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Política e Governo

Em quatro meses, Banestes já liberou aproximadamente R$ 230 milhões em crédito emergencial

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O valor é referente às linhas de crédito criadas para amenizar os agravantes econômicos da pandemia do novo Coronavírus

Mais de 6,5 mil empresários de micro, pequeno, médio e grande porte e indústrias do Espírito Santo já foram beneficiados pelas linhas de crédito com condições diferenciadas oferecidas pelo Banestes, para enfrentamento da crise gerada pela pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). Ao todo, o banco já liberou aproximadamente R$ 230 milhões em operações de crédito emergencial.

Além disso, já foram realizados mais de R$ 632,7 milhões em contratos de reparcelamento de crédito com carência de até 180 dias, o que propicia um importante respiro financeiro, tanto para clientes Pessoa Física quanto Pessoa Jurídica, no atual cenário econômico.

Os dados são referentes ao balanço das operações do período até a última sexta-feira (17). Fazem parte da análise as quatro principais linhas de crédito emergencial operadas pelo Banco, criadas exclusivamente para atender a microempreendedores, empresas de pequeno, médio e de grande porte, assim como o setor industrial.

O Banestes tem atuado como o principal banco credor do Espírito Santo, na oferta de linhas de crédito com condições diferenciadas para atender à população capixaba que sofreu impactos econômicos negativos em decorrência da pandemia.

Além das opções de crédito, o Banco oferece condições de reparcelamento, cheque especial sem juros, isenção e redução de tarifas no crédito, dentre outras facilidades. As ações estão detalhadas no site www.banestes.com.br/estamosjuntos.

Balanço

Confira abaixo o balanço detalhado das quatro principais linhas de crédito emergencial operadas pelo Banestes para enfrentamento dos impactos econômicos da pandemia do novo Coronavírus. Os dados são referentes ao período de março até 17 de julho de 2020..

1) Linha de Crédito Emergencial Bandes e Banestes:

Para esta linha de crédito, que atende a empresas de todos os portes e do setor industrial, com taxas a partir de CDI + 0,32%, ao mês, o Banestes disponibilizou o montante de R$ 250 milhões. Até o momento, o Banestes já liberou mais de R$ 190,3 milhões em recursos nesta linha, em um total de 1.667 contratos.

2) Linha de Crédito Aderes e Banestes – Nossocrédito Emergencial (Programa Nossocrédito):

A linha Nossocrédito Emergencial, com taxas de 0,65% a 0,95%, ao mês, já liberou mais de R$ 22,1 milhões em recursos, em 1.576 contratos com empreendedores de pequeno porte.

3) Linhas do Fundo de Aval – (01) Microcrédito Emergencial Covid-19:

Na linha de crédito de até R$ 5 mil, com taxa zero, cujo foco são microempreendedores individuais (MEIs), já foram liberados o valor total de mais de R$ 15,1 milhões, distribuídos em 3.209 operações de crédito.

4) Linhas do Fundo de Aval – (02) Capital de Giro Covid-19:

A linha de crédito de até R$ 31,5 mil, com taxa de CDI, cujos recursos são destinados especificamente para o pagamento de folhas de pagamentos de pequenas e médias empresas, já teve liberação de mais de R$ 700 mil, distribuídos em 80 contratos com empresas do Estado.

5) Reparcelamento de operações de crédito em até 180 dias:

Condição única no mercado, tanto para clientes Pessoa Física (PF) quanto Pessoa Jurídica (PJ). Ao total, o Banestes já realizou mais de R$ 567 milhões em repactuação de contratos.

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Política e Governo

Empresas de comércio e serviços na Grande Vitória são destaque em investimentos do Bandes

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O setor terciário é estratégico para a economia, representando quase 64% do PIB capixaba. 

De acordo com dados do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), na Grande Vitória, empresas do setor terciário, que englobam atividades de prestação de serviços e de comércio, têm se destacado na contratação de crédito. Cerca de 85% dos R$ 270 milhões em financiamentos aprovados pelo banco capixaba foram solicitados por micro, pequenas, médias e grandes empresas do setor.

Estratégico para a economia, o setor está diretamente relacionado ao índice do Produto Interno Bruto (PIB), além da criação de empregos e de renda. Segundo o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), as atividades desenvolvidas pelo setor representam quase 64% do PIB do Espírito Santo.

Com relação ao porte das empresas financiadas pelo Bandes nos cinco municípios que compõem a Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV), a metade das aprovações é de financiamentos para médias empresas, com 50,8%. As empresas de Cariacica têm liderado as aprovações, com R$ 71,7 milhões, ou 48% do total aprovado. Na sequência aparecem empresas de Vitória, Serra, Vila Velha, Viana e Guarapari, que são os demais municípios que compõem a RMGV.

“O setor terciário é vital para a economia da Região Metropolitana, pois responde por quase 70% do seu PIB. Por isso, a atuação do Bandes neste local e para esta atividade econômica é tão importante”, comenta o gerente de Planejamento e Processos do banco capixaba, o economista Sávio Bertochi Caçador.

A maior parte dos projetos de financiamento aprovados pelo banco capixaba teve como objetivo o capital de giro, ou seja, buscou recursos necessários para a manutenção do funcionamento das empresas. São R$ 118,8 milhões para giro nas empresas da Grande Vitória e outros R$ 29,4 milhões para modernização de empreendimentos.

“Em função da situação econômica adversa de 2020, é compreensível que as empresas busquem mais crédito para giro do que para investimento. O Bandes entende que essas duas modalidades de crédito são relevantes para o desenvolvimento sustentável da economia capixaba e tem buscado expandir suas fontes de recursos para atender aos empresários”, complementa Caçador.

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Sedes realiza visita técnica a empresas das regiões sul e norte do ES garante compromisso do governo com setor produtivo

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Aproximar o Governo do Estado do setor produtivo, conhecer as demandas das empresas capixabas e incentivar a expansão de suas atividades é uma das premissas do projeto “Missões Capixabas”, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento (Sedes). O calendário de atividades de 2021 segue ativo, pois, na última semana, o secretário de Estado de Desenvolvimento, Marcos Kneip, e o subsecretário de Estado de Atração de Investimentos e Negócios Internacionais, Gabriel Feitosa, realizaram visita técnica nos empreendimentos Móveis Rimo, Laticínios Damare, Cooperativa de Laticínios Selita e Sorvetes Paletitas.

Na quarta-feira (20), o grupo foi recebido pelo diretor-presidente da Móveis Rimo, Luiz Rigone, no parque fabril da empresa, em Linhares, referência na fabricação de móveis modulares e planejados. A empresa tem uma estrutura de 20 mil metros quadrados de área construída, em um espaço total de 47.600 metros quadrados, onde emprega mais de 300 colaboradores. Em seguida, foram conhecer a Laticínios Damare, em Montanha, norte do Estado.

O secretário Marcos Kneip destaca que a indústria está diversificando sua produção, apostando em novos itens de vendas. “Manter o diálogo permanente com o setor produtivo é o propósito do Governo para conhecer seus principais desafios, acompanhar as inovações e, assim, programar ações relevantes que possam somar esforços, visando ao desenvolvimento em todas as regiões. Visitamos a empresa Damare, indústria que tem em torno de 300 funcionários diretos e processa 450 mil litros de leite por dia, bem como conta com a coleta de leite em 1.200 propriedades. Na ocasião, pudemos conferir o seu portfólio e o início de sua produção de achocolatados”, disse Kneip.   

No sul do Espírito Santo, em Cachoeiro de Itapemirim, os representantes da Sedes estiveram na planta de expansão da Selita, que tem investimentos de R$ 70 milhões na construção da nova fábrica. Atualmente, a empresa tem 380 funcionários diretos e conta com o suporte de duas mil propriedades da região. Na tarde desta sexta-feira (22), eles seguiram para o Polo Industrial de Piúma, na Sorvetes Paletitas, indústria em crescimento, que conta com mais de cinco mil pontos de vendas.

O subsecretário de Estado de Atração de Investimentos e Negócios Internacionais, Gabriel Feitosa, destacou o objetivo das visitas. “Elas fazem parte do ‘Missões Capixabas’, projeto iniciado com o objetivo de conhecer o processo fabril das indústrias localizadas em território capixaba, entender seus projetos e destravar gargalos. É muito gratificante ver que empresas de norte a sul do Estado estão com perspectivas de crescimento e de geração de empregos para a população”, afirma Feitosa.

Plano Espírito Santo – Convivência Consciente

É um conjunto de ações envolvendo órgãos do poder público e do setor produtivo para promover o desenvolvimento econômico, priorizando as pessoas, com o objetivo de reduzir os impactos sofridos pela população capixaba em decorrência da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). São previstos mais R$ 32 bilhões em investimentos dos Governos Federal, do Estado e do setor privado até o final de 2022. A estimativa é de que sejam criadas mais de 100 mil vagas de emprego.

O Plano apresenta sete eixos de atuação: Desburocratização; Medidas Tributárias; Crédito e Financiamento; Monitoramento dos Impactos na Economia; Aceleração dos Investimentos Públicos e Privados; Inovação e Tecnologia e Geração de Emprego e Renda, eixo em que a iniciativa do Fornecedores em Rede está inserida.

O Conselho Gestor do Plano Espírito Santo – Convivência Consciente é formado pelas Secretarias de Economia e Planejamento (SEP); Mobilidade e Infraestrutura (Semobi); Fazenda (Sefaz); Governo (SEG), Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti) e Sedes, que vão acompanhar de perto a implementação das medidas previstas no Plano. O Conselho será responsável, ainda, pelas orientações a serem seguidas conforme as prioridades do Governo, propondo ações de rearranjo da conjuntura econômica e potencializando a recuperação da economia do Estado.

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