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Internacional

EUA aprovam uso emergencial de vacina da Pfizer contra covid

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Decisão é um marco mundial no enfrentamento à pandemia, já que agência regulatória do país é uma das mais respeitadas e usada como referência

Um comitê de especialistas da FDA (Food and Drug Administration), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou nesta quinta-feira (10) o uso emergencial da vacina contra a covid-19 BNT162b2, desenvolvida pela empresa de biotecnologia alemã BioNTech e pela gigante farmacêutica norte-americana Pfizer.

A decisão, que abre caminho para que a agência autorize o uso do imunizante para todo o país, foi oficializada após uma reunião virtual que durou o dia inteiro, com diversas apresentações e com a presença de representantes das empresas desenvolvedoras, que responderam a dezenas de questionamentos dos especialistas da agência.

Dentre o grupo de especialistas, 17 votaram a favor de que os benefícios conhecidos da vacina são maiores que os potenciais riscos. Quatro integrantes votaram contra e um se absteve. Apesar de a FDA não ser obrigada a seguir a decisão do comitê, ela normalmente o faz. A autorização emergencial dos Estados Unidos para essa vacina é um marco mundial no enfrentamento à pandemia da covid-19.

A FDA é globalmente respeitada e serve como referência para outros países em decisões regulatórias de drogas e tratamentos.

Os Estados Unidos também se tornam o maior país até o momento a fazer uso de um profilático emergencial contra a covid-19.

Os planos do governo incluem a distribuição de 2,9 milhões de doses da vacina nas próximas 24 horas e a mesma quantidade em três semanas para garantir a segunda aplicação nos grupos vacinados.

A vacina da Pfizer/BioNtech já obteve autorização para uso de emergência no Reino Unido, Bahrein e Canadá.

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Internacional

Índia supera o Brasil como segundo país com mais casos de covid-19

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País teve um aumento de casos, registrando mais de 168 mil novas infecções nas últimas 24h, e chegou a 13,5 milhões de contágios

A Índia superou o Brasil nesta segunda-feira (12) como o segundo país com o maior número de infecções de coronavírus, ao notificar um novo recorde diário de mais de 168 mil casos.

O país de 1,3 bilhão de habitantes registrou um rápido aumento de novas infecções nas últimas semanas, o que eleva o total de casos a 13,5 milhões, acima dos 13,48 milhões do Brasil. 

Os especialistas advertiram que as multidões, em sua maioria sem máscaras e aglomeradas, nos comícios nos estados com eleições programadas, as festas religiosas e outros eventos públicos estão alimentados a nova onda de infecções.

“Todo o país foi complacente: permitimos concentrações sociais, religiosas e políticas”, declarou à AFP Rajib Dasgupta, professor de Saúde da Universidade Jawaharlal Nehru. “Ninguém faz fila para o distanciamento social”, afirmou.

A Índia registrou mais 873 mil casos nos últimos sete dias, um aumento de 70% na comparação com a semana anterior, segundo os dados compilados pela AFP. 

Em comparação, o Brasil registrou pouco mais de 497 mil casos, com uma tendência de alta de 10% na comparação com a semana anterior. 

Estados Unidos, país mais afetado, registrou pouco menos de 490 mil casos, com uma tendência de alta de 9%. 

A alta na Índia, depois que o número de casos diários ficou abaixo de 9 mil no início de fevereiro, levou os estados e territórios mais afetados a anunciara restrições de movimento e de atividades.

O estado mais rico do país, Maharashtra, o principal responsável pela aceleração de casos, adotou um confinamento de fim de semana e toque de recolher noturno. 

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Internacional

Família invade hospital e ‘rouba’ corpo de parente morto por covid-19

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Os familiares afirmam que o hospital teria deixado o paciente morrer e questionam o laudo médico

Uma família invadiu um hospital e retirou o corpo de um familiar que havia morrido na unidade. O caso aconteceu na última quinta-feira (08), na cidade de Fundación, na Colômbia. 

De acordo com informações do portal de notícias colombiano RCN, Ramón Eliecer Quintero, de 59 anos, morreu por complicações da covid-19. No entanto, os familiares não concordaram com o diagnóstico médico e com os protocolos que são aplicados às vítimas do novo coronavírus, como enterros rápidos, com poucos pessoas presentes e com caixão fechado. 

Segundo as informações do RCN, a família afirma que o hospital teria deixado o paciente morrer e questiona o laudo médico, já que a vítima sofria de problemas respiratórios há cerca de 14 anos. 

O hospital negou que tenha deixado o paciente morrer e afirmou que Ramón recebeu todos os cuidados necessários enquanto esteve internado na unidade.

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