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Internacional

EUA: congressistas vão retomar sessão interrompida após invasão à Casa Branca

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Líder da Câmara dos Representantes, a democrata Nancy Pelosi afirmou que votação será retomada após limpeza do plenário

A sessão conjunta do Congresso norte-americano desta quarta-feira (6), que serviria para confirmar os votos do Colégio Eleitoral que dão a vitória na eleição presidencial para o democrata Joe Biden, deverá ser retomada ainda esta noite, horas após uma invasão por centenas de manifestantes a favor do presidente Donald Trump.

A informação foi dada pela presidente da Câmara dos Representantes, a deputada Nancy Pelosi. Ela afirmou que conversou com Biden e outras autoridades, além de colegas do Congresso, antes de tomar a decisão.

“Após consultar as lideranças dos dois partidos e conversar por telefone com o Pentágono, o Departamento de Justiça e o vice-presidente (Mike Pence), nós decidimos prosseguir esta noite no Capitólio, assim que ele for liberado para uso. Vamos divulgar mais informações mais tarde”, afirmou Pelosi.

As câmaras do Congresso estão sendo limpas para que a sessão seja retomada.

Mudança de ideia

Pelo menos uma congressista republicana que se opunha à certificação dos votos e apoiava a objeção do partido afirmou que irá mudar sua posição. Em um post no Twitter, Cathy McMorris Rogers justificou sua mudança de opinião.

“Precisamos de uma transição de poder pacífica. Acredito que os americanos deveriam usar as ferramentas constitucionais e processos legais disponíveis para encontrar respostas para suas dúvidas sobre a eleição de 2020. Mas o que vimos hoje foi ilegal e inaceitável”, escreveu a congressista.

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Internacional

Justiça da Tailândia condena mulher a 43 anos de prisão por insulto ao rei

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Ex-funcionária pública foi sentenciada por publicar comentários considerados críticos à monarquia no Facebook e no YouTube. Pena era de 87 anos e foi reduzida pela metade.

Um tribunal da Tailândia condenou nesta terça-feira (19) uma ex-funcionária pública a uma pena recorde de 43 anos e 6 meses de prisão por violar a lei do país que proíbe insultar ou difamar a monarquia.

O Tribunal Criminal de Bangcoc considerou a mulher culpada por lesa-majestade, por publicar no Facebook e no YouTube com comentários considerados críticos à monarquia.

A sentença original era de 87 anos de prisão, mas o tribunal reduziu a pena pela metade após a ré assumir a culpa pelos crimes.

A ONG Advogados Tailandeses pelos Direitos Humanos identificou a mulher apenas pelo seu primeiro nome, Anchan, e disse que ela tem cerca de 60 anos.

O veredicto do tribunal de hoje é chocante e envia um sinal de arrepiar, de que não só as críticas à monarquia não serão toleradas, mas também serão severamente punidas”, afirmou Sunai Phasuk, pesquisador sênior da ONG Human Rights Watch.

A lei de lesa-majeste da Tailândia, conhecida como Artigo 112, prevê pena de prisão de três a 15 anos por acusação. Qualquer cidadão pode denunciar alguém pelo crime, e a lei tem sido usada para punir coisas simples como curtir uma postagem no Facebook.

A punição por críticas públicas à monarquia era extremamente rara, mas isso mudou em 2020, quando jovens manifestantes passaram a protestar e pedir por reformas democráticas no país.

Manifestantes carregam patos de borracha, símbolo dos protestos na Tailândia, em ato contra o regime tailandês em Bangcoc — Foto: Sakchai Lalit/AP

Autoridades prenderam e acusaram de lesa-majestade cerca de 50 pessoas desde novembro, e o movimento perdeu força com as detenções e novas restrições a reuniões públicas devido ao aumento de casos de coronavírus.

“As autoridades tailandesas estão usando as acusações lesa-majestade como último recurso em resposta ao levante democrático liderado por jovens que querem restringir os poderes do rei e mantê-lo dentro dos limites do regime constitucional”, diz Sunai Phasuk.

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Internacional

China fecha 2020 com crescimento de 2,3% do PIB, mas desempenho é o mais fraco em 44 anos

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Economia da China ganhou velocidade no quarto trimestre e país foi a única grande economia do mundo a evitar contração no ano passado.

Com um crescimento superando as expectativas no quarto trimestre, a economia da China encerrou 2020 com alta de 2,3% no seu produto interno bruto (PIB). Os chineses foram os únicos entre as maiores economias do mundo que conseguiram evitar uma retração em ano de pandemia global.

A segunda maior economia do mundo surpreendeu muitos especialistas com a velocidade de sua recuperação do choque da pandemia, especialmente com as tensas relações entre EUA e China no comércio e em outras frentes.

O crescimento, entretanto, ficou bem abaixo do avanço de 6,1% registrado em 2019 e foi o mais fraco desde 1976, último ano da Revolução Cultural que durou uma década e afetou a economia.

No 4º trimestre, o PIB chinês cresceu a uma taxa de 6,5%, na comparação com o mesmo período do ano passado, mostrando uma ganho de ritmo frente ao avanço de 4,9% no 3º trimestre.

As fortes medidas de contenção do governo chinês permitiram ao país conter o surto de Covid-19 muito mais rápido do que a maioria dos países, enquanto os estímulos do governo e a aceleração da produção nas fábricas para fornecer produtos a muitos países ajudaram a aumentar a força.

Diante das rigorosas medidas de contenção do vírus e de estímulo do governo, a economia se recuperou continuamente da queda de 6,8% nos três primeiros meses de 2020, quando o surto de Covid-19 na cidade de Wuhan se tornou uma epidemia.

Ainda assim, destacando o forte impacto da Covid-19 em todo o mundo, o crescimento do PIB da China em 2020 foi o mais fraco desde 1976, último ano da Revolução Cultural que durou uma década e afetou a economia.

Na comparação trimestral, o PIB aumentou 2,6% entre outubro e dezembro, contra expectativa de alta de 3,2% e ganho revisado para cima de 3,0% no trimestre anterior.

Comparativo e perspectivas

A China deve ser a única grande economia a registrar crescimento neste ano. O Banco Mundial estima uma tombo da 4,3% na economia global em 2020. Para 2021, a projeção é de uma alta de 7,9% do PIB da China e de 4% na economia global.

Enquanto muitas nações lutam para conter o avanço do coronavírus, espera-se que a China continue à frente de seus pares em 2021, com o PIB crescendo no ritmo mais rápido em 10 anos. Pesquisa da Reuters prevê um aumento de 8,4% neste ano.

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