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Medicina e Saúde

Espírito Santo recebe 31,2 mil doses de Coronavac nesta sexta-feira

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A última remessa do imunizante havia sido enviada ao estado há um mês. Cerca de 50 mil capixabas aguardam a vacina para completar a imunização

Com o retorno da produção da vacina Coronavac pelo Instituto Butantan nas últimas semanas, o Ministério da Saúde sinalizou o envio de 31.200 doses do imunizante ao Espírito Santo. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), as vacinas chegarão ao estado na manhã desta sexta-feira (18).

As doses serão destinadas à população que aguarda para complementar o esquema vacinal com segunda dose no Estado, podendo atender cerca de 60% deste público, totalizando, aproximadamente, 51 mil pessoas.

A última remessa de Coronavac encaminhada ao Espírito Santo foi realizada há exatamente um mês, no dia 17 de maio. De acordo com a Sesa, a distribuição das vacinas para as regionais de Saúde Central, Norte e Sul acontecerá no final da manhã desta sexta-feira (18). Já os municípios da região Metropolitana receberão as doses na tarde do mesmo dia.

Na última segunda-feira (14), o subsecretário estadual de Saúde, Luiz Carlos Reblin, disse, em uma coletiva de imprensa, que havia a expectativa de que o Espírito Santo voltasse a receber doses do imunizante ainda nesta semana. Entretanto, na ocasião, a expectativa era de que o estado recebesse cerca de 20 mil doses. 

Atualmente, cerca de 50 mil capixabas aguardam a chegada de novas doses da Coronavac para completar a imunização contra o novo coronavírus.

Chegada de doses da Pfizer

Ainda segundo a Secretaria da Saúde, para a madrugada desta sexta-feira (18), está prevista a chegada de 47.970 doses Pfizer/BioNTech. Elas serão direcionadas 80% à aplicação das primeiras doses na população geral, por faixa etária, e 20% aos grupos prioritários definidos pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19 em andamento no Estado, como trabalhadores da educação e Pessoas com Deficiência (PcD) permanente.

A distribuição para as regionais de Saúde Central, Norte e Sul acontecerá no final da manhã desta sexta-feira (18). Os municípios da região Metropolitana receberão as doses na tarde do mesmo dia.

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Medicina e Saúde

Estudos revelam 21 maneiras de diminuir o risco de Alzheimer

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Múltiplas medidas de prevenção foram listadas após a realização de duas meta-análises, divulgadas nas revistas científicas The Lancet e Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry e citadas pela CNN, que analisaram várias pesquisas sobre prevenção, tratamento e cuidados em casos de Alzheimer – aquele que é o tipo mais comum de demência.

A ingestão excessiva de álcool, o sedentarismo, o tabagismo e um regime alimentar pobre em nutrientes, que aumente o risco de obesidade, diabetes e hipertensão são os principais fatores de risco, segundo a publicação.

O estudo sublinhou que há um maior risco de ocorrência de quadros de demência em pessoas negras, em asiáticos, grupos marginalizados e em populações economicamente desfavorecidas.

A meta-análise analisou 395 estudos prospectivos observacionais e ensaios clínicos randomizados.

Os acadêmicos determinaram que dois terços das intervenções mais promissoras focavam-se em alterações simples no quotidiano que levam a uma vida saudável, focadas em evitar fatores de risco para patologias cardíacas, como pressão alta e elevados níveis de colesterol ‘mau’ (LDL’. 

1. Manter o nível adequado de açúcar no sangue e o peso sob controle para evitar diabetes. 

2. Manter o peso num nível saudável, normalmente abaixo de um Índice de Massa Corporal (IMC) de 25. 

3. Obter o máximo de habilitações acadêmicas a partir da infância. 

4. Evitar traumatismo craniano (como concussões). 

5. Manter-se cognitivamente ativo lendo e aprendendo continuamente coisas novas. 

6. Evitar ou controlar a depressão.

7. Gerir o estress.

8. Tratar a hipotensão ortostática (sensação recorrente de tontura ao se levantar). 

9. Manter a pressão arterial sob controle a partir dos 40 anos. 

10. Examinar os riscos de perda de audição ao longo da vida e usar aparelho auditivo se necessário (perda auditiva está associada a dano na região cerebral ligado à memória).

11. Evitar níveis elevados de homocisteína, um aminoácido que pode contribuir para a formação de coágulos nos vasos sanguíneos e danos nas artérias (prevenção com base em suplementação de vitaminas do complexo B, com recomendação médica). 

12. Praticar exercício físico. 

13. Gerir a fibrilação atrial, que é uma frequência cardíaca rápida e irregular devido a sinais elétricos caóticos no coração (com acompanhamento médico regular). 

14. Comer alimentos ricos em vitamina C ou tomar suplementos.

15. Reduzir a exposição à poluição do ar e a fumaça passiva do tabaco.

16. Evitar o abuso de álcool.

17. Evitar o hábito de fumar.

18. Dormir horas adequadas.

19. Evitar terapia de reposição de estrogênio no pós-menopausa. 

20. Evitar a toma de medicamentos para demência como prevenção. 

21. Combater a pobreza e a discriminação racial.    

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Medicina e Saúde

Beber esta quantidade de café por dia eleva risco de demência, diz estudo

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Uma nova pesquisa realizada por um grupo de investigadores da University of South Australia sugere que beber muito café pode ser nocivo para a saúde cerebral
No maior estudo do gênero feito até ao momento, pesquisadores apuraram que a ingestão excessiva de café está associada a um maior risco de desenvolvimento de alterações neurológicas prejudiciais e de demência, reporta um artigo publicado no site News Medical Life Sciences.

Uma equipe de cientistas da University of South Australia analisou os registos médicos de mais de 17 mil voluntários registrados no UK Biobank, uma base de dados médicos de cidadãos britânicos.

Consequentemente, os investigadores discerniram que os indivíduos que consumiam sete ou mais xícaras de café diariamente, apresentavam uma predisposição mais elevada de até 53% de virem a sofrer de demência.

Kitty Pham, neurocientista e líder do estudo, afirma que o novo estudo é extremamente relevante para a saúde pública.

A demência é uma condição degenerativa do cérebro que afeta a memória, o raciocínio, comportamento e a habilidade de executar tarefas simples do dia-a-dia. Sendo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em todo o mundo mais de 50 milhões de indivíduos sofram da patologia.

“Tendo em conta todas as variáveis possíveis, descobrimos através da análise de múltiplas evidências que o consumo excessivo de café estava significativamente associado a uma redução notória no volume cerebral”, disse Pham.

“Ou seja, beber mais de seis chávenas de café por dia pode colocá-lo em risco de doenças cerebrais, como demência e AVC’s”, concluiu. 

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