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Mundo Cristão

“Estamos aprendendo a depender de Deus”, afirma pastor

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Ramon Tessmann fala sobre o papel da igreja em meio à pandemia e o que Deus está dizendo ao mundo.

Continuando a nossa série de entrevistas com líderes e pastores de diversas denominações para entender o momento que estamos vivendo, como a igreja deve se portar e o que Deus está dizendo ao mundo, conversamos com o pastor Ramon Tessmann.

Ramon é casado com Amanda Tessmann e pai da Laura. É pastor auxiliar na Igreja das Nações em Criciúma (SC). Formado em administração de empresas, é empreendedor, palestrante e escritor de diversos livros, entre eles “Let’s Elevate” e “Um músico segundo o coração de Deus”.

Para o pastor, a “igreja está tendo uma excelente oportunidade de reflexão sobre seu papel no mundo”. Ele se diz alegre em ver muitos líderes recordando a vida da igreja primitiva e levando o povo “a se manter unido e com esperanças em Deus”.

Tessmann acredita que o papel da igreja neste momento é “proporcionar consolo e esperança, trazer pacificação e socorro aos necessitados”. Além disso, “não esquecer sua principal missão: glorificar a Deus e proclamar o evangelho”.

O que podemos aprender?

O pastor afirma que há muitos ensinamentos, mas diz que dois são primordiais neste momento: dependência e adaptação.

Sobre dependência, ele afirma que “pela primeira vez em nossa geração, temos a chance de compreender um pouco mais o conceito de ‘dependência de Deus’”.

O líder assevera que os desafios causados pela pandemia estão nos ensinando a “não confiarmos tanto na força de nosso braço”. Afirma também que o versículo “Buscai em primeiro o Reino de Deus” nunca fez tanto sentindo como agora.

“Estamos sendo desafiados a nos adaptar em todas as áreas (espiritual, emocional, econômica etc.)”, salienta.

Sobre a tecnologia, o pastor enfatiza que “muitos membros passaram a se alimentar” em outras igrejas através de cultos online, “o que pode enfraquecer sua ligação com a igreja local”.

Ele acredita que igrejas menos estruturadas estão sofrendo maior prejuízo e prevê uma “grande reconfiguração” nas igrejas.

O que se modificará?

“Igrejas que se adaptaram aos novos tempos, que conseguem ‘conversar’ de forma relevante com a sociedade, crescerão”, enfatiza. ” Igrejas que fecharam as portas para qualquer mudança e adaptação enfrentarão problemas”, complementa.

O pastor acredita que muitas igrejas fecharão as portas, “mas novas igrejas se abrirão”. Ele afirma que “será uma temporada de reconfiguração”.

Para o líder, é preciso “entender os tempos e atuar de maneira relevante na internet”. As igrejas que não se preparam para isto, enfrentarão dificuldades para alcançar novas pessoas.

Estamos preparados?

“Vamos precisar de muita fé”, afirma. “Nunca havíamos passado por algo semelhante”, completa.

Ramon diz que é preciso aprender “vivendo um dia após o outro”. “Só a experiência nos dá experiência”, diz.

Ele cita as palavras de Cristo em Mateus 6:34 para enfatizar que não devemos nos preocupar “com o dia de amanhã”, mas confiar na solução divina.

O que Deus está dizendo?

“Voltem-se para mim e confiem em mim”, diz.

“A pandemia parece trazer à humanidade uma consciência mais realista sobre sua incapacidade de reinar sobre si mesmo”, afirma.

“Estamos sendo confrontados com a espantosa fragilidade do homem. O homem é mau e egoísta, essa é a sua natureza”, salienta.

O pastor afirma que “o recado de Deus ao longo da história, o que inclui essa pandemia, é que se não fosse sua soberania, toda a criação se desintegraria” e finaliza enfatizando a necessidade de “mais temor ao Senhor”.

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Twitter classifica imagem de família orando como conteúdo sensível

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Imagem de família orando na mesa é classificado como conteúdo sensível enquanto mídias pornográficas abrem livremente.

O Twitter mandou um aviso para uma publicação de humor na conta @JoaquinTeixeira como um “conteúdo sensível”, depois que ele compartilhou uma imagem de uma família orando antes da refeição com a legenda “falta isso hoje”.

Seguidores do usuário foram avisados de que a imagem teria, supostamente, conteúdo sensível, enquanto que uma foto com conteúdo pornográfico não foi classificada como sensível.

Terrorismo

A rede social já foi alvo de críticas por permitir propaganda do grupo terrorista Talibã, mesmo após ter censurado o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Jack Dorsey, um membro do Congresso americano, denunciando o notável “duplo padrão” por banir o ex-presidente Donald Trump da plataforma, mas permitir o Talibã.

Lamborn acusou o Twitter de não impor qualquer de seus esforços de verificação de fatos sobre as contas talibãs, ou bani-los em vista da proibição do site sobre “organizações violentas”.

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Grupo afirma que desenho da Netflix prepara crianças para abuso sexual

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Netflix é criticada por desenho com conteúdos inadequados

Um grupo de observadores da mídia familiar está pedindo às autoridades que investiguem a série “Big Mouth” da Netflix por potencialmente violar leis de pornografia infantil, alegando que a série prepara crianças para abuso sexual.

Em uma reportagem o grupo Parents Television and Media Council expressou preocupações com a série que se concentra em estudantes do ensino médio passando pela puberdade e retrata crianças de 12 e 13 anos em situações sexuais e se envolvendo em diálogo sexual.

O relatório contém capturas de tela e listas de exemplos de “conteúdo sexualizador ou sexualmente explorador envolvendo crianças” ao longo dos 10 episódios da quarta temporada da série.

O PTC descobriu que ao longo de todas as 4 horas e meia de programação inclusas na  quarta temporada de “Big Mouth”, cada minuto de programação apresentava “quase 4 ocorrências de sexo, violência e linguagem profana, indecente ou obscena”.

A quarta temporada continha 17 casos de nudez animada, a maioria com os genitais de personagens menores de idade. Além disso, foram registradas “190 referências sexuais ou casos de insinuações sexuais”. A série também continha uma infinidade de palavrões, incluindo linguagem sexualmente carregada.

“Deveria chocar a consciência ver as crianças sexualmente exploradas por causa do entretenimento e do lucro financeiro, como é o caso em “Big Mouth”. Ver crianças usadas dessa maneira para o entretenimento de adultos viola nossas sensibilidades, especialmente quando, em todo o país e em todo o mundo, a agressão sexual está aumentando, e mulheres e crianças estão sendo mantidas em cativeiro sexual”, disse o presidente do PTC, Tim Winter, em um comunicado segundo The Christian Post.

Em 2018, a Netflix fez uma parceria com o Facebook para distribuir um jogo chamado “Hand Masters” baseado na série, que estava então em sua primeira temporada. Descrito como o “primeiro jogo internacional de masturbação”, o jogo recompensa os jogadores com base em sua capacidade de usar seu smartphone para simular masturbação masculina por 20 segundos.

“Eles estão encorajando os adultos a ver essas crianças como objetos sexuais ou encorajando as crianças a imitar o comportamento que estão vendo no desenho animado. Qualquer cenário é muito preocupante”, observou a diretora do PTC Melissa Henson.

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