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Medicina e Saúde

Estudo aponta que é possível identificar câncer anos antes dos sintomas

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Nesse estudo, os pesquisadores constataram que 91% dos pacientes que descobrem o câncer em fase inicial continuam vivos cinco anos depois

Um estudo de pesquisadores da Universidade de Fudan, na China, mostra que é possível realizar um teste laboratorial com potencial de detectar o câncer até quatro anos antes do surgimento de quaisquer sinais. O novo teste foi chamado de PanSeer. Os pesquisadores utilizaram amostras previamente cedidas por pacientes voluntários para treinar um algoritmo e, a partir disso, desenvolver um sistema capaz de identificar grupos metil no DNA.

O exame procurou nas amostras de sangue alterações específicas do DNA que ocorrem em alguns cânceres, como o de estômago, esôfago, colorretal, pulmão ou fígado. Uma das vantagens desse exame é ser menos invasivo do que outros como colonoscopia e mamografia.

De acordo com o coordenador de Oncologia Clínica da Rede Meridional, Fernando Zamprogno, detectar o câncer de forma precoce aumenta drasticamente as chances de sobrevivência. “Nesse estudo, os pesquisadores constataram que 91% dos pacientes que descobrem o câncer em fase inicial continuam vivos cinco anos depois. Já no grupo que só descobre a doença em estágio mais avançado, a taxa de sobrevivência cai para 26%”, afirma o médico.

Os pesquisadores reforçam que os resultados, apesar de animadores, são preliminares, já que foi testado um número consideravelmente baixo de pessoas. Outros ensaios devem ser feitos no futuro para confirmar a eficácia do método. 

O estudo foi publicado na revista Nature Communications, no dia 21 de julho.

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Medicina e Saúde

Beber esta quantidade de café por dia eleva risco de demência, diz estudo

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Uma nova pesquisa realizada por um grupo de investigadores da University of South Australia sugere que beber muito café pode ser nocivo para a saúde cerebral
No maior estudo do gênero feito até ao momento, pesquisadores apuraram que a ingestão excessiva de café está associada a um maior risco de desenvolvimento de alterações neurológicas prejudiciais e de demência, reporta um artigo publicado no site News Medical Life Sciences.

Uma equipe de cientistas da University of South Australia analisou os registos médicos de mais de 17 mil voluntários registrados no UK Biobank, uma base de dados médicos de cidadãos britânicos.

Consequentemente, os investigadores discerniram que os indivíduos que consumiam sete ou mais xícaras de café diariamente, apresentavam uma predisposição mais elevada de até 53% de virem a sofrer de demência.

Kitty Pham, neurocientista e líder do estudo, afirma que o novo estudo é extremamente relevante para a saúde pública.

A demência é uma condição degenerativa do cérebro que afeta a memória, o raciocínio, comportamento e a habilidade de executar tarefas simples do dia-a-dia. Sendo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em todo o mundo mais de 50 milhões de indivíduos sofram da patologia.

“Tendo em conta todas as variáveis possíveis, descobrimos através da análise de múltiplas evidências que o consumo excessivo de café estava significativamente associado a uma redução notória no volume cerebral”, disse Pham.

“Ou seja, beber mais de seis chávenas de café por dia pode colocá-lo em risco de doenças cerebrais, como demência e AVC’s”, concluiu. 

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Medicina e Saúde

Adolescentes entre 12 a 17 anos serão incluídos na vacinação contra covid

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Adolescentes com comorbidades serão os primeiros a serem imunizados

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou hoje (27) que adolescentes de 12 a 17 anos serão incluídos no Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a covid-19. A inclusão será iniciada após envio da primeira dose para a vacinação de adultos com mais de 18 anos. Adolescentes com comorbidades serão os primeiros a serem imunizados.

A medida foi acertada durante reunião entre o ministério e representantes de estados e municípios.

Também foi definido que, após a distribuição da primeira dose dos imunizantes para todo o país, o ministério deve decidir sobre a antecipação do intervalo entre as duas doses da Pfizer, que, atualmente, é de 90 dias. Na bula do fabricante, o intervalo é de 21 dias.

A redução é estudada para acelerar a imunização diante do crescimento dos casos de pessoas infectadas com a variante delta do vírus da covid-19.

“Nossa expectativa é atingir a população acima de 18 anos vacinada até o começo de setembro. A partir daí, vamos discutir a redução no intervalo da dose da Pfizer, assim a gente avançaria com a segunda dose em um número maior de pessoas e também os abaixo de 18 anos”, explicou o ministro.

Os estados e municípios ainda deverão seguir as orientações do Ministério da Saúde sobre os intervalos entre as doses de vacinas e outras recomendações do PNI. 

Fonte: Agência Brasil

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