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Ex-Ponte Preta, Índio cita ‘ameaças’ após acerto com o rival Guarani

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Ainda assim, o jogador de 28 anos se mostrou feliz pela escolha e fez questão de valorizar a conquista que todo torcedor bugrino

O volante Bruno Rodrigues, conhecido como Índio, tomou uma decisão polêmica no futebol. Ele deixou a Ponte Preta após o término da Série B do Campeonato Brasileiro e acertou com o rival Guarani. A medida não foi muito bem aceita por alguns em Campinas (SP) e ele viu as consequências nas redes sociais.

“Sou adepto às redes sociais, mas em virtude da rivalidade eu desativei os comentários. Claro que eu queria receber o carinho da torcida do Guarani e já vi que muitas pessoas começaram a me seguir, a me acompanhar. Mas tem o lado ruim também. O pessoal da Ponte Preta ficou um pouco chateado e tem algumas pessoas que são mais maldosas e ameaçam, falam palavras que não são legais. Então eu preferi bloquear as redes sociais para não ver coisas desnecessárias”, revelou.

Ainda assim, o jogador de 28 anos se mostrou feliz pela escolha e fez questão de valorizar a conquista que todo torcedor do Guarani se orgulha de ter o título do Brasileirão de 1978.

“Escolhi o Guarani pelo peso da camisa. É o único campeão brasileiro do interior, então a tradição, o peso que tem fazer um bom campeonato aqui, isso com certeza fez a diferença na hora da escolha. E o desafio também, acredito ser o momento de encarar um desafio desse tamanho, isso me motivou”, disse Índio.

O Guarani, até aqui, fechou com oito reforços: o goleiro Rafael Martins, o lateral-direito Éder Sciola, os zagueiros Airton e Thalles, os volantes Índio e Rodrigo Andrade, o meia Tony e o atacante Júlio César.

“No meu último clube joguei de primeiro e segundo volante. Minha preferência é jogar como segundo volante, chegando no ataque. Gosto de ter a bola e fazer o time jogar, mas hoje o jogador precisa se adaptar o mais rápido possível ao esquema do treinador”, finalizou.

O Guarani está no Grupo D do Campeonato Paulista ao lado de Mirassol, Santos e São Caetano. A estreia será em 1.º de março contra o Ituano, em Campinas.

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Ex-BBB Arthur Picoli é apresentado oficialmente como jogador de futebol 7 do Flamengo

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Anúncio do capixaba foi feito por meio das redes sociais. Ele estava como apresentador da FlaTV e foi convidado para integrar o time nesta quarta-feira

Após aceitar o convite para integrar o time de Futebol 7 do Flamengo, o ex-BBB Arthur Picoli foi apresentado oficialmente como novo reforço do Rubro-Negro na grama sintética.

Por meio das redes sociais, o capixaba de Conduru, distrito de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do estado, posou para as fotos com a camisa do clube. Na postagem ele novamente agradeceu a oportunidade, declarou ser um dia especial e estar realizando um sonho. Confira na íntegra.

O perfil oficial do Flamengo Fut7 também fez o anuncio da contratação do capixaba para a temporada. O time é o atual campeão da Liga Fut7 Nacional e defende uma invencibilidade de um ano no esporte mais praticado no país. 

Além disso, a equipe estreia este final de semana na Copa do Brasil e terá pela frente ainda o Campeonato Carioca, Liga Fut7 Nacional e a Liga das Américas, que equivale a Libertadores da modalidade e será disputada no Chile.

O gestor do futebol 7 rubro-negro, Christhian Rojas, afirmou que a ideia veio do diretor da modalidade, Bruno Almeida, e foram apresentados vários fatores positivos que contribuíram para a decisão.

“Quando nosso diretor trouxe a ideia vimos que era boa. O Arthur é bom jogador e chega, já sabendo da grandeza do projeto e, certamente, nos ajudará nas competições”, disse Rojas.

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Medalha de ouro é acusado de fazer parte de grupo terrorista

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Javad Foroughi, campeão no Tiro Esportivo, foi apontado como membro de uma das forças do Estado Islâmico pelo grupo United for Navid, atuante em prol dos direitos humanos no Irã

Uma grande polêmica foi levantada após Javad Foroughi conquistar a medalha de ouro no Tiro Esportivo, na pistola de ar de 10m. De acordo com o grupo United for Navid, que cobra ações imediatas do Comitê Olímpico Internacional (COI), o iraniano é “membro atual e antigo” da Força Quds do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica, designado como organização terrorista.

Javad Foroughi, medalha de ouro no Tiro Esportivo em Tóquio — Foto: Ann Wang / REUTERS

O United for Navid foi criado após a execução do lutador iraniano Navid Afkari, e vem pedindo frequentemente punições ao Irã por conta de violações aos direitos humanos e à Carta Olímpica. Em sua acusação, o grupo pede à Comissão de Ética do COI que inicie uma investigação imediata, ou então será “cúmplice na promoção do terrorismo e de crimes contra a humanidade”.

No comunicado divulgado, o United for Navid ainda exige que, enquanto a investigação esteja em curso, todos os prêmios e medalhas conquistados por Javad Foroughi sejam suspensos. O Irã vem enfrentando pressão diante do COI por continuar se recusando a permitir que seus atletas enfrentem israelenses em competições.

– Conceder uma medalha de ouro olímpica a um membro de uma organização terrorista é uma afronta terrível aos atletas e aos ideais olímpicos e deixa uma marca negra no COI – disse o grupo.

Vale lembrar que, em abril, a Federação Internacional de Judô baniu o Irã por um período de quatro anos depois que o país instruiu Saeid Mollaei a evitar enfrentar um adversário de Israel no Campeonato Mundial de 2019. Até aqui, foi a única entidade a punir o Irã diante da postura polêmica adotada há um bom tempo. O COi ainda não se manifestou sobre o caso.

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