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Medicina e Saúde

ES é o terceiro Estado do país que mais vacinou contra covid-19

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Ao todo, 22,3% da população já recebeu as duas doses da vacina, contabilizando 688.474 pessoas imunizadas. Considerando apenas uma dose, o total chega a 60,7% da população

No Espírito Santo, 22,3% da população já recebeu a imunização completa contra a covid-19, ou seja, as duas doses ou a dose única (caso da vacina Jansen), somando um total de 688.474 capixabas. Nesta categoria, o Estado está em terceiro lugar no ranking nacional. 

Mato Grosso do Sul (35,8%) está em primeiro lugar e o Rio Grande do Sul (24,6%) ocupa o segundo lugar na lista de população totalmente vacinada. As informações são do consórcio de veículos de imprensa, com dados consolidados até o dia 11 de julho. 

Com relação à primeira dose, 1.877.651 capixabas foram imunizados, cerca de 60,7% da população. Com o número, o Estado ocupa o quarto lugar do ranking nacional, atrás de Mato Grosso do Sul (69,6%), São Paulo (61,5%) e Rio Grande do Sul (61,1%). 

O índice foi comemorado pelo governador Renato Casagrande em suas redes sociais nesta segunda-feira (12). 

ES x Brasil

Segundo o consórcio, se comparado com a média nacional, o Espírito Santo sai na frente se considerado tanto a aplicação da primeira dose quanto do ciclo completo de imunização. 

Enquanto o Brasil registra 53,6% com pessoas recebendo a chamada D1, os capixabas respondem com 6.1 pontos percentuais a mais. 

Se for levado em conta a imunização completa, os capixabas estão na frente com 22,3% contra 19% do restante do país.

Velocidade e imunidade coletiva

Na última semana de junho, o Estado já havia ultrapassado a marca dos 50% da população adulta vacinada com a primeira dose, quando registrava 54%. Bastou uma semana para ir de 54% a 60% da população imunizada.

Apesar do índice ser considerado positivo, a população não atingiu ainda a imunidade coletiva. Em coletiva de imprensa na última semana, o secretário de Saúde, Nésio Fernandes, afirmou que entre os meses de setembro e novembro o Estado deve alcançar uma cobertura considerada segura para a flexibilização das regras contra a covid-19. 

A imunidade coletiva acontece quando a cadeia de transmissão de um vírus é bloqueada por ter um maior número de pessoas, num contingente populacional, imunizado contra uma doença. Para a covid-19, especialistas colocam o índice entre 70 e 80%, considerando as duas doses de vacina. 

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Medicina e Saúde

Estudos revelam 21 maneiras de diminuir o risco de Alzheimer

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Múltiplas medidas de prevenção foram listadas após a realização de duas meta-análises, divulgadas nas revistas científicas The Lancet e Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry e citadas pela CNN, que analisaram várias pesquisas sobre prevenção, tratamento e cuidados em casos de Alzheimer – aquele que é o tipo mais comum de demência.

A ingestão excessiva de álcool, o sedentarismo, o tabagismo e um regime alimentar pobre em nutrientes, que aumente o risco de obesidade, diabetes e hipertensão são os principais fatores de risco, segundo a publicação.

O estudo sublinhou que há um maior risco de ocorrência de quadros de demência em pessoas negras, em asiáticos, grupos marginalizados e em populações economicamente desfavorecidas.

A meta-análise analisou 395 estudos prospectivos observacionais e ensaios clínicos randomizados.

Os acadêmicos determinaram que dois terços das intervenções mais promissoras focavam-se em alterações simples no quotidiano que levam a uma vida saudável, focadas em evitar fatores de risco para patologias cardíacas, como pressão alta e elevados níveis de colesterol ‘mau’ (LDL’. 

1. Manter o nível adequado de açúcar no sangue e o peso sob controle para evitar diabetes. 

2. Manter o peso num nível saudável, normalmente abaixo de um Índice de Massa Corporal (IMC) de 25. 

3. Obter o máximo de habilitações acadêmicas a partir da infância. 

4. Evitar traumatismo craniano (como concussões). 

5. Manter-se cognitivamente ativo lendo e aprendendo continuamente coisas novas. 

6. Evitar ou controlar a depressão.

7. Gerir o estress.

8. Tratar a hipotensão ortostática (sensação recorrente de tontura ao se levantar). 

9. Manter a pressão arterial sob controle a partir dos 40 anos. 

10. Examinar os riscos de perda de audição ao longo da vida e usar aparelho auditivo se necessário (perda auditiva está associada a dano na região cerebral ligado à memória).

11. Evitar níveis elevados de homocisteína, um aminoácido que pode contribuir para a formação de coágulos nos vasos sanguíneos e danos nas artérias (prevenção com base em suplementação de vitaminas do complexo B, com recomendação médica). 

12. Praticar exercício físico. 

13. Gerir a fibrilação atrial, que é uma frequência cardíaca rápida e irregular devido a sinais elétricos caóticos no coração (com acompanhamento médico regular). 

14. Comer alimentos ricos em vitamina C ou tomar suplementos.

15. Reduzir a exposição à poluição do ar e a fumaça passiva do tabaco.

16. Evitar o abuso de álcool.

17. Evitar o hábito de fumar.

18. Dormir horas adequadas.

19. Evitar terapia de reposição de estrogênio no pós-menopausa. 

20. Evitar a toma de medicamentos para demência como prevenção. 

21. Combater a pobreza e a discriminação racial.    

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Medicina e Saúde

Beber esta quantidade de café por dia eleva risco de demência, diz estudo

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Uma nova pesquisa realizada por um grupo de investigadores da University of South Australia sugere que beber muito café pode ser nocivo para a saúde cerebral
No maior estudo do gênero feito até ao momento, pesquisadores apuraram que a ingestão excessiva de café está associada a um maior risco de desenvolvimento de alterações neurológicas prejudiciais e de demência, reporta um artigo publicado no site News Medical Life Sciences.

Uma equipe de cientistas da University of South Australia analisou os registos médicos de mais de 17 mil voluntários registrados no UK Biobank, uma base de dados médicos de cidadãos britânicos.

Consequentemente, os investigadores discerniram que os indivíduos que consumiam sete ou mais xícaras de café diariamente, apresentavam uma predisposição mais elevada de até 53% de virem a sofrer de demência.

Kitty Pham, neurocientista e líder do estudo, afirma que o novo estudo é extremamente relevante para a saúde pública.

A demência é uma condição degenerativa do cérebro que afeta a memória, o raciocínio, comportamento e a habilidade de executar tarefas simples do dia-a-dia. Sendo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em todo o mundo mais de 50 milhões de indivíduos sofram da patologia.

“Tendo em conta todas as variáveis possíveis, descobrimos através da análise de múltiplas evidências que o consumo excessivo de café estava significativamente associado a uma redução notória no volume cerebral”, disse Pham.

“Ou seja, beber mais de seis chávenas de café por dia pode colocá-lo em risco de doenças cerebrais, como demência e AVC’s”, concluiu. 

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