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Mundo Cristão

Ex-viciada em drogas compartilha a chave para superar o vício: ‘A cura se chama oração’

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Aos 12 anos de idade, Lisa já estava viciada em heroína, mas se sentiu liberta assim que buscou ajuda em Deus

Quando Lisa Bickle Stribling estava à beira do desespero, já sem esperança alguma, Deus a tirou da escuridão. Agora ela quer compartilhar seu testemunho que ela considera “poderoso” para que outras pessoas encontrem o caminho da luz.

Atualmente, ela é pastora e durante uma entrevista ao programa Supernatural Life,  com a apresentadora Patricia King, ela revelou detalhes de sua jornada para a salvação. Com suas palavras, ela espera incentivar aqueles que buscam uma saída do mundo das drogas. Lisa tornou-se viciada em drogas quando ainda era muito nova, tendo sua primeira experiência aos 12 anos. Ela conta que, quase que instantaneamente, se tornou viciada em heroína.

Aos 17 anos, ela já era uma jovem sem-teto com um bebê de 1 ano para criar. Lisa teve uma passagem pela prisão, e foi exatamente atrás de uma cela que se sentiu necessitada da presença de Deus. E Ele a tirou da escuridão.

Uma luz no fim do túnel

Quando Lisa teve um encontro com Cristo, sua vida mudou drasticamente. Hoje em dia, ela lidera um ministério no Kansas, EUA, perto da segunda área mais violenta do país. Seu ministério ajuda viciados em drogas a se libertar da escravidão. 

A autora do livro “Next To The Last Pain” [Próximo à última dor], compartilha com todos uma chave poderosa para a libertação. “Seja álcool, vício em drogas ou metanfetamina; seja depressão ou desesperança, a chave para a cura se chama oração”, ela compartilhou.

“A oração deve estar presente em cada uma de nossas histórias. Temos que orar. Você não pode desistir de orar”, encorajou.

Lisa disse que se alguém está orando por seu ente querido que é viciado, nunca deve desistir. “Continue a orar. Apenas permaneça na Palavra de Deus e saiba que Ele nunca o deixará, nem o desamparará. A cura está a caminho”, continuou.

“Se você se firma na Palavra, ela tem que ser cumprida, pois Deus não é mentiroso. Ele disse que nunca nos abandonará e que não nos esquecerá. Então, continue firme. Aproxime-se de Deus, diariamente, e tenha experiências incríveis com Ele, hoje mesmo”, concluiu.

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Mundo Cristão

Cultura do cancelamento foi profetizada por Jesus no Sermão da Montanha, diz pastor

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Crenças antibíblicas são a base da cultura do cancelamento, uma prática que se encaixa no que Jesus prenunciou sobre o fim dos tempos no Sermão da Montanha, afirmou o pastor e escritor David Jeremiah.

O pastor abordou a cultura do cancelamento em um sermão, afirmando que o objetivo de punir e condenar ao ostracismo as pessoas que não se encaixam no politicamente correto se opõe à mensagem de Jesus.

Jeremiah é pastor da igreja Shadow Mountain Community, na cidade de El Cajon, Califórnia (EUA). No sermão, ele recapitulou que os mandamentos de Jesus sobre amar a Deus e ao próximo é o principal valor bíblico transgredido pela impiedosa prática secular.

“A cultura do cancelamento tem como foco o julgamento, a acusação e a punição. E o objetivo daqueles que cancelam os outros é transmitir seus pecados de coluna em coluna, e nunca permitir que sejam removidos ou esquecidos. O objetivo de Cristo, por outro lado, é o amor, a misericórdia e a graça”, pregou o pastor.

Jesus “passou muito tempo em Seus dias com pessoas que haviam sido canceladas, por assim dizer”, disse Jeremiah, mencionando a mulher samaritana e os leprosos.

“Seria bom pensar que a cultura do cancelamento é uma fase temporária pela qual nosso mundo está passando. Mas a sociedade está se tornando mais intolerante e polarizada a cada dia. E não tenho certeza se veremos uma reversão de todas essas tendências. Os elementos mais insidiosos da cultura do cancelamento são uma forma maligna de maldade e autoimportância comuns à natureza humana”, conceituou o pastor.

Sermão da Montanha

“O que estamos vendo hoje me lembra o que Jesus descreveu em Mateus 24. Antecipando esta grande tribulação, Jesus predisse uma série de sinais que indicarão o fim da história. […] Existem vários termos nesses versos que representam o ethos da cultura do cancelamento”, disse ele, definindo essa prática como uma “cultura de desdém”.

Aprofundando a reflexão sobre o tema, o pastor acrescentou que “Jesus falou sobre a facilidade com que as pessoas se ofenderiam nos dias que antecederam a tribulação”.

Em seguida, constatou: “Você já percebeu como é fácil as pessoas se ofenderem hoje em dia? Nenhum de nós quer ser ofensivo. Mas não parece que as pessoas em todos os lugares se ofendem facilmente? Quanto tempo até que alguém nos veja lendo um Bíblia no avião e se sinta desconfortável? Quando alguém vai se ofender quando usarmos uma camiseta com o versículo João 3:16? E a cruz em seu pescoço que pode te colocar em apuros?”.

O pastor reiterou as palavras de Jesus sobre a sociedade no período em que o fim dos tempos estivessem em marcha, dizendo que ela será formada por “pessoas que ativamente arrancam pela raiz, expõem e traem todos ao seu redor”.

“Você não diria que esse tipo de traição é comum em nosso mundo hoje? […] Todos nós temos erros de nosso passado que gostaríamos de esquecer. Todos nós fizemos escolhas que lamentamos e decisões que corrigiríamos ou refaríamos se tivéssemos a chance. Mas em um mundo alimentado pela cultura do cancelamento, esses erros não podem permanecer no passado”, argumentou.

A maligna cultura do cancelamento se resume a engano e desconexão, avaliou Jeremiah: “Surpreendentemente, um estudo recente revelou que quase metade dos americanos não fez um novo amigo nos últimos cinco anos […] A cultura que conduz à tribulação e ao fim da história será caracterizada por frieza em nossos sentimentos uns pelos outros”.

Ao final, o pastor exortou os cristãos a abraçarem quatro “conceitos não canceláveis” em um mundo marcado pela cultura do cancelamento: sabedoria, coragem, perdão e amor: “Não é fácil viver como membros do Reino de Deus em um mundo cada vez mais hostil aos seus valores. Esta é a experiência compartilhada por cada geração de cristãos desde a primeira geração. Portanto, tivemos 2.000 anos para nos preparar para estes dias. Uma coisa sabemos: as recompensas de seguir Jesus Cristo sempre valem a pena”.

De acordo com o portal Christian Headlines, esse sermão faz parte de uma série que embasarão seu próximo livro, Where Do We Go from Here? (“Para onde iremos daqui?”, em tradução do inglês).

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Mundo Cristão

Padre diz que “esquerdistas são anticristãos”, durante missa

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O pároco Pablo Henrique também é médico e apoiador confesso de Bolsonaro

O padre goiano, Pablo Henrique de Faria, de 43 anos, causou polêmica ao dizer em uma missa da Paróquia São Paulo VI, em Iporá, que os movimentos e militantes esquerdistas são “anticristãos”.

Faria é padre há apenas três anos, médico e apoiador declarado do presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita com base em uma passagem bíblica que fala sobre os “lobos” que querem destruir a igreja. Para o religioso, os esquerdistas seriam como esses “lobos”.

“Nós estamos vivendo o momento mais dramático que eu já vi. Eu não poderia imaginar, há 10 anos, o que estamos vivendo hoje. É assustador. E que fique bem claro: movimentos esquerdistas são anticristãos. Se você é esquerdista, desses partidos, converta-te. Não é cristão, caramba! Não misture”, disse o padre.

Abordagem de assuntos polêmicos

Pablo não esconde os seus posicionamentos nas redes sociais. Pelo contrário, o pároco já é conhecido por abordar assuntos como o aborto, identidade de gênero,  e linguagem neutra, que para ele é uma estupidez, além de defender o voto impresso.

O padre também exorta que a esquerda está seduzindo os jovens e os usando para fortalecer as pautas anticristãs.

“Eles [os esquerdistas] agem o tempo inteiro para a imoralidade, para destruir a família, os valores cristãos. Os coitados dos homossexuais, usados de massas de manobra, criam todas essas manifestações contra a moral”, concluiu.

 

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