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Medicina e Saúde

Estado recebe mais de 190 mil doses de vacinas contra a Covid-19

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O Espírito Santo recebe 191.340 doses de vacinas para dar continuidade à Campanha de Vacinação contra a Covid-19. As remessas fazem parte da 23ª e 24ª pauta de distribuição, sendo o maior quantitativo até o momento, e tem previsão de chegada para o final da noite desta segunda-feira (17).

Segundo o Ministério da Saúde, a expectativa é de que sejam encaminhadas 99.600 doses da Coronavac (Sinovac/Butantan), 77.700 doses da Covishield (Oxford/Fiocruz) e 14.040 doses da Pfizer/BioNTech.

O Estado fará o envio de doses da Covishield para dar continuidade à vacinação da primeira dose de pessoas com comorbidades e de trabalhadores da educação, além do envio de segundas doses para público idoso de 65 a 69 anos.

As doses da Coronavac serão destinadas exclusivamente para aplicação de segundas doses. Já os imunizantes da Pfizer serão enviados para primeira dose de gestantes, puérperas e também pessoas com comorbidades.

Os imunizantes serão encaminhados à Central Estadual de Rede de Frio da Secretaria da Saúde (Sesa) para cadastramento. A distribuição aos municípios da Região Metropolitana e para as regionais de saúde Norte, Sul e Central acontecerá ao longo desta terça-feira (18).

 

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Doses da Coronavac

Ainda segundo o Ministério da Saúde, o envio do quantitativo de quase 100 mil doses da Coronavac ao Espírito Santo se faz pela solicitação realizada pelo Estado por meio da Comissão Intergestores Bipartite. Os estados que apontaram essa necessidade serão atendidos de acordo com disponibilidade de doses.

Na última sexta-feira (14), o Estado junto aos municípios pactuou a necessidade de 152.787 doses da vacina Coronavac para completar os esquemas de vacinação abertos, por meio da Resolução CIB N° 067/2021, publicada no Diário Oficial do Estado, desta segunda-feira (17).

Diante deste levantamento, o Ministério se propôs a atender com o envio de doses a mais. Entretanto, não será um quantitativo suficiente para suprir toda a necessidade do Estado.

A orientação à população que se encontra com esquema para a segunda dose superior a 28 dias, é que aguarde o anuncio da chegada de novas doses e o agendamento que cada cidade irá realizar.

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Medicina e Saúde

Estudos revelam 21 maneiras de diminuir o risco de Alzheimer

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Múltiplas medidas de prevenção foram listadas após a realização de duas meta-análises, divulgadas nas revistas científicas The Lancet e Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry e citadas pela CNN, que analisaram várias pesquisas sobre prevenção, tratamento e cuidados em casos de Alzheimer – aquele que é o tipo mais comum de demência.

A ingestão excessiva de álcool, o sedentarismo, o tabagismo e um regime alimentar pobre em nutrientes, que aumente o risco de obesidade, diabetes e hipertensão são os principais fatores de risco, segundo a publicação.

O estudo sublinhou que há um maior risco de ocorrência de quadros de demência em pessoas negras, em asiáticos, grupos marginalizados e em populações economicamente desfavorecidas.

A meta-análise analisou 395 estudos prospectivos observacionais e ensaios clínicos randomizados.

Os acadêmicos determinaram que dois terços das intervenções mais promissoras focavam-se em alterações simples no quotidiano que levam a uma vida saudável, focadas em evitar fatores de risco para patologias cardíacas, como pressão alta e elevados níveis de colesterol ‘mau’ (LDL’. 

1. Manter o nível adequado de açúcar no sangue e o peso sob controle para evitar diabetes. 

2. Manter o peso num nível saudável, normalmente abaixo de um Índice de Massa Corporal (IMC) de 25. 

3. Obter o máximo de habilitações acadêmicas a partir da infância. 

4. Evitar traumatismo craniano (como concussões). 

5. Manter-se cognitivamente ativo lendo e aprendendo continuamente coisas novas. 

6. Evitar ou controlar a depressão.

7. Gerir o estress.

8. Tratar a hipotensão ortostática (sensação recorrente de tontura ao se levantar). 

9. Manter a pressão arterial sob controle a partir dos 40 anos. 

10. Examinar os riscos de perda de audição ao longo da vida e usar aparelho auditivo se necessário (perda auditiva está associada a dano na região cerebral ligado à memória).

11. Evitar níveis elevados de homocisteína, um aminoácido que pode contribuir para a formação de coágulos nos vasos sanguíneos e danos nas artérias (prevenção com base em suplementação de vitaminas do complexo B, com recomendação médica). 

12. Praticar exercício físico. 

13. Gerir a fibrilação atrial, que é uma frequência cardíaca rápida e irregular devido a sinais elétricos caóticos no coração (com acompanhamento médico regular). 

14. Comer alimentos ricos em vitamina C ou tomar suplementos.

15. Reduzir a exposição à poluição do ar e a fumaça passiva do tabaco.

16. Evitar o abuso de álcool.

17. Evitar o hábito de fumar.

18. Dormir horas adequadas.

19. Evitar terapia de reposição de estrogênio no pós-menopausa. 

20. Evitar a toma de medicamentos para demência como prevenção. 

21. Combater a pobreza e a discriminação racial.    

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Medicina e Saúde

Beber esta quantidade de café por dia eleva risco de demência, diz estudo

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Uma nova pesquisa realizada por um grupo de investigadores da University of South Australia sugere que beber muito café pode ser nocivo para a saúde cerebral
No maior estudo do gênero feito até ao momento, pesquisadores apuraram que a ingestão excessiva de café está associada a um maior risco de desenvolvimento de alterações neurológicas prejudiciais e de demência, reporta um artigo publicado no site News Medical Life Sciences.

Uma equipe de cientistas da University of South Australia analisou os registos médicos de mais de 17 mil voluntários registrados no UK Biobank, uma base de dados médicos de cidadãos britânicos.

Consequentemente, os investigadores discerniram que os indivíduos que consumiam sete ou mais xícaras de café diariamente, apresentavam uma predisposição mais elevada de até 53% de virem a sofrer de demência.

Kitty Pham, neurocientista e líder do estudo, afirma que o novo estudo é extremamente relevante para a saúde pública.

A demência é uma condição degenerativa do cérebro que afeta a memória, o raciocínio, comportamento e a habilidade de executar tarefas simples do dia-a-dia. Sendo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em todo o mundo mais de 50 milhões de indivíduos sofram da patologia.

“Tendo em conta todas as variáveis possíveis, descobrimos através da análise de múltiplas evidências que o consumo excessivo de café estava significativamente associado a uma redução notória no volume cerebral”, disse Pham.

“Ou seja, beber mais de seis chávenas de café por dia pode colocá-lo em risco de doenças cerebrais, como demência e AVC’s”, concluiu. 

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