

“Temos todas as palavras divinas de que precisamos para viver fielmente. Há muito para informar sobre a questão do uso recreativo e até mesmo medicinal da maconha”, afirmou o professor.

Sua abordagem, disse ele, é orientar os cristãos a “começarem a pensar intencionalmente” sobre a complexa questão, especialmente quando se trata dos perigos em torno da droga que muitas vezes são minimizados.

“As autoridades de saúde mental sabem que há uma forte ligação entre o início precoce da doença mental, esquizofrenia […] e o uso de maconha. E não devemos dizer o contrário”, pontuou.

Entre as muitas questões que cercam a maconha está a necessidade de diferenciar o uso medicinal da erva, já que essa aplicação vem sendo usada como argumento em prol da legalização, porém sem o enquadramento e as informações adequadas.

“Disseram-nos que [a maconha] é segura. Mas, uma vez que você escava abaixo da superfície, você encontra [a conclusão de que] não é bem assim”, acrescentou o professor.

Vícios

Miles disse que um dos equívocos e inverdades é que a maconha não vicia. Embora a droga possa não ser tão viciante quanto outras substâncias, ele resistiu a esse sentimento e observou alguns dos impactos adicionais que devem ser considerados ao discutir o assunto.

“Comprovadamente, ficar chapado de maconha […] prejudica as habilidades cognitivas, prejudica as habilidades físicas e prejudica o julgamento moral”, disse ele, observando que essas consequências são “inúteis”.

Miles apontou de volta para a ordem bíblica contra a embriaguez, que em sua totalidade se assemelha ao que acontece quando uma pessoa se envolve no uso recreativo de maconha: “Existe uma razão não médica para fumar maconha além de ficar chapado? Eu não acho que haja”, argumentou.

Para aqueles que acreditam que a maconha recreativa oferece alívio da ansiedade e outros problemas semelhantes, Miles alertou que esse tipo de uso deve ser diferenciado, já que a maioria dos remédios oriundos da erva não contém a substância alucinógena (THC):

“Nesse ponto, parece que você está se automedicando e passamos para uma categoria de maconha medicinal, não recreativa”, confrontou Todd Miles.

O professor tem a esperança de que as pessoas passem a examinar mais profundamente essas questões e o impacto que a maconha pode ter sobre o indivíduo: “Só porque a lei diz que algo está certo não significa necessariamente que esteja”, finalizou, segundo informações do portal The Christian Post.

 

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