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Política e Governo

Editorial – Mudar para mudar ou mudar para continuar a mesma coisa?

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O que se tem visto e ouvido nos últimos tempos, com relação ao eleitor brasileiro, é o recado para a mudança da prática de se fazer política no País. A eleição do atual presidente é fruto da desesperança com tudo que vinha sendo praticado, não só durante os processos eleitorais, mas a maneira de governar de costas para a população e de frente para questões pouco republicanas que só serviram para turbinar a corrupção no Brasil.

Nos municípios as mudanças demoram a chegar. As práticas antigas e condenáveis continuam na crista da onda. O eleitor, apesar de ter o desejo da mudança, não consegue fazer com que seus representantes tenham isso como dever. Muitos deixaram de acreditar na política e nos políticos. Colocam os melhores no mesmo balaio de gato dos piores. Como os piores têm a experiência da prática da enganação, sobressaem mais do que aqueles que desejam também participarem do processo eleitoral com a intenção de melhorar o quadro político e fazer com que a política seja vista de maneira diferente, daquela que sempre poluiu a vida pública do seu município.

Em São Mateus, município no Norte do Espírito Santo, alguns tentam fazer acontecer a política da seriedade, do compromisso com a ética, com o desenvolvimento e no atendimento das demandas da população. As forças contrárias a tudo isso são as de sempre, conhecidíssimas do eleitorado. Mas, a dificuldade está na ocupação dos espaços para que as novas ideias sejam postas para conhecimento da população e esta, por sua vez, tenha a possibilidade de avaliar, analisar e ter a opção de fazer a melhor escolha.

O Jornal do Norte, tem sido, em toda a sua história, um veículo que defende todos os valores de um estado republicano, onde todos tenham os mesmos direitos e deveres. Aqui o compromisso nunca foi e jamais será com o lixo da política do nosso município. Credibilidade se conquista e esta conseguimos junto ao leitor. Não compactuamos com camarilhas, grupelhos e a turma do quanto pior melhor. Adversário para nós também tem méritos e por isso apostamos na imparcialidade de opinião e divulgação daquilo que é verdadeiro, que serve como combustível para fazer chegar o progresso para o município e o bem-estar para a sociedade em geral.

Por isso, defendemos a mudança verdadeira. Que a política seja uma ciência que abarque os melhores nomes e projetos de desenvolvimento para todos. Que os políticos sejam exemplos de homens dignos e não de quadrilhas dispostas a roubar as coisas, o município, os nossos sonhos e até as consciências daqueles que ainda não entenderam que a política é uma ciência nobre, que é para servir e não para se servir.

A política é para servir e não para se servir. Não é profissão. Não pode ser motivo de envergonhar o povo. Pensem nisso.

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Política e Governo

MP Eleitoral dá parecer pela cassação da Chapa de Prefeito e Vice de Itaguaçu

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A Promotoria Eleitoral ligada à 16ª Zona Eleitoral deu parecer favorável à cassação do diploma do prefeito de Itaguaçu, Uesley Corteletti, e da vice-prefeita, Ana Brigida, por “incursão em prática vedada pela lei eleitoral, com o emprego de recursos na campanha que transitaram à margem do que dispõe notadamente o artigo 22 da Lei nº 9.504/97”.

O MPE considerou que há provas de que os investigados “incorreram, sim, em práticas irregulares na campanha, quais sejam: o uso de veículos de maneira isolada, apartada de carreatas, caminhadas, passeatas, reuniões e comícios; a utilização de carro de som, sem declaração do gasto; a realização de caminhadas com o uso de carro de som cujo gasto não se declarou”.

No parecer, o promotor Antonio Carlos Horvath ainda relatou que: “Quanto à realização de comício na antevéspera da eleição, quando já se tinha proibida tal prática em decisão judicial proferida pelo juízo da 16ª Zona Eleitoral, percebe-se que houve, sim, a despeito de ausentes os demandados na ocasião, reunião pública, contando com a utilização de minitrio, nos quais se vê alguém fazendo as vezes de locutor do evento”.

A ação foi proposta pela coligação “União para o progresso de Itaguaçu” que alega que houve, por parte da campanha do prefeito, emprego de organização paramilitar, entre outras coisas. No dia 14 de novembro, véspera da eleição, a PM abordou e apreendeu em poder de Valdecir Chieppe Filho, conhecido como “Cachorrão”, dois simulacros de pistola, um cassetete, uma capa de colete balístico, um giroflex móvel, R$ 8.800,25 em espécie, envelopes de depósitos bancários e R$ 70 em notas falsas. A ação pede a cassação do diploma e novas eleições.

Segundo o parecer do MPE, ainda “apreenderam-se materiais de campanha dos demandados e uma espécie de dossiê de diversos correligionários da coligação adversária, contendo fotografias, endereços, etc. O vínculo havido entre Valdecir Chieppe Filho e o demandado Uesley Roque Corteletti Thon é confirmado por eles mesmos, mas sob a alegação de que se tratava de uma contratação para segurança particular do então candidato”.

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Política e Governo

Orçamento do Estado para 2022 deve ser votado hoje na Comissão de Finanças

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Está marcada para esta segunda-feira (06) a votação na Comissão de Finanças da Assembleia do Orçamento do Estado para 2022. A peça orçamentária, no valor de R$ 20,3 bilhões, recebeu mais de 1.300 emendas dos parlamentares.

O relator da peça é o deputado Freitas, que também preside a Comissão de Finanças. Ele chegou a pedir mais tempo para apresentar o relatório, devido ao número alto de emendas, mas o regimento interno da Casa diz que o parecer deve ser apresentado e votado até o dia 5 de dezembro (que nesse ano caiu num domingo, ontem) na comissão. Por isso, ficou para hoje.

Freitas já tinha informado (no último dia 16) que iria votar na comissão e enviar a peça orçamentária para o plenário hoje. A partir daí, o presidente da Ales, Erick Musso, define a data em que a matéria será votada, podendo inclusive ser hoje mesmo. A votação do Orçamento é condição para que os deputados saiam para o recesso parlamentar.

Esse ano houve um acordo entre o governo e os parlamentares e eles poderão indicar, cada um, R$ 1,5 milhão de emenda parlamentar (antes era R$ 1 milhão) a ser paga no ano que vem. O que atende a pedidos dos deputados em boa hora, já que ano que vem é ano eleitoral e a maioria vai tentar a reeleição.

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