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Política Nacional

Eduardo Paes e Carlos Bolsonaro trocam provocações no Twitter

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O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM) respondeu a um post feito no Twitter pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) sobre as obras da alça de ligação da Ponte Rio-Niterói com a Avenida Brasil. A construção é executada pela concessionária responsável pela ponte em parceria com o governo federal.

O filho do presidente Jair Bolsonaro questionou se o prefeito iria à inauguração, “reconhecendo ações do governo” federal. Paes escreveu: “Ué! Manda não esquecer de me convidar que eu vou. Já fiz o favor de libertar vcs (sic) e o Rio do [Marcelo] Crivella”.

A troca de mensagens ocorreu na tarde de domingo (14.fev.2021).

Será que o Prefeito do Rio vai aparecer para a abertura reconhecendo ações do Governo Jair Bolsonaro ou vai seguir o padrão de tentar fazer média com piçóu [referência ao partido Psol] e afins e malandramente tapar o sol com a peneira para variar? Esse é mais liso que bagre ensaboado!”, escreveu o vereador.

Em sua resposta, Paes disse que, além do ex-prefeito Marcelo Crivella, também tentou livrar o Rio de Janeiro de Wilson Witzel, governador afastado.

O prefeito do Rio de Janeiro não é próximo do clã Bolsonaro. Paes atendeu a pedido do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) para abrir o Palácio da Cidade para evento de apoio à candidatura de Baleia Rossi (MDB-SP) à presidência da Câmara. Baleia concorreu com Arthur Lira (PP-AL), candidato preferido pelo Planalto e que venceu a disputa.

Paes também conversou por diversas vezes com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), desafeto político do presidente.

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Política Nacional

Deputados pedem prisão de Danilo Gentili

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O recurso movido contra o comediante, é relacionado ao post que ele fez sugerindo a população que fosse ao congresso e socasse os deputados

Nesta semana um post feito pelo apresentador Danilo Gentili, chamou a atenção das pessoas e gerou uma ação contra ele. A Câmara dos Deputados entrou com a ação no Supremo Tribunal Federal (STF). 

O recurso movido contra o comediante, é relacionado ao post que ele fez sugerindo a população que fosse ao congresso e socasse os deputados. “Eu só acreditaria que esse país tem jeito se a população entrasse agora na Câmara e socasse todo deputado que está nesse momento discutindo PEC de imunidade parlamentar”, publicou em suas redes sociais.

A PEC da imunidade é conhecida assim, por dificultar a prisão de membros do Legislativo. Sejam elas nas esferas federal, estadual e municipal. Os parlamentares usaram como comparação a prisão do deputado Daniel Silveira, que foi preso após ameaças ao STF e defender o AI-5.

Logo após a ação movida contra Danilo, ele fez outro post no Twitter em que ele diz que sempre defendeu as instituições, inclusive o STF.

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Política Nacional

Guedes quer distribuir parte do lucro da Petrobrás aos ‘mais pobres’, por meio de um fundo

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o governo quer criar um fundo com ativos da Petrobrás para pagar dividendos “principalmente a pessoas mais frágeis”. Depois de o presidente Jair Bolsonaro questionar se o “Petróleo é nosso ou é de um pequeno grupo no Brasil?”, Guedes defendeu o pagamento de dividendos para o “povo brasileiro”.

“É o seguinte, ou paga dividendos para mais pobres, ou vende. Não pode [Petrobrás] ficar dando prejuízo”, afirmou. “Tem uma turma que começa com ‘o petróleo é nosso’, então pega os mais pobres e vamos dar um pedaço para eles. Temos ideia de fazer algo parecido um pouco à frente, criar um fundo e colocar ativos lá, principalmente para mais frágeis. Vamos fazer um programa de transferência na veia, pega os 20%, 30% mais pobres e dá a sua parte [da Petrobrás].”

As declarações foram gravadas por Guedes na última sexta-feira, 26, para um podcast com o youtuber Thiago Nigro, do canal Primo Rico, que foi ao ar no início da manhã desta terça-feira, 2. No programa, Guedes disse que as privatizações estão muito atrasadas, assim como a proposta de reforma tributária e a abertura comercial.

O ministro já defendeu esse modelo. Em setembro do ano passado, quando o governo e o Congresso discutiam um novo programa social para substituir o Bolsa Família, Guedes deu mais detalhes. Segundo ele, a ideia é criar um Fundo Brasil com cotas do capital de estatais que não estão nos planos de privatização, como Petrobrás e Caixa Econômica Federal. É o que o Guedes vem chamado de “dividendo social”. Todo ano, as estatais vão destinar uma parte do lucro para esse fundo, que bancaria uma complementação de renda para os beneficiários do Renda Brasil.

“Em vez de a União receber R$ 25 bilhões no fim do ano em dividendos, vamos receber R$ 24 bilhões e R$ 1 bilhão vai para os brasileiros mais frágeis. Faremos o maior programa de distribuição de riqueza, e não de renda”, disse Guedes na ocasião.

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