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Segurança

“Erro grosseiro da empresa”, aponta pai de homem morto em acidente de tirolesa em Vila Velha

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João Reis acusa a empresa responsável pelo equipamento no Morro do Moreno de ter sido negligente em matéria de segurança para os usuários

O aposentado João Reis, 77 anos, pai do engenheiro João Paulo Sampaio dos Reis, de 47 anos, morto no sábado (1º) após um acidente com uma tirolesa no Morro do Moreno, em Vila Velha, acusa a empresa responsável pelo equipamento de negligência em matéria de segurança preventiva. 

Ele viu a morte do filho num vídeo que recebeu em rede social. “Nesse vídeo, eu pude ver a gravidade e a falta de segurança no local. Ele gostava de praticar esportes. Ele nunca iria andar num equipamento que não tivesse segurança. Alguém deve ter dito que isso era seguro e ele foi. E não era seguro”, aponta. Ele deu essa declaração aos jornalistas ao liberar o corpo do filho no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Vitória, na manhã deste domingo (02).

Para Reis, houve um erro operacional por parte da empresa. “Foi um erro grosseiro da firma que se propõe a fazer uma demonstração de exercício. Uma tirolesa é uma demonstração de exercício. A empresa deve dar todo o apoio em matéria de segurança e prever tudo o que possa ocorrer. Essa é a função dela”, frisou.

Bastante emocionado, o aposentado diz que esteve presente no nascimento de João Paulo e que agora viu sua morte por meio de um vídeo. Testemunhou o início e o fim do ciclo da vida do filho. “Para quem o viu nascer e o viu morrer através de um vídeo, não precisa falar mais nada”, lamentou.

Ele acredita que a empresa já está elaborando uma narrativa diferente para eximir de alguma responsabilidade. “Eles já estão preparando a própria defesa. Inclusive, disseram que estavam entrando em contato com a família para dar todo o apoio. Até o presente momento, ou seja, 9h35 da manhã do dia 2, ninguém entrou em contato conosco”, informou.

O vídeo, citado por Reis, não foi divulgado. “Ele era tudo isso: filho digno, estudioso, cumpridor de seus deveres. Infelizmente, eu o vi nascer no parto e o vi morrer no choque dele despencando plataforma abaixo”, descreveu.

Acidente

O engenheiro João Paulo Sampaio dos Reis, de 47 anos, morreu no sábado (1º) após um acidente com uma tirolesa no Morro do Moreno, em Vila Velha. O equipamento não freou e ele se chocou contra uma estrutura de madeira.

Reis decidiu passar o feriado do Dia do Trabalho junto com a filha de 14 anos e uma amiga dela. Testemunhas disseram para o Corpo de Bombeiros que as duas adolescentes desceram a tirolesa antes do engenheiro e que, só mais tarde, souberam o que havia acontecido. 

A vítima era engenheiro, mas trabalhava como despachante junto a Polícia Federal e ao Exército. Ele era casado e deixa dois filhos: além da adolescente de 14 anos, um menino de 8. 

Durante o domingo (2), uma equipe do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea) esteve no Morro no Moreno para uma vistoria no local.

Nas redes sociais da empresa a informação é de que a tirolesa possui 100 metros de comprimento, e conta com o sistema de freios ABS (sistema que independe da ação humana e que oferece maior segurança). No local, pessoas que conhecem o equipamento informaram que o trajeto onde o engenheiro morreu não conta com o freio ABS é é controlado por um técnico.

A empresa se manifestou por meio de redes sociais e disse aguardar a perícia que apontará a causa do acidente para se pronunciar. 

Cena do acidente alterada

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o local do acidente foi alterado pelos responsáveis, que tiraram os equipamentos do corpo da vítima antes da chegada da polícia.

O capacete que o engenheiro utilizava não foi encontrado. Um dos responsáveis pela tirolesa é cabo do Corpo de Bombeiros e, segundo a polícia, ele se negou a apresentar o equipamento que havia retirado. Eles prestaram depoimento no Departamento de Polícia Judiciária de Vila Velha.

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Segurança

Mototaxista de 43 anos é morto á tiros em São Gabriel da Palha

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O crime aconteceu no final da noite detsa quarta-feira (5), próximo a quadra de esportes do bairro Boa Vista, em São Gabriel da Palha, segundo informações da Polícia Militar, o CCO foi acionado por volta das 23h20min com a informação que havia um motoqueiro baleado no local.

Ao chegar no local os policiais constataram que se tratava de um mototaxista e já estava sem vida, segundo a PM, o mototaxista foi identificado por Marcelo Pelegrini, 43 anos, ele estava caído com sua moto sobre o corpo e foi atingido por disparos de arma de fogo. Durante o trabalho da perícia foi encontrado em seu bolso 2 papelotes de cocaína e um envólucro com 59 pedras de crack.

A PM recebeu uma denúncia anônima informando que o mototaxista estava parado próximo a quadro de esportes falando no telefone quando um indivíduo em uma moto se aproximou e efetuou cerca de quatro disparos, em seguida fugiu em direção ao bairro Santa Helena. O local do crime, segundo a PM tem uma atuação intensa do tráfico de drogas.

Investigadores da Polícia Civil estiveram no local em busca de informações que auxilie na investigação. Qualquer informação pode ser passada de forma anônima pelo 181 ou 3727-3770.

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Segurança

Corpo de jovem é encontrado parcialmente carbonizado em lavoura de café

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A vítima foi até a cidade de Mantenópolis na companhia de um amigo para resolver algumas pendências. A motivação do crime ainda é desconhecida

O corpo de um homem foi encontrado nesta quarta-feira (03), parcialmente carbonizado em uma lavoura de café, em Mantenópolis, no noroeste do Espírito Santo. A vítima foi identificada como João Pedro Vargas, de 25 anos. 

De acordo com a Polícia Militar, uma pessoa encontrou o corpo e acionou a equipe. A polícia informou que, após o corpo ser encontrado, o amigo da vítima foi até o local e reconheceu o rapaz pelas roupas. 

A Polícia Civil foi questionada sobre a investigação do caso, mas até a publicação desta reportagem, não foi dado um retorno. Assim que informações forem enviadas, o conteúdo será atualizado. 

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