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Política Nacional

Evair de Melo e o ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas farão uma live para debater a concessão da BR-262

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A conversa ao vivo, acontecerá na manhã desta quarta-feira (12), às 10 horas. A modelagem prevê investimentos na ordem de R$ 7,7 bilhões

O Ministério da Infraestrutura enviou para o Tribunal de Contas da União (TCU), o projeto de concessão da BR-262 (ES) e BR-381 (MG). Para debater sobre o assunto, o deputado federal Evair de Melo realizará uma live com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, na manhã desta quarta-feira (12), às 10 horas, por meio das redes do deputado, nos links bit.ly/youtubeEvairdeMelo e fb.com/evair.vieirademelo. Interessados podem fazer perguntas, até as 09 horas da manhã de quarta-feira (12), por meio do e-mail institucional: [email protected].  

A modelagem prevê investimentos da ordem de R$7,7 bilhões e custos de operação de cerca de R$ 6,9 bilhões para os serviços de infraestrutura e recuperação, conservação, manutenção, operação, implantação de melhorias e ampliação de capacidade do sistema rodoviário. Entre as principais obras estão 590 km de duplicação, 138 km de faixas adicionais, 131 km de vias marginais, 50 passarelas e 108 paradas de ônibus, por exemplo. O leilão deve ocorrer no primeiro trimestre de 2021.

“Atualmente, as rodovias possuem elevado volume de tráfego e índice de acidentes. Por isso, é extremamente necessária a duplicação total do trecho. A concessão da rodovia vai ampliar a capacidade da via, reduzindo o custo do transporte e o tempo de viagem, desde o oeste do estado de Minas Gerais até os portos do estado do Espírito Santo”, explica o ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. O sistema tem importante papel dentro do complexo viário brasileiro por permitir a interligação entre os dois estados e o escoamento de produtos agrícolas, pecuários, de mineração e industriais de matrizes econômicas diversificadas.

Atuante na região atendida pela BR 262, o Deputado Federal Evair de Melo, comemora esse importante passo e ressalta a importância da obra para a infraestrutura logística estadual.

Deputado defende reformas para superar pandemia - Revista Oeste

O parlamentar capixaba, Evair de Melo, estará ao vivo com o ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas nesta quarta-feira, às 10:00.

“Ligando Vitória à Ibatiba, a BR-262 é a vitrine do Agroturismo nas montanhas capixabas. Desde 2006, a BR-262 necessita de uma obra que transforme a rodovia em uma estrada segura para a nossa gente, para o escoamento da produção rural e para os turistas. Temos que resolver imediatamente gargalos como a ponte sobre o Rio Jucu e o trevo de Viana, vitais para segurança dos usuários e para a economia da região das montanhas e do Caparaó”, declarou o parlamentar Evair.

Essa duplicação tem sido tratada como prioridade no mandato de Evair. Desde 2015 tem realizado diversas ações para vê-la em pelo vapor. Articulou junto à Bancada Federal à inclusão de investimentos no Orçamento Geral da União para viabilizar o prosseguimento da obra de duplicação. Promoveu audiências públicas para discutir os entraves da paralisação da obra, reivindicou ao governo federal que o Exército Brasileiro concluísse a obra nas prioridades das Forças Armadas, constantemente, registrando e denunciando aos órgãos competentes as problemáticas que os usuários da BR enfrentam diariamente.

Em dezembro de 2019, a Bancada Capixaba na Câmara Federal se reuniu com o ministro da Infraestrutura e ajustou a retomada do projeto de duplicação da BR 262. Durante a reunião o ministro destacou que o projeto seria ajustado com as observações do Tribunal de Contas da União (TCU) e relicitado para que as obras pudessem fluir.

Para assistir a transmissão acompanhe as redes do deputado, por meio dos links bit.ly/youtubeEvairdeMelo e fb.com/evair.vieirademelo. Interessados em enviar pergunta tem até às 09 horas da manhã de quarta-feira (12), por meio do e-mail: [email protected]

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Política Nacional

Vamos tentar isentar IR de quem recebe até R$ 3.000, diz Bolsonaro

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Presidente disse que gostaria de elevar a isenção a R$ 5.000, mas lamenta que a pandemia impediu a possibilidade

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (14), durante sua live semanal, que vai tentar elevar a isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 3.000 em 2022. “Nós gostaríamos de passar para R$ 5 [mil]. Não ia ser de uma vez, mas daria para fazer isso até o final do mandato”, disse ele.

De acordo com Bolsonaro a intenção foi interrompida pela chegada da pandemia do novo coronavírus, que o governo se endividou em mais de R$ 700 bilhões com medida para conter o impacto econômico da doença.

“Todo mundo que ganha R$ 3.000 por mês e desconta um pouquinho no Imposto de Renda dá em torno de R$ 28 bilhões por ano. Mas, no ano seguinte, quase tudo é ressarcido. Então, é um jogo contado de um ano para o outro”, disse.

Novamente ao lado do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, Bolsonaro lembrou que elevar a isenção do Imposto de Renda é uma promessa de campanha. “Era compromisso, ia ser cumprido e aconteceu algo anormal”, disse.

Atualmente, estão isentos de acertar as contas com o Fisco todos aqueles trabalhadores que recebem até R$ 1.903,98 todos os meses. Questionado por um apoiador na semana passada sobre as mudanças na tabela do IR, Bolsonaro afirmou que Brasil está “quebrado” e que ele não consegue implementar mudanças que gostaria.

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Política Nacional

Bolsonaro quer demitir presidente do Banco do Brasil após anúncio do fechamento de agências

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Com os rumores sobre a possível demissão de Brandão, as ações do Banco do Brasil na Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, fecharam na quarta-feira com queda de 4,71%

A proposta do Banco do Brasil (BB) de fechar 112 agências e desligar 5 mil funcionários abriu uma crise no governo e deve levar à demissão do presidente do banco, André Brandão, menos de quatro meses após sua posse. O jornal O Estado de S. Paulo apurou que o presidente Jair Bolsonaro decidiu demiti-lo pelo desgaste provocado com o anúncio, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, ainda tenta demovê-lo da ideia.

Embora a reestruturação do banco tenha agradado investidores e tenha sido considerada positiva pela equipe econômica para um reposicionamento do banco com enfoque no digital, o anúncio foi considerado inoportuno neste momento em que o Palácio do Planalto negocia apoio para os comandos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. A eleição está marcada para o início de fevereiro.

Em campanha pelo deputado Arthur Lira (PP-AL), Bolsonaro recebeu em um só dia oito deputados e ouviu reclamações sobre o fechamento de agências do BB em cidades menores. O presidente argumentou que não foi avisado antes do plano de reestruturação, embora Brandão tenha sido contratado exatamente com a missão de enxugar o banco.

No ano passado, em um evento, o presidente já tinha sido cobrado por um manifestante para reabrir uma agência. Em 2019, Bolsonaro chegou a admitir que pediu ao Banco do Brasil que abrisse uma agência num município do Maranhão que o elegeu. Agora, o anúncio do fechamento de mais de uma centena delas, em meio à pandemia do novo coronavírus, foi considerado um desgaste político inoportuno.

Com os rumores sobre a possível demissão de Brandão, as ações do Banco do Brasil na Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, fecharam na quarta-feira com queda de 4,71%.

Desgaste

A saída de Brandão seria mais um desgaste para Guedes, já que o enxugamento do banco é uma orientação da equipe econômica. Próximo do presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, o presidente Bolsonaro sempre tem feito comparações na atuação entre os dois bancos.

Guedes já perdeu vários integrantes da sua equipe em choque com as determinações do presidente. Foi assim com os secretários Salim Mattar, por causa do fracasso da agenda de privatizações; Paulo Uebel, pelo atraso no envio da reforma administrativa; e Marcos Cintra, pela resistência à recriação da CPMF.

Antes do BB, Brandão atuava como chefe global da instituição para as Américas do HSBC. Foi escolhido por Guedes para fazer a transformação no banco e não estaria disposto também a retroceder nesses planos.

Desde o início do governo, Bolsonaro tem se mostrado sensível às críticas de parlamentares e prefeitos sobre fechamento de agências do BB e da Caixa.

A pressão aumentou com o anúncio do BB, que foi visto também pelos políticos como a abertura de caminho para privatização do banco. A Frente Parlamentar em Defesa dos Bancos Públicos está programando convocar o presidente do BB para ir ao Congresso explicar o plano de reestruturação.

Brandão entrou no lugar de Rubem Novaes, que pediu demissão em meio a um processo de desgaste que incluía insatisfação da equipe econômica com a velocidade das vendas de ativos do BB e com o desempenho da instituição no crédito, segundo fontes.

Além disso, à época causou mal-estar a reação de Novaes ao questionar decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que impedia o banco de fazer propaganda em sites acusados de espalhar fake news, prática associada à ala ideológica do governo.

Depois de pedir demissão, o executivo também causou polêmica ao declarar que não se adaptou à cultura de “compadrio” e “corrupção” de Brasília. Disse também que o BB precisava de sangue novo para fazer frente a desafios tecnológicos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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