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Espírito Santo inicia vacinação de adolescentes com comorbidades e define novos critérios para as doses de reforço – PORTAL JORNAL DO NORTE
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Medicina e Saúde

Espírito Santo inicia vacinação de adolescentes com comorbidades e define novos critérios para as doses de reforço

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O Governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), dará início a vacinação dos adolescentes capixabas de 12 a 17 anos com comorbidades. Também foram estabelecidos novos critérios para aplicação da dose de reforço na população idosa. As definições foram publicadas na tarde desta terça-feira (14), por meio das Resoluções da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) n° 171/2021 e 172/2021.

De acordo com o documento, a partir desta quarta-feira (15), podem ser vacinados os adolescentes de 12 a 17 anos com deficiências permanentes, que possuem comorbidades, que sejam gestantes, puérperas e lactantes, ou ainda aqueles privados de liberdade. Para esse público, serão utilizadas exclusivamente doses da Pfizer/BioNTech.

No ato da vacinação, será necessária a apresentação do documento comprobatório daqueles que possuem condições permanentes, com emissão de, no máximo, três anos. Para os que possuem condições adquiridas e transitórias, a comprovação deverá ser de, no máximo, 90 dias. Vale ressaltar que a cópia será retida no local da vacinação.

Além disso, também está autorizada a imunização de adolescentes sem comorbidades entre 15 a 17 anos. Após a conclusão desses grupos, será a vez dos adolescentes de 12 a 14 anos de idade sem comorbidades. A população de adolescentes de 12 a 17 anos com e sem comorbidades no Espírito Santo é de 338.971 pessoas.

A nova Resolução também redefine a vacinação com a dose de reforço. Antes, a vacina estava destinada para idosos com 70 anos de idade ou mais, além de seis meses ou mais de intervalo da segunda dose ou dose única. A partir da publicação, passa a valer os seguintes critérios: todos os cidadãos do Estado com 60 anos ou mais que tenham completado o esquema básico de vacinação contra Covid-19 (segunda dose ou dose única) há pelo menos cinco meses poderão ser imunizados com a dose de reforço.

Para essa campanha, será utilizado a vacina da Pfizer/BioNTech, ou, de maneira alternativa, da Janssen ou AstraZeneca. Até o final da tarde desta terça-feira (14), o Estado havia aplicado 5.697 doses de reforço.

Clique aqui e confira a Resolução N° 171/2021

Clique aqui e confira a Resolução N° 172/2021

Novas doses de vacinas

Leia mais:  Pesquisa aponta presença do Sars-CoV-2 no ES em 2019

As 122.850 mil doses da Pfizer/BionTech que chegaram ao Estado nesta segunda-feira (13) serão destinadas a estes dois novos públicos, além de dar continuidade a vacinação da população capixaba com a segunda dose. 

As novas remessas foram encaminhadas à Central Estadual de Rede de Frio, sendo iniciada a distribuição aos municípios da região Metropolitana nesta terça-feira (14). Já as doses destinadas às regionais de Saúde Norte, Central e Sul serão encaminhadas nesta quarta-feira (15).

O Ministério da Saúde também sinalizou o envio de 25.740 doses da Pfizer/BionTech para a noite desta quarta-feira, sendo destinadas ao mesmo público.

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Medicina e Saúde

Cientistas identificam vírus similar ao da covid-19 no Laos

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Grupo francês tenta descobrir origem da pandemia atual em busca no país asiático que faz fronteira com o sul da China

Cientistas do Instituto Pasteur de Paris anunciaram que identificaram em morcegos do norte do Laos uma cepa do coronavírus muito parecida com a do SARS-CoV‑2, que originou a covid-19.

As conclusões da pesquisa ficaram disponíveis a partir desta quarta-feira (22) na plataforma científica Research Square, de livre acesso.

O estudo ainda não foi avaliado de forma independente por outros pesquisadores, antes de ser publicado em uma revista científica, como acontece habitualmente.

Os cientistas franceses, ao lado de seus colegas do Instituto Pasteur do Laos e da Universidade Nacional deste país, integraram entre o fim de 2020 e início de 2021 uma missão na região norte do Laos para analisar diferentes espécies de morcegos que vivem em cavernas calcárias.

“A ideia inicial era tentar identificar a origem desta epidemia”, explicou à AFP Marc Eloit, diretor do laboratório especializado na descoberta de novos patógenos no Instituto Pasteur de Paris.

Após análises das diversas mostras obtidas e, graças a dados coincidentes, “suspeitamos que alguns morcegos insetívoros poderiam hospedar o vírus”.

As amostras foram recolhidas em uma região que faz parte de um imenso relevo cárstico, com formações geológicas calcárias, ideais para abrigar colônias de morcegos, que vai do Laos até o norte do Vietnã e o sul da China.

“Laos compartilha este território comum com o sul da China, repleto de cavernas onde vivem os morcegos, e por isso decidimos explorar por este lado”, explica Marc Eloit. O que acontece nesta região é representativo de todo o ecossistema das cavernas.

As sequências dos vírus encontrados nos morcegos são quase idênticas às do SARS-CoV-2 (nome científico do vírus da covid-19) e os cientistas conseguiram demonstrar que é capaz de contaminar células humanas.

Os vírus examinados, no entanto, não tinham o que é conhecido como “local de clivagem da furina”, uma função presente no SARS-CoV-2, que ativa a proteína Spike.

Esta proteína é a que permite ao vírus melhorar seu poder de penetração nas células humanas e, por este motivo, é a chave do poder patógeno do vírus que se propagou por todo o planeta.

Várias hipóteses poderiam explicar o elo perdido nos vírus recentemente analisados, disse Marc Eloit. 

“Talvez um vírus não patogênico tenha circulado primeiro entre os seres humanos antes de sofrer mutação”, sugere o especialista.

“Ou talvez um vírus muito próximo dos vírus identificados possua este local de clivagem, e ainda não encontramos”.

Mas a pergunta mais sensível é outra: “Como é possível que o vírus dos morcegos encontrado nas cavernas tenha acabado em Wuhan?”, uma cidade que fica mais de 2.000 quilômetros ao norte.

Wuhan é a cidade chinesa considerada a origem oficial da pandemia de covid-19.

Até o momento não há uma resposta clara para esta pergunta.

Seja como for, este estudo “representa um grande avanço na identificação da origem do SARS-CoV-2”, destaca Eloit.

A principal conclusão seria a de que existem vírus muito próximos ao SARS-CoV-2 nos morcegos, capazes de infectar o homem sem um animal intermediário, como os pangolins.

No fim de agosto, um grupo de especialistas que recebeu a missão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de elaborar um relatório sobre a origem da covid-19 advertiu que as investigações estavam em um “ponto morto”.

Os cientistas que deram o sinal de alerta integraram a equipe de 17 pesquisadores que a OMS enviou à China, onde trabalharam com outros 17 cientistas chineses. 

A investigação inicial, no mês de janeiro, resultou em um relatório conjunto, divulgado em 29 de março, que não apresenta uma resposta clara às incógnitas.

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Medicina e Saúde

ES espera aval da Anvisa para vacinar crianças a partir de 3 anos contra covid-19

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O secretário de Saúde do Espírito Santo afirmou que a expectativa do governo do Estado é que a Sinovac e a Pfizer apresentem a documentação necessária para liberação da vacinação das crianças contra covid-19 até dezembro

A Secretaria de Saúde do Espírito Santo acredita que a vacinação de crianças de 3 a 11 anos contra a covid-19 possa ser autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) até o fim deste ano. 

A declaração foi feita pelo secretário de Estado de Saúde, Nésio Fernandes, durante uma coletiva de imprensa, na tarde desta segunda-feira (20).

Nésio afirmou que acredita que os laboratórios Sinovac e Pfizer podem entregar  toda a documentação necessária para avaliação da inclusão do novo público na campanha de imunização contra a covid-19 até dezembro. 

“Nós temos a expectativa de que até o final do ano, a Anvisa libere tanto a vacina produzida pela Sinovac, a Coronavac, quando a da Pfizer para idades pediátricas. Acreditamos que até dezembro seja possível que tanto a Pfizer quanto a Sinovac apresentem toda a documentação necessária para a autorização do uso dessas vacinas em crianças”, disse.

O secretário destacou que, caso a Anvisa libere o uso dos imunizantes para o novo público, a vacinação das crianças poderá ser iniciada logo após a liberação da agência. “Ela poderá ser incluída nos momentos próximos na vacinação no Brasil”, afirmou.  

Adultos devem ser vacinados com primeira dose até inicio de outubro 

Ainda de acordo com Nésio, a expectativa é vacinar, com ao menos a primeira dose, todo o público com mais de 18 anos até o início de outubro. 

“A expectativa do governo do Estado é alcançar 100% da população adulta com 18 anos coberta com a primeira dose da vacina até o inicio de outubro. Iremos completar, nesta semana, a disponibilidade de doses para alcançar 100% dos adolescentes com mais de 12 anos que tenham alguma comorbidade”, disse.

Segundo Nésio, cerca de 80% dos adolescentes sem comorbidades também devem ser vacinados neste período. “Ainda vamos alcançar a meta de disponibilizar doses para vacinar 80% dos adolescentes com mais de 12 anos que não apresentem comorbidades”, disse.

O secretário de Saúde do Espírito Santo destacou ainda que, com a compra das doses da vacina Coronavac realizadas pelo governo do Estado, foi possível antecipar a aplicação da dose de reforço, além de ampliar o público para pessoas a partir de 60 anos.  

“Nós também conseguimos, com a compra das vacinas do Butantan, otimizar as vacinas que vieram do Ministério da Saúde, principalmente da Pfizer, para ampliar a idade para vacinação das doses de reforço. Ampliamos para a partir dos 60 anos. Além disso, reduzimos o intervalo entre a segunda dose e a dose de reforço”, disse.

Nésio lembrou que o critério do Ministério de Saúde inclui somente idosos com mais de 70 anos e que alcancem o prazo de seis meses entre a segunda dose e a dose de reforço.

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