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Medicina e Saúde

ES não tem caso de variantes em estrangeiros, afirma Reblin

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Subsecretário informou que é feito monitoramento e acompanhamento em cidadãos de outros países que estão no Espírito Santo

Espírito Santo não tem caso de variantes de coronavírus em estrangeiros. A informação foi dada pelo subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, durante entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (07) para apresentar o panorama da pandemia de covid-19 no Estado. 

Ele fez uma atualização do monitoramento feito em cidadãos de outros países no território capixaba. 

“Até o momento, nós monitoramos os estrangeiros que vêm ao Espírito Santo e somos informados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, que tem responsabilidade de fazer isso. Nenhum desses estrangeiros têm teste positivo ou estão assintomáticos”.

Indianos

Reblin deu destaque ao assunto que despertou interesse no Estado após o teste positivo de coronavírus num indiano que havia se hospedado com outros dois colegas de trabalho num hotel na orla da praia de Camburi. O hóspede foi infectado pela variante brasileira do coronavírus, a P1.

O hotel teve que ser fechado na manhã de 28 de maio depois que os três indianos serem isolados com suspeita de covid. O que testou positivo já fez check in no hotel com sintomas fortes da doença, como febre e coriza.

O grupo de asiáticos, composto por um comandante e dois marinheiros, chegou ao Espírito Santo num voo vindo de São Paulo. Eles levariam um navio atracado no litoral capixaba para a Índia.  

As 92 pessoas que estavam no hotel naquela ocasião – entre hóspedes e funcionários – foram testadas. Não houve caso positivo para coronavírus e a interdição do estabelecimento foi encerrada em 1 de junho.

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Medicina e Saúde

Covid-19: pessoas com mais de 18 anos serão vacinadas até dezembro

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Informação foi dada por Marcelo Queiroga, que participou, neste sábado (12), de evento médico, no Rio de Janeiro

Todos os brasileiros com mais de 18 anos deverão estar vacinados contra a covid-19 até o fim do ano, segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Ele participou, neste sábado (12), de evento médico, no Rio de Janeiro, sobre o Dia de Conscientização da Cardiopatia Congênita, e reforçou aos profissionais o que já havia adiantado durante sessão no Senado no último dia 8.

“Este ano, a despeito das condições ainda complexas na assistência à saúde, o Ministério da Saúde já contratou 600 milhões de doses de vacina, de tal maneira que a população acima de 18 anos será vacinada até o fim do ano. Isto eu posso assegurar. Somente em junho, nós vamos distribuir mais de 40 milhões de doses de vacina. Nós estamos antecipando doses”, disse Queiroga, que participou do evento por videoconferência.

O ministro da Saúde lembrou também que o acordo de transferência de tecnologia da AstraZeneca para a Fiocruz já foi firmado, o que permitirá, em breve, vacinas produzidas a partir do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) nacional.

“Nós já temos 200 milhões de doses da Pfizer contratadas e 100 milhões dessas doses estarão disponíveis até setembro. Outros 100 milhões de doses estarão disponíveis até dezembro. E avança o contrato para mais 100 milhões de doses da [vacina da empresa] Moderna. Então, isso é a certeza que nós vamos vacinar a nossa população e por fim ao caráter pandêmico dessa doença”, finalizou Queiroga.

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Medicina e Saúde

Anvisa autoriza vacina da Pfizer para adolescentes com mais de 12 anos

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Em nota, o órgão regulador brasileiro afirma que a ampliação foi aprovada após a apresentação de estudos desenvolvidos pelo laboratório que indicaram a segurança e eficácia da vacina para este grupo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (11) a indicação da vacina Comirnaty contra covid-19, da Pfizer, para adolescentes com 12 anos de idade ou mais. Com a decisão, a bula da vacina passará a indicar esta nova faixa etária para o Brasil.

Em nota, o órgão regulador brasileiro afirma que a ampliação foi aprovada após a apresentação de estudos desenvolvidos pelo laboratório que indicaram a segurança e eficácia da vacina para este grupo. Segundo a Anvisa, os estudos foram desenvolvidos fora do Brasil e avaliados pela agência.

Antes, a vacina Comirnaty estava autorizada para pessoas com 16 anos de idade ou mais. Até o momento, esta é a única entre as vacinas contra covid-19 autorizadas no Brasil com indicação para menores de 18 anos. A vacina da Pfizer foi a primeira a receber o registro definitivo para vacinas covid-19 no Brasil.

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