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Internacional

EUA: congressistas vão retomar sessão interrompida após invasão à Casa Branca

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Líder da Câmara dos Representantes, a democrata Nancy Pelosi afirmou que votação será retomada após limpeza do plenário

A sessão conjunta do Congresso norte-americano desta quarta-feira (6), que serviria para confirmar os votos do Colégio Eleitoral que dão a vitória na eleição presidencial para o democrata Joe Biden, deverá ser retomada ainda esta noite, horas após uma invasão por centenas de manifestantes a favor do presidente Donald Trump.

A informação foi dada pela presidente da Câmara dos Representantes, a deputada Nancy Pelosi. Ela afirmou que conversou com Biden e outras autoridades, além de colegas do Congresso, antes de tomar a decisão.

“Após consultar as lideranças dos dois partidos e conversar por telefone com o Pentágono, o Departamento de Justiça e o vice-presidente (Mike Pence), nós decidimos prosseguir esta noite no Capitólio, assim que ele for liberado para uso. Vamos divulgar mais informações mais tarde”, afirmou Pelosi.

As câmaras do Congresso estão sendo limpas para que a sessão seja retomada.

Mudança de ideia

Pelo menos uma congressista republicana que se opunha à certificação dos votos e apoiava a objeção do partido afirmou que irá mudar sua posição. Em um post no Twitter, Cathy McMorris Rogers justificou sua mudança de opinião.

“Precisamos de uma transição de poder pacífica. Acredito que os americanos deveriam usar as ferramentas constitucionais e processos legais disponíveis para encontrar respostas para suas dúvidas sobre a eleição de 2020. Mas o que vimos hoje foi ilegal e inaceitável”, escreveu a congressista.

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Internacional

Índia supera o Brasil como segundo país com mais casos de covid-19

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País teve um aumento de casos, registrando mais de 168 mil novas infecções nas últimas 24h, e chegou a 13,5 milhões de contágios

A Índia superou o Brasil nesta segunda-feira (12) como o segundo país com o maior número de infecções de coronavírus, ao notificar um novo recorde diário de mais de 168 mil casos.

O país de 1,3 bilhão de habitantes registrou um rápido aumento de novas infecções nas últimas semanas, o que eleva o total de casos a 13,5 milhões, acima dos 13,48 milhões do Brasil. 

Os especialistas advertiram que as multidões, em sua maioria sem máscaras e aglomeradas, nos comícios nos estados com eleições programadas, as festas religiosas e outros eventos públicos estão alimentados a nova onda de infecções.

“Todo o país foi complacente: permitimos concentrações sociais, religiosas e políticas”, declarou à AFP Rajib Dasgupta, professor de Saúde da Universidade Jawaharlal Nehru. “Ninguém faz fila para o distanciamento social”, afirmou.

A Índia registrou mais 873 mil casos nos últimos sete dias, um aumento de 70% na comparação com a semana anterior, segundo os dados compilados pela AFP. 

Em comparação, o Brasil registrou pouco mais de 497 mil casos, com uma tendência de alta de 10% na comparação com a semana anterior. 

Estados Unidos, país mais afetado, registrou pouco menos de 490 mil casos, com uma tendência de alta de 9%. 

A alta na Índia, depois que o número de casos diários ficou abaixo de 9 mil no início de fevereiro, levou os estados e territórios mais afetados a anunciara restrições de movimento e de atividades.

O estado mais rico do país, Maharashtra, o principal responsável pela aceleração de casos, adotou um confinamento de fim de semana e toque de recolher noturno. 

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Internacional

Família invade hospital e ‘rouba’ corpo de parente morto por covid-19

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Os familiares afirmam que o hospital teria deixado o paciente morrer e questionam o laudo médico

Uma família invadiu um hospital e retirou o corpo de um familiar que havia morrido na unidade. O caso aconteceu na última quinta-feira (08), na cidade de Fundación, na Colômbia. 

De acordo com informações do portal de notícias colombiano RCN, Ramón Eliecer Quintero, de 59 anos, morreu por complicações da covid-19. No entanto, os familiares não concordaram com o diagnóstico médico e com os protocolos que são aplicados às vítimas do novo coronavírus, como enterros rápidos, com poucos pessoas presentes e com caixão fechado. 

Segundo as informações do RCN, a família afirma que o hospital teria deixado o paciente morrer e questiona o laudo médico, já que a vítima sofria de problemas respiratórios há cerca de 14 anos. 

O hospital negou que tenha deixado o paciente morrer e afirmou que Ramón recebeu todos os cuidados necessários enquanto esteve internado na unidade.

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