conecte-se conosco


Política e Governo

Enivaldo quer radar na baía de Vitória contra “racha marítimo”

Publicado

Depois de receber várias denúncias de abusos cometidos por navegadores em jet-skis e lanchas na baía de Vitória, o deputado estadual Enivaldo dos Anjos (PSD) disse nesta quarta-feira (29) que vai encaminhar à Capitania dos Portos uma solicitação para que sejam instalados radares de controle de velocidade de embarcações que trafegarem no mar em torno da ilha da capital. Dentre as denúncias, a de que são feitos “pegas marítimos” na região.

Para o parlamentar capixaba, o acidente com uma lancha domingo, numa área de circulação restrita, provocando a morte de uma mulher de 25 anos, acendeu o sinal de alerta para a necessidade de se adotarem medidas mais severas contra abusos em embarcações de lazer na baía de Vitória, “que colocam em risco a segurança não apenas de quem vai a bordo, mas de outras pessoas como pescadores e turistas que trafegam em percursos de observação”.

Depois que se pronunciou em plenário cobrando que a Polícia Civil inicie, imediatamente, a investigação da morte da mulher a bordo da lancha, o deputado Enivaldo dos Anjos disse que recebeu muitas denúncias: “São relatos de lanchas e jet-ski trafegando em alta velocidade, disputando corridas, além de bebedeiras a bordo e transporte de meninas menores de idade em baladas nessas embarcações”.
Enivaldo aproveitou para revelar que também recebeu denúncias de que são realizadas seguidas festas em casas luxuosas da Ilha do Frade e da Ilha do Boi, bem como em marinas de Jardim da Penha.

“Na Ilha do Frade o condomínio não permite piers de navegação, mas na Ilha do Boi existem. Nas marinas de Jardim da Penha é a mesma coisa e dali parte a maioria das embarcações para contornar a capital. E ninguém aparece para coibir essas festas de bacanas. É preciso que a lei seja aplicada a todos. As autoridades estaduais precisam se articular com a Marinha para, juntos, elaborarem um plano de fiscalização e ação contra abusos cometidos tanto na baía de Vitória quanto na baía do Espírito Santo, na orla de Camburi”, disse.

A maior preocupação de Enivaldo tem sido na demora da Polícia Civil de começar a investigar o acidente com a lancha no último final de semana. “Morreu uma pessoa. Isto não é competência da Marinha investigar, é da Polícia Civil. Quero saber quais as providências que o Chefe de Polícia está tomando para isso. Por que estão acobertando isso? É necessário até para tirar as dúvidas. O que aconteceu ali para que houvesse o acidente que matou a moça?”, questionou o deputado.

Leia mais:  Sedu esclarece dúvidas sobre o Programa EscoLAR
publicidade

Política e Governo

Assembleia aprova indicação de Bruno para priorizar vacinação de garis

Publicado

Proposta que beneficia profissionais de limpeza, coleta de dejetos e varrição pública foi aprovada por unanimidade pelo Legislativo estadual. Meta do deputado é imunizar a categoria para evitar problemas sanitários, em caso de paralisação dos serviços

Depois de priorizar num projeto de lei a vacinação dos profissionais da Segurança Pública e da Educação e ter seus pedidos atendidos pelo governo do Estado, o deputado estadual Bruno Lamas (PSB), que é do mesmo partido do governador Renato Casagrande, teve aprovado pela Assembleia Legislativa a indicação que prioriza a imunização dos profissionais de limpeza, coleta de dejetos e varrição pública, os chamados garis.

Na proposta, que foi aprovada por unanimidade na sessão da última terça-feira (13), mas só será levada adiante se tiver o aval do governador, Bruno requer que os profissionais sejam inclusos na primeira fase do Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19, de modo a ser prioritariamente vacinados, ao lado dos profissionais de Segurança, Educação e idosos acima de 60 anos.

“Os garis, ao lado dos profissionais de Segurança e da Educação, prestam serviços essenciais à população. A paralisação dos serviços de varrição e coleta pública de dejetos são capazes de gerar graves problemas sanitários, além daqueles decorrentes da pandemia. Desse modo, há uma urgência, de primeira ordem, na vacinação desses profissionais, como forma de evitar a paralisação de seus serviços”, justificou o deputado.

E completou: “A preservação da vida e manutenção do trabalho desses profissionais essenciais deve ser inserida em destaque na ordem do Plano Estadual de Vacinação para que sejam vacinados até o fim de abril ou início de maio. É a indicação que fazemos ao governador.”

Bruno, que preside a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, conseguiu uma importante vitória na última quinta-feira (15), quando o governador deu início, num ato simbólico, à vacinação dos profissionais da área da Educação. A primeira a receber a dose foi a professora Débora Cristina Marques de Morais, de 50 anos, da Escola Elza Lemos Andreatta, de Vitória.

Os primeiros a serem imunizados, a partir da próxima semana, são professores e auxiliares que atuam em sala de aula das creches com crianças de 0 a 3 anos de idade, pré-escola, ensino fundamental I e II e ensino médio e técnico com o ordenamento por faixa etária, iniciando pelos profissionais de 50 a 59 anos.

PARCERIA

Mas para Bruno a conquista só foi possível devido à articulação e parceria das entidades ligadas à Educação.

“Propomos e realizamos audiência pública com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (Sindiupes) e a Associação dos Diretores e Ex-diretores das Escolas da Rede Pública Estadual de Ensino do Espírito Santo (Adires), para articular junto ao governo esta importante conquista. Também protocolamos um projeto de lei priorizando a vacinação desses profissionais”, frisou Bruno.

O parlamentar lembra que, durante a audiência, assumiu o compromisso de que a vacinação dos profissionais da Educação teria início no Estado e que, agora, está aliviado porque cumpriu com a palavra.

“É um ato de esperança e de respeito ao profissional de Educação porque irá possibilitar, em algum momento, o retorno às aulas presenciais com todos os protocolos de segurança”, lembrou.

Leia mais:  Estado solicita ajuda financeira do Governo Federal para reconstrução de cidades atingidas pelas chuvas
Continue lendo

Política e Governo

MPES quer que mulher do prefeito de São Gabriel deixe cargo na administração municipal

Publicado

Marcella Ferreira Rossoni é mulher do prefeito de São Gabriel da Palha, e foi nomeada pela segunda vez neste ano para assumir cargo na prefeitura

O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) ingressou com ação na Justiça para pedir o afastamento da secretária municipal de Assistência, Desenvolvimento Social e Família de São Gabriel da Palha do cargo. Marcella Ferreira Rossoni Rocha é esposa do prefeito, Tiago Canal Rocha (PSL), e foi nomeada por ele para assumir o cargo no dia 13 de abril. A nomeação ocorreu pela segunda vez este ano. 

O MP requer o afastamento sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil. Solicita, ainda, que o prefeito e a secretária sejam condenados nas sanções civis pela prática de improbidade administrativa e condenados a devolverem toda a quantia recebida como salário pela secretária, no período em que permaneceu no cargo.

Entenda o caso

Marcella assumiu o cargo pela primeira vez em 7 de janeiro de 2021. Na ocasião, o MPES instaurou inquérito civil para a apuração de atos de improbidade administrativa por considerar a nomeação “imoral, irregular e ilegal”. O órgão solicitou comprovação da aptidão técnica da secretária. 

“Verificou-se que os certificados apresentados apontavam fortes indícios de falsificação e/ou falsidade ideológica, haja vista que somam um total de 300  horas de cursos realizados em apenas único dia. Os certificados eram datados de 13 de janeiro de 2021, ou seja, após a sua primeira nomeação, e o período de realização dos três cursos eram da mesma data”. 

No dia 25 de janeiro, o órgão recomendou a exoneração imediata de Marcella, devido a falta de qualificação. Três dias depois, ela deixou o cargo. A esposa do prefeito ainda acionou a Justiça pedindo a suspensão da exoneração, mas teve o pedido indeferido pelo juiz Bruno Fritoli Almeida, da 2ª Vara de São Gabriel, que entendeu que a decisão é do prefeito. 

No dia 13 de abril, ela voltou a ser nomeada para a mesma função. “Essa renomeação (…) demonstra que os requeridos estão atuando com notório interesse de ludibriar a verdade dos fatos frente às Instituições Públicas e, principalmente, perante a sociedade”. Segundo o MPES, o prefeito e a esposa têm 15 dias para se manifestarem, se quiserem. 

A reportagem não conseguiu contato com o prefeito e a mulher dele. 

Leia mais:  Deputado pede que PGE desista de ação contra parlamentares que visitaram Dório Silva
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana