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Cidades

Edital seleciona instituições para atuarem em projeto de criação de abelhas sem ferrão no ES

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Inscrições estão abertas até 25/1; projeto visa atender cerca de 80 famílias e proporcionar novas formas de geração de renda

Instituições interessadas em participarem do projeto de geração de renda por meio da criação de abelhas sem ferrão, no Espírito Santo, podem se inscrever no Edital de Chamamento Público Meliponicultura Foz do Rio Doce. O comunicado será publicado no dia 14 de dezembro, e as inscrições ficam abertas de 23 de dezembro de 2020 a 25 de janeiro de 2021 no site da Fundação Renova (www.fundacaorenova.org).

O edital tem como objetivo selecionar até duas instituições que irão atuar no projeto com as comunidades de Regência, Povoação, Areal, Entre Rios e Degredo, todas no município de Linhares, na foz do rio Doce. O projeto visa atender cerca de 80 famílias impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG).

De acordo com Kadio Serge Aristide, analista de Programas Socioeconômicos da Fundação Renova, além da venda do mel, as famílias também poderão ter renda por meio da comercialização dos subprodutos. “A cera é muito utilizada para uso medicinal e estético. Atualmente, o pólen desidratado, rico em nutrientes, também tem sido vendido como complemento nutricional”, diz Aristide.

Atividade sustentável

A meliponicultura é uma atividade sustentável de criação de abelhas nativas sem ferrão destinada a produção de mel e derivados, preservação das espécies e conservação da biodiversidade. A escolha das abelhas sem ferrão, diferentemente da apicultura, levou em consideração a vocação da região, a segurança dos produtores e a facilidade de manipulação. A produção também pode ser feita em área urbana, e o mel é considerado de excelente qualidade e de alto custo-benefício no mercado.

Cerca de 90% das espécies de árvores da Mata Atlântica dependem das abelhas sem ferrão para se reproduzirem, pois elas são responsáveis pela polinização.

O mel das abelhas sem ferrão também está sendo valorizado pela gastronomia, pois esse ingrediente tem mais acidez e mais nuances de aromas e sabor. Em um cenário de resgate e valorização de ingredientes brasileiros, os produtos das abelhas nativas foram adotados por grandes chefs e gradativamente vêm ganhando espaço na casa dos brasileiros.

Ciclos do edital

O projeto terá dois ciclos. O primeiro cuidará de planos estratégicos de multiplicação de abelhas nativas sem ferrão e assessoria técnica para diversificação da produção e organização da cadeia produtiva. Já o segundo terá enfoque no processamento, beneficiamento e prospecção do mercado do mel, pólen e outros produtos derivados da criação de abelhas.

As organizações interessadas em participarem dos ciclos deverão enviar até duas propostas, uma para cada ciclo intencionado. Caso a organização apresente propostas capazes de atender aos dois ciclos, o edital poderá selecionar uma única organização.

As dúvidas técnicas sobre o edital poderão ser enviadas pelo e-mail [email protected], no período de 14 a 20 de dezembro de 2020. As respostas serão publicadas no dia 23 de dezembro de 2020, no site da Fundação Renova.

Cronograma do Edital de Chamamento Público Meliponicultura Foz do Rio Doce

·       Publicação do edital: 14/12/20

·       Envio de dúvidas: de 14 a 20 de dezembro de 2020 por meio do e-mail: [email protected]

·       Publicação de respostas às dúvidas: 23/12/20 no site da Fundação Renova

·       Inscrições: 23/12/20 a 25/1/21

·       Período de análise e seleção das propostas: 26/1/2021 a 25/2/2021

·       Divulgação dos projetos aprovados: 26/2/21

·       Período de contestação: 26/2/21 a 5/3/21

·       Divulgação do resultado: 13/3/21

·       Formalização dos contratos: 12/4/21

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Cidades

Projeto da prefeitura de Barra de São Francisco garante alimentação para mais de 8 mil pessoas

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Em 12 dias servindo alimentação as famílias carentes de Barra de São Francisco, desde de seu início em 29 de março de 2021, até esta sexta-feira (09), 8.213 pessoas se alimentaram no Centro de Apoio Alimentar da prefeitura de Barra de São Francisco.

A iniciativa de oferecer alimentação as famílias carentes, é da prefeitura de Barra de São Francisco. O alimento (marmitex), é fornecido de segunda a domingo, inclusive feriados.

É obrigatório o uso de máscaras ao chegar no local para pegar o alimento. É feito higienização nas mãos das pessoas que chegam para pegar o marmitex.

Pessoas atendidas até o presente momento:

Segunda feira (29/03/2021) 440 pessoas

Terça Feira (30/03/2021) 612 pessoas

Quarta Feira (31/03/2021) 750 pessoas 

Quinta feira (1º/04/2021) 750 pessoas 

Sexta feira (02/04/2021) 610 pessoas 

Sábado (03/04/2021) 760 pessoas 

Domingo (04/04/2021) 720 pessoas 

Segunda Feira (05/05/2021) 728 pessoas 

Terça feira (06/04/2021) 700 pessoas 

Quarta feira (07/04/2021) 764 pessoas

Quinta feira (08/04/2021) 819 pessoas  

Sexta feira (09/04/2021) 560 pessoas 

Leia mais:  Santa Maria de Jetibá recebeu do governo federal R$9,4 milhões em recursos para o enfrentamento à Covid-19

Total: 8. 213

 

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Cidades

No ES família enterra corpo trocado de mulher vítima da Covid

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O caso ocorreu em São José do Calçado. Ana Maria de Souza Fonseca morreu de Covid-19 depois de ficar 20 dias internada. Família diz que vai processar os envolvidos.

Uma família de São José do Calçado, no Sul do Espírito Santo, tomou um susto ao enterrar uma familiar que foi vítima da Covid-19. Eles descobriram horas depois do sepultamento, que aconteceu nesta quarta-feira (7), que o corpo dela foi trocado e que eles enterraram o corpo de outra pessoa.

Ana Maria de Souza Fonseca, de 77 anos, vítima da Covid-19, teve corpo trocado com o de outra vítima — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Ana Maria de Souza Fonseca tinha 77 anos e ficou 20 dias internada no Hospital São Vicente de Paula, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste do Rio de Janeiro.

Os familiares fizeram um ato rápido, sem velório, na quarta. O caixão estava lacrado e enrolado em um plástico.

Só que, horas depois, na madrugada desta quinta (8), os parentes descobriram que aquele que tinha sido sepultado não era o corpo de Ana Maria.

Eles foram de novo ao cemitério. Ao chegar lá, tomaram outro susto. O jazigo da família estava aberto e sem nenhum caixão dentro.

“Fomos para o cemitério para recebê-la. Chegou aqui, o carro da funerária disse que não poderia abrir o caixão, por ser Covid. Fizemos a oração, nos despedimos, ela foi enterrada e fomos embora. De madrugada, minha prima recebeu uma ligação do hospital, de que os corpos foram trocados. Não era a tia Nana. Nós corremos para vir ver o que estava acontecendo. A família do corpo enganado, que é do Rio de Janeiro, já tinha vindo aqui, pego, e levado para seus familiares. O buraco ficou ali, aberto, e ficamos esperando a tia”, descreveu uma sobrinha da vítima, Luciana Dias.

Quando a Polícia Militar chegou ao local, além dos familiares, estavam ainda o procurador do município, o secretário de Obras e o advogado do Hospital São Vicente de Paula. O corpo da mulher foi, então, encaminhado para o hospital para fazer a troca de cadáveres.

No início da tarde do mesmo dia, o corpo de Ana Maria chegou ao cemitério. A família disse que o funcionário da funerária não usava equipamentos de proteção, o caixão não estava enrolado no plástico e a tampa de madeira que cobre o vidro da urna foi aberta. Assim como da primeira vez, foram os familiares que carregaram o caixão.

Agora, a família quer justiça. Eles dizem que vão entrar com um processo judicial contra os envolvidos na troca dos corpos.

Por telefone, a dona da funerária disse que eles não vão se pronunciar e que apenas o hospital vai responder.

A Prefeitura de São José do Calçado informou por meio de nota que a troca dos corpos ocorreu na cidade vizinha, em Bom Jesus do Itabapoana, e que o cemitério de Calçado apenas recebeu.

Ainda de acordo com a prefeitura, o responsável pelo cemitério local foi notificado para prestar esclarecimentos em relação a sua vestimenta, pois, segundo o município, a prefeitura disponibiliza todo o equipamento de proteção. Se houver necessidade, o mesmo será implicado nas diretrizes administrativas, informou a prefeitura.

O município disse ainda que registrou um boletim de ocorrência e acionou a Polícia Militar.

A direção do hospital disse em nota que instaurou uma sindicância para poder apurar o fato.

“Todos os familiares foram contactados pelo hospital, que ofereceu total auxílio as famílias de imediato. Lamentamos profundamente a dor dos familiares pela perda de seus entes queridos e apura o equívoco feito pela funerária. Tão logo sejam apuradas mais informações, poderemos seguir com uma nova nota de esclarecimento”, diz parte da nota.

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