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Política Nacional

Economia começa a preocupar os governadores, afirma Bolsonaro

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“Se a nossa renda vai cair, a morte chega mais cedo”, disse o presidente ao avaliar a queda da produtividade da economia nacional

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (23) que a crise econômica desenhada pela pandemia do novo coronavírus começou a afligir os governadores que antes defendiam o isolamento social.

“Grande parte da sociedade está preocupada e muitos políticos também começaram a se preocupar”, disse o presidente em live transmitida em uma rede social.

Ao lado do presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, Bolsonaro lembrou da conversa que teve com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, antes da flexibilização das medidas de isolamento da região.

“Eu estive com o governador Ibaneis, que praticamente abriu todo o comércio. Outros Estados estão seguindo a mesma linha”, ressaltou Bolsonaro antes de afirmar que o Brasil e outros países só estarão livres do vírus quando mais de 60% da população for infectada.

Bolsonaro também voltou a criticar a destruição dos empregos e da produtividade no Brasil. “Se a nossa renda vai cair, a morte chega mais cedo”, avaliou o presidente.

“Está na casa do milhão a quantidade de pessoas que perderam os empregos formais, sem contar os informais, que são cerca de 38 milhões no Brasil. É uma parte considerável de pessoas que não vai mais na praça vender um churrasquinho, vende um pano no sinal luminoso ou pega uma caixa de isopor para vender sorvete na arquibancada de um jogo de futebol”, lamentou Bolsonaro.

– Live de quinta-feira (23/04/2020).-Temas: auxílio Caixa e outros.. Link no youtube: https://youtu.be/VuMbYrq_ys4

Posted by Jair Messias Bolsonaro on Thursday, April 23, 2020

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Política Nacional

Moro se filia ao Podemos para concorrer a Presidência

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O ex-juiz Sergio Moro decidiu se filiar ao Podemos para concorrer à eleição em 2022. Ainda não há definição se a disputa será por uma vaga ao Senado ou à Presidência da República.

A propósito, será uma filiação em família: sua mulher, Rosângela, também assinará a ficha do partido.

O Podemos marcou para 10 de novembro o evento de filiação, que deve ocorrer em Brasília. O partido não descarta que a pré-candidatura à Presidência seja anunciada na ocasião.

Até o ato de filiação, Moro já deve estar desligado da empresa de consultoria americana Alvarez & Marsal, da qual foi anunciado em novembro do ano passado como sócio-diretor.

 

 

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Política Nacional

“Precisamos pacificar o país”, diz Eduardo Leite em visita ao ES

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Em seu discurso, Eduardo Leite afirmou que é necessário ter bom senso e equilíbrio para focar no enfrentamento dos problemas do Brasil

Pacificar o Brasil! Esta é a meta do pré-candidato à presidência, Eduardo Leite (PSDB). Atual governador do Rio Grande do Sul, ele esteve no Espírito Santo neste sábado (23) e se reuniu com apoiadores e representantes do partido. 

Eduardo Leite enfrenta o governador paulista João Doria e Arthur VIrgílio, ex-prefeito de Manaus, nas prévias pela candidatura do PSDB à Presidência da República nas eleições de 2022.

Em seu discurso, Eduardo Leite afirmou que “o Brasil não precisa de um terceiro polo de radicalização”. O governador ressaltou que é necessário ter bom senso e equilíbrio para focar no enfrentamento dos problemas do país. 

“Estamos vendo a quantidade de inflação, de estagnação econômica se projetando para 2022, uma perda no poder de compra e na renda das famílias. Os reais problemas que devem ser enfrentados são esses: inflação, desemprego, gerar crescimento econômico para incluir as pessoas no mercado de trabalho e dar mais renda às famílias”, disse. 

Quando questionado sobre os possíveis adversários, Leite afirmou que não iria fazer considerações e adjetivações para ressaltar defeitos dos adversários para conquistar simpatia e apoio de possíveis eleitores. “Queremos ganhar essa eleição pela qualidade do nosso projeto e não pelo defeitos dos adversários”, disse. 

E completou: 

“Essa tentativa de desfazer, de destruir e desconstruir o que pensa diferente da gente, foi o que gerou para o Brasil esses problemas que estamos vivenciando. Esse é um sentimento que nem é próprio do brasileiro. O brasileiro não é do ódio, não é da guerra, não é do conflito. É um povo afetivo que gosta de construir coisas boas. Mas nos convenceram e permitimos que nos convencessem, de que deveríamos promover um enfrentamento uns aos outros”, afirmou.

Questionado sobre ser ou não uma opção da chamada “terceira-via”, Eduardo Leite disse que o seu foco está no Brasil que “podemos ser”. “Lula (PT) é o Brasil que já foi. Bolsonaro (sem partido) é um Brasil que estamos sendo, e que não está bom. Eu não quero discutir o Brasil que já foi, nem o que estamos sendo. Eu quero discutir o Brasil que podemos ser. O Brasil que queremos ser”, afirmou. 

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