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Mundo Cristão

Ex-traficante declarado morto volta à vida: ‘Invoquei o único nome que sabia, Jesus’

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Médicos tinham declarado Cesar Carballo morto, mas ele acordou para a vida depois de encontrar Jesus.

Cesar Carballo começou a traficar drogas com os cartéis no Méxicoquando ainda tinha 15 anos. Aos 17, ele foi preso e cumpriu pena durante dois anos.

Durante a visita de sua família, Cesar soube que sua mãe estava com câncer em estado terminal. Isso deixou Cesar profundamente entristecido.

“Minha mãe era tudo para mim. Ela era a heroína da minha vida. Na hora que ela mais precisava de um abraço, eu não consegui abraçá-la e isso me devastou”, lembra Cesar.

Ele descreveu os momentos seguintes como seu fundo de poço. Ao voltar para a cela, Cesar estava tão furioso que começou uma briga com outro presidiário.

Como resultado, os policiais tiveram que isolar Cesar dos demais. Tudo foi tirado dele, exceto a Bíblia. A partir daí, Cesar conta que começou a ler a Palavra de Deus.

“Essa foi a hora do Senhor começar a trabalhar comigo, ministrando meu espírito. Me ajudando a encontrar um pouco de paz”, conta.

Aquela vida mais calma foi perdida quando Cesar foi solto. Ele voltou aos velhos hábitos e continuou fazendo coisas ilegais.

“Enquanto eu fazia isso, levei dois tiros em um negócio de drogas que deu errado”, lembra o homem, que ficou em estado grave.

Cesar foi levado às pressas para o hospital, mas não demorou muito para que os médicos o declarassem morto.

Ressuscitado para a Vida

“Eu vi tudo escuro e não havia nada. Então invoquei a única coisa que sabia invocar, que era o nome de Jesus”, conta.

“Eu senti como se estivesse dormindo e alguém me agarrasse durante o sono. Então acordei meio abalado. Eu senti isso … quando aquela mão me agarrou, eu senti a Presença – a majestade, o fogo, a vida, a glória, o poder do próprio Jesus Cristo”, testemunha

Quando César acordou, encontrou o médico escrevendo sobre a hora de sua morte, pois já estava morto a 2 minutos e 17 segundos. A enfermeira que estava prestes a cobrir seu corpo gritou quando ele deu um pulo.

Cesar imediatamente procurou pelas mãos que o agarraram, mas não havia nada lá. O médico responsável por Cesar confessou que nunca tinha visto nada parecido em seus 30 anos de prática.

Ele disse que não havia explicação médica para o que aconteceu com Cesar. Sabendo quem estava por trás disso, o médico se inclinou para Cesar e sussurrou: “Foi Deus.”

“Não há palavras para explicar o que sinto em meu coração por Jesus”, diz o ex-traficante.

Hoje, Cesar participa ativamente de 4 dos ministérios de sua igreja local. Ele diz que acorda todos os dias, animado para encorajar e contar a alguém sobre a esperança que ele experimentou.

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Igreja Deus é Amor sofre tentativa de golpe de R$ 194 milhões

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A Igreja Deus é Amor procurou a polícia e o Judiciário relatando ter sido alvo de uma tentativa de um golpe milionário em Gilbués, cidade de cerca de 10 mil habitantes no interior do Piauí.

De acordo com o relato feito pela Igreja, com base em documentos falsos, golpistas entraram com um processo na Justiça do município, localizado a cerca de 770 km de Teresina, cobrando uma suposta dívida de R$ 194 milhões.

A dívida, segundo o processo, seria referente à compra de duas fazendas no interior do Estado, em 2014, uma de 12 mil hectares e outra de 9.800.

Antes que a Deus é Amor pudesse se manifestar na ação, a Justiça de Gilbués determinou o bloqueio de R$ 194 milhões das contas bancárias da igreja. Na sequência, ordenou a penhora de 10% dos valores bloqueados. Cerca de R$ 5 milhões chegaram a ser transferidos para outra agência bancária.

A Igreja, fundada em 1962 pelo missionário David Miranda (que morreu em 2015 aos 79 anos), soube da ordem de bloqueio pelo Banco do Brasil e, assustada com os valores envolvidos, procurou a polícia relatando a tentativa de fraude.

“O contrato é falso”, afirmou à polícia e à Justiça. “A Igreja Pentecostal Deus é Amor nunca, jamais, em tempo algum, firmou o instrumento contratual executado, tampouco recebeu a posse de qualquer fazenda.”

Misteriosamente, depois que a polícia e a Justiça foram acionadas pelos advogados da igreja, o autor do processo solicitou a extinção da cobrança alegando “questões de foro íntimo”.

A ordem de bloqueio foi revogada. Nenhum valor chegou a ser sacado.

Não se sabe ainda se a pessoa que assina o processo tem, de fato, envolvimento no caso. É possível que os golpistas tenham usado indevidamente seu nome, por meio de documentos pessoais falsificados, para tentar viabilizar a fraude.

Não se sabe sequer ainda se as fazendas existem realmente.

A Justiça de Gilbués solicitou ao Ministério Público que também investigue o caso.

A coluna não conseguiu localizar a pessoa citada como autora do processo.

A igreja não concedeu entrevista.

Com aproximadamente 1,1 milhão de fiéis, a Deus é Amor possui mais de 22 mil igrejas no Brasil e tem filiais em 136 países.

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Gilmar Mendes mantém voto contra liberação de cerimônias religiosas; votação segue hoje

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Julgamento acontece após decisão conflitante que vinha permitindo, nos últimos dias, a realização de cerimônias com público pelo país

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve, nesta quarta-feira (7), sua decisão contra a realização de cerimônias religiosas com público presente no estado de São Paulo, na fase emergencial de combate à pandemia do novo coronavírus. Apesar de ser um processo referente ao estado de São Paulo, o entendimento, na prática, segue a linha de que estados e municípios têm a prerrogativa de determinar um possível fechamento desses espaços.

Isso porque o julgamento acontece após decisão conflitante que vinha permitindo, nos últimos dias, a realização de cerimônias com público pelo país. No sábado (3), o ministro Nunes Marques liberou a presença de público em cerimônias religiosas, respeitando o limite de 25% da lotação. A decisão contrariou decisões locais, como a da Prefeitura de Belo Horizonte, que havia vetado público em igrejas. O Supremo já tinha determinado, no ano passado, que estados e municípios têm prerrogativas para também criar regras de isolamento.

Na segunda-feira (5), Gilmar Mendes concedeu decisão contrária à de Nunes Marques e julgou improcedente o pedido do partido PSD contra decreto do governo de São Paulo que veta público nesse tipo de cerimônia na fase emergencial, iniciada no dia 15 de março. Após as decisões conflitantes, o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, decidiu submeter a decisão de Gilmar Mendes ao plenário, para que os 11 ministros deliberem sobre o tema.

Nesta quarta, Gilmar Mendes citou decisão do ano passado que já garantiu aos estados a prerrogativa de criar regras de quarentena sem que elas possam ser revogadas por outros entes, como o governo federal. “Não fora essa decisão, o nosso quadro sanitário estaria ainda pior do que se encontra”, afirmou.

Ele citou que a decisão do governo paulista sobre fechamentos na fase emergencial vedou não só as atividades religiosas, mas também o atendimento presencial ao público em bares, restaurantes, shoppings, praias e parques, entrou outros.

Após seu voto, o julgamento foi suspenso e deverá ser retomado na quinta-feira (8).

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